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	<title>xorgconf &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/xorgconf/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "xorgconf"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 02:08:31 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA[Configurando o vídeo em /etc/X11/xorg.conf]]></title>
<link>http://roneymedice.wordpress.com/?p=34</link>
<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 14:53:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roney Médice</dc:creator>
<guid>http://roneymedice.wordpress.com/?p=34</guid>
<description><![CDATA[O suporte a vídeo no Linux é provido pelo X, que já vem com drivers para as placas suportadas. Al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O suporte a vídeo no Linux é provido pelo X, que já vem com drivers para as placas suportadas. Além dos drivers open-source incluídos no X você pode instalar os drivers binários distribuídos pela nVidia e ATI.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Existem duas versões do X em uso: o Xfree, o mais antigo e tradicional e o X.org, a versão mais usada atualmente.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Antigamente, até a versão 3.x, o Xfree possuía várias versões separadas, com drivers para diferentes chipsets de vídeo. Isso complicava a configuração e obrigava as distribuições a manterem instaladas todas as diferentes versões simultaneamente, o que também desperdiçava muito espaço em disco.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">A partir do <strong>Xfree</strong> <strong>4.0</strong> e em todas as versões do <strong>X.org</strong> existe apenas uma única versão unificada, com drivers para todas as placas e recursos suportados. Melhor ainda, cada driver dá suporte a todas as placas de um determinado fabricante, o "<strong>sis</strong>" dá suporte a todas as placas da SiS, o "<strong>trident</strong>" dá suporte a todas as placas da Trident e assim por diante. Temos ainda dois drivers genéricos, o "<strong>vesa</strong>" e o "<strong>fbdev</strong>", que servem como um mínimo múltiplo comum, uma opção para fazer funcionar placas novas (ou muito antigas), que não sejam suportadas pelos drivers titulares.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Outro detalhe interessante é que toda a configuração do vídeo, incluindo o mouse e o suporte a 3D, é feita através de um único arquivo de configuração, o "/<strong>etc/X11/XF86Config-4"</strong> (nas distribuições que usam o Xfree) ou "<strong>/etc/X11/xorg.conf"</strong> (nas que usam o X.org), que é relativamente simples de editar e funciona em todas as distribuições que utilizam o Xfree 4.0 em diante ou X.org (ou seja, praticamente todas as usadas atualmente). Isto significa que você pode pegar o arquivo de configuração gerado pelo Kurumin e usar no Slackware, por exemplo.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Existem várias ferramentas de configuração que perguntam ou autodetectam a configuração e geram o arquivo, como o "<strong>mkxf86config"</strong> (do Knoppix) "<strong>kxconfig"</strong>, "<strong>xf86cfg"</strong> entre outros. Mas, neste tópico vamos ver como configurar manualmente o arquivo, adaptando ou corrigindo as configurações geradas pelos configuradores.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">O arquivo é dividido em seções. Basicamente, temos (não necessariamente nesta ordem) uma seção "<strong>Server</strong>", com parâmetros gerais, a seção "<strong>Files</strong>" com a localização das fontes de tela e bibliotecas, duas seções "<strong>InputDevice</strong>", uma com a configuração do teclado e outra com a do mouse, uma seção "<strong>Monitor</strong>" e outra "<strong>Device</strong>", com a configuração do monitor e placa de vídeo e por último a seção "<strong>Screen</strong>" onde é dito qual resolução e profundidade de cor usar.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">A ordem com que estas configurações aparecem no arquivo pode mudar de distribuição para distribuição, mas a ordem não importa muito, desde que estejam todas lá.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Como em outros arquivos de configuração, você pode incluir comentários, usando um "#" no início das linhas. Linhas em branco, espaços e tabs também são ignorados e podem ser usadas para melhorar a formatação do arquivo e melhorar a organização das informações.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Vamos a uma descrição geral das opções disponíveis, usando como exemplo o modelo de configuração que uso no Kurumin. Abra o arquivo /etc/X11/xorg.conf ou /etc/X11/XF86config-4 da sua máquina e acompanhe o exemplo; prestando atenção nas diferenças entre o exemplo e o arquivo da sua máquina e tentando entender a função de cada seção:</p>
<ol>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">Section 	"ServerLayout"<br />
Identifier		"X.Org do 	Kurumin"<br />
Screen 0		"Screen0" 0 	0<br />
InputDevice		"Keyboard0" 	"CoreKeyboard"<br />
InputDevice		"USB Mouse" 	"CorePointer"<br />
EndSection</span></span></ol>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Nesta seção vai a configuração geral. Ela é uma espécie de "índice" das seções abaixo. O campo "<strong>Identifier</strong>" pode conter qualquer texto, é apenas uma descrição. O "<strong>USB Mouse</strong>" indica o nome da seção que será usada. Abaixo deve existir uma seção com este mesmo nome, contendo a configuração do mouse propriamente dita. Esta organização permite que você (ou o utilitário de configuração usado) adicione várias configurações diferentes, onde você pode trocar rapidamente entre elas modificando esta linha.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Nas distribuições que usam o Kernel 2.6, é possível usar a mesma configuração para mouses PS/2, mouses USB e também mouses touchpad (notebooks), pois todos utilizam um driver comum. É possível até mesmo usar dois mouses simultaneamente (o touchpad do notebook e um mouse USB externo, por exemplo), sem precisar alterar a configuração. Apenas os antigos mouses seriais ainda precisam de uma configuração própria.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">O Kurumin usa um arquivo de configuração que vem com várias configurações de mouse prontas (as opções disponíveis são: "USB Mouse", "PS/2 Mouse" e "Serial Mouse"), mas apenas a informada nesta primeira seção é usada. Como disse, ao usar um mouse PS/2 ou USB, qualquer uma das duas entradas funcionará. Mas, caso você tenha ou pretenda usar um mouse serial, altere a configuração para:</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;"> InputDevice		"Serial Mouse" "CorePointer"</span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Se seu micro tiver mais de um mouse conectado simultaneamente, você pode duplicar a configuração do mouse, como abaixo. Isso faz com que o X tente ativar ambos os mouses na inicialização, ativando apenas os que estiverem realmente presentes:</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">Section "ServerLayout"<br />
Identifier		"X.Org do Kurumin"<br />
Screen 0		"Screen0" 0 0<br />
InputDevice		"Keyboard0" "CoreKeyboard"<br />
InputDevice		"USB Mouse" "CorePointer"<br />
InputDevice		"Serial Mouse" "CorePointer"<br />
EndSection</span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Na seção "<strong>ServerFlags</strong>" vão opções gerais. É aqui que colocamos, por exemplo, a opção que inicializa o Xinerama, que dá suporte a uma segunda placa de vídeo e monitor. Neste exemplo, está sendo usada apenas a opção "AllowMouseOpenFail" "true" que permite que o modo gráfico abra mesmo que o mouse esteja desconectado.</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">Section "ServerFlags"<br />
Option	"AllowMouseOpenFail"  "true"<br />
EndSection</span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Seria estúpido parar toda a abertura do modo gráfico e voltar para o modo texto porque o mouse não foi detectado, pois você ainda pode usar o mouse virtual do KDE como uma solução temporária até que consiga solucionar o problema. Para ativar o mouse virtual, pressione a tecla Shift junto com a tecla NumLock do teclado numérico. A partir daí as teclas 1, 2, 3, 4, 6, 7, 8 e 9 ficam responsáveis pela movimentação do mouse, enquanto a tecla 5 simula o clique do botão esquerdo (pressionando 5 duas vezes você simula um duplo clique). Para arrastar e soltar pressione a tecla 0 para prender e depois a tecla 5 para soltar.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Para simular os outros botões você usa as teclas "/" (botão direito), "*" (botão central) e "-" (para voltar ao botão esquerdo), que funcionam como teclas modificadoras. Para desativar o mouse virtual, pressione "Shift + NumLock" novamente.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Voltando ao arquivo de configuração, temos a seguir as seções "<strong>Files</strong>" e "<strong>Modules</strong>", que indicam respectivamente as pastas com as fontes TrueType, Type 1 e outras que serão usadas pelo sistema e os módulos de extensões do Xfree que serão usados.</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">Section "Files"<br />
RgbPath      "/usr/X11R6/lib/X11/rgb"<br />
ModulePath   "/usr/X11R6/lib/modules"<br />
FontPath     "/usr/X11R6/lib/X11/fonts/misc:unscaled"<br />
FontPath     "/usr/X11R6/lib/X11/fonts/misc"<br />
FontPath     "/usr/X11R6/lib/X11/fonts/75dpi:unscaled"<br />
FontPath     "/usr/X11R6/lib/X11/fonts/75dpi"<br />
FontPath     "/usr/X11R6/lib/X11/fonts/100dpi:unscaled"<br />
FontPath     "/usr/X11R6/lib/X11/fonts/100dpi"<br />
FontPath     "/usr/X11R6/lib/X11/fonts/PEX"<br />
FontPath     "/usr/X11R6/lib/X11/fonts/cyrillic"<br />
FontPath     "/usr/share/fonts/truetype/openoffice"<br />
FontPath     "/usr/X11R6/lib/X11/fonts/defoma/CID"<br />
FontPath     "/usr/X11R6/lib/X11/fonts/defoma/TrueType"<br />
EndSection</span></span></p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">Section "Module"<br />
Load  "ddc"<br />
Load  "GLcore"<br />
Load  "dbe"<br />
Load  "dri"<br />
Load  "extmod"<br />
Load  "glx"<br />
Load  "bitmap"<br />
Load  "speedo"<br />
Load  "type1"<br />
Load  "freetype"<br />
Load  "record"<br />
EndSection</span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Estas duas seções geralmente não precisam ser alteradas, a menos que você instale algum novo conjunto de fontes TrueType e queira habilitá-lo manualmente ou caso instale um novo driver de vídeo (como o driver da nVidia) e o read-me diga para desativar algum dos módulos.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Outra possibilidade é que você queira intencionalmente desativar algum recurso, ou tentar solucionar problemas. O módulo "<strong>dri</strong>", por exemplo, habilita o suporte a 3D para a placa de vídeo. As placas onboard com chipset Intel (i810, MGA 900, etc.), placas ATI Rage e ATI Radeon e as antigas Voodoo 2 e Voodoo 3 possuem suporte 3D nativo no X.org.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Mas, ao instalar o driver 3D da nVidia você precisa remover esta opção, pois o driver do Xfree conflita com o que é instalado junto com o driver. Pode ser também que por algum motivo você queira desabilitar o 3D da sua i810 onboard (para evitar que fiquem jogando TuxRacer durante o expediente, por exemplo ;). Em qualquer um dos casos, você poderia comentar a linha "Load "dri".</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Em seguida vem a configuração do <span>teclado</span>. O "abnt2" indica o layout de teclado que será usado por padrão. No KDE e Gnome, o layout indicado aqui perde o efeito, pois eles possuem ferramentas próprias para configurar o teclado. No caso do KDE é usado o kxkb, que você configura na seção Regional &#38; Acessibilidade do Kcontrol. Mas, esta configuração de teclado do X é útil para quem usa outras interfaces.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Estes são dois exemplos de configuração para (respectivamente) um teclado ABNT2 e um teclado US Internacional. Você só pode incluir uma das duas no arquivo:</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;"># Teclado ABNT2<br />
Section "InputDevice"<br />
Identifier	"Keyboard0"<br />
Driver	"kbd"<br />
Option	"CoreKeyboard"<br />
Option	"XkbRules" "xorg"<br />
Option	"XkbModel" "<span>abnt2</span>"<br />
Option	"XkbLayout" "br"<br />
Option	"XkbVariant" "abnt2"<br />
EndSection</span></span></p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;"># Teclado US Internacional<br />
Section "InputDevice"<br />
Identifier	"Keyboard0"<br />
Driver	"kbd"<br />
Option	"CoreKeyboard"<br />
Option	"XkbRules" "xorg"<br />
Option	"XkbModel" "pc105"<br />
Option	"XkbLayout" "abnt2"<br />
EndSection</span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Você deve lembrar que acima, na seção "<strong>ServerLayout</strong>" informamos que o X iria usar o "USB Mouse". Este é apenas um nome que indica a seção (com a configuração do mouse propriamente dita) que será usada. Isso permite que você tenha várias seções com configurações de mouses diferentes. Basta indicar a correta na seção de cima e as demais serão ignoradas.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Estas são as seções com as configurações usadas no Kurumin. Dentro de cada seção vai a porta e driver usados pelo mouse e outras opções necessárias em cada caso. Você pode usá-las como modelos para configurar o mouse em outras distribuições:</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">Section "InputDevice"<br />
Identifier	"USB Mouse"<br />
Driver	"mouse"<br />
Option	"Protocol"    "auto"<br />
Option	"Device"   "/dev/input/mice"<br />
Option	"SendCoreEvents" "true"<br />
Option	"ZAxisMapping"   "4 5"<br />
Option	"Buttons"   "5"<br />
EndSection</span></span></p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">Section "InputDevice"<br />
Identifier	"Serial Mouse"<br />
Driver	"mouse"<br />
Option	"Protocol"   "Microsoft"<br />
Option	"Device"   "/dev/ttyS0"<br />
Option	"Emulate3Buttons"  "true"<br />
Option	"Emulate3Timeout"  "70"<br />
Option	"SendCoreEvents"   "true"<br />
EndSection</span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">A linha "Option "ZAxisMapping" "4 5" ativa a rodinha do mouse, quando disponível. Do ponto de vista do sistema operacional, a rodinha é um conjunto de dois botões extras (botões 4 e 5) e os giros da roda correspondem a cliques nos botões extra.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">É seguro usar esta linha sempre, pois ela é ignorada ao usar um mouse sem a rodinha. O mais importante no caso é o protocolo usado. Com relação a mouses PS/2 e USB no Kernel 2.6, recomendo que use sempre a opção "Option "Protocol" "auto", que detecta corretamente o protocolo do mouse na grande maioria dos casos.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Em casos específicos, onde o mouse não funcione corretamente, você pode substituir o "Option "Protocol" "auto" por "Option "Protocol" "IMPS/2", que é o protocolo padrão para mouses de três botões, com roda, ou "Option "Protocol" "PS/2", que é o protocolo para mouses PS/2 antigos, sem roda.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">No caso de mouses com 5 botões, com uma ou duas rodas, o protocolo usado muda para "ExplorerPS/2 e você precisa especificar a configuração dos botões extras. Para um mouse com 5 botões e uma roda, a seção fica:</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">Section "InputDevice"<br />
Identifier "Mouse"<br />
Driver "mouse"<br />
Option "Protocol" "ExplorerPS/2"<br />
Option "ZAxisMapping" "4 5"<br />
Option "Buttons" "7"<br />
Option "Device" "/dev/input/mice"<br />
EndSection </span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Se a função dos dois botões extra e da roda ficarem trocadas, substitua a linha "Option "ZAxisMapping" "4 5" por "Option "ZAxisMapping" "6 7".</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">No caso dos mouses com duas rodas, a configuração fica:</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">Section "InputDevice"<br />
Identifier "Mouse"<br />
Driver "mouse"<br />
Option "Protocol" "ExplorerPS/2"<br />
Option "ZAxisMapping" "6 7 8 9"<br />
Option "Buttons" "9"<br />
Option "Device" "/dev/input/mice"<br />
EndSection </span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Note que, ao usar o Kernel 2.6, não existe necessidade de especificar se o mouse é PS/2 ou USB, pois a porta "/dev/input/mice" é compartilhada por ambos. As versões atuais do Firefox e outros aplicativos atribuem funções para os botões extras automaticamente. Os dois botões laterais assumem as funções dos botões para avançar e voltar no Firefox, por exemplo.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Continuando, temos a configuração do monitor e placa de vídeo, que afinal são os componentes mais importantes neste caso. Ela é dividida em três seções, com a configuração do monitor, da placa de vídeo e uma seção "<strong>screen</strong>" que, com base nas duas anteriores indica qual resolução e profundidade de cores será usada.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">A configuração do monitor precisa incluir apenas as taxas de varredura horizontal e vertical usadas por ele. Você pode encontrar estes dados no manual do monitor ou no site do fabricante. As opções Identifier, VendorName e ModelName são apenas descritivas, podem conter qualquer texto:</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;text-decoration:none;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">Section "Monitor"<br />
Identifier	"Monitor0"<br />
VendorName	"GSM"<br />
ModelName	"GSM3b60"<br />
HorizSync	30 - 63<br />
VertRefresh	50 - 75<br />
EndSection</span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Se você não souber as taxas de varredura usadas pelo seu monitor e quiser alguma configuração genérica que funcione em qualquer monitor contemporâneo, experimente usar esta, que permite trabalhar a até 1024x768 com 60 Hz de atualização:</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">Section "Monitor"<br />
Identifier	"Meu Monitor"<br />
HorizSync	31.5 - 50.0<br />
VertRefresh	40-90<br />
EndSection</span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Em geral, os configuradores incluem várias seções "<strong>Modeline</strong>" dentro da seção "Monitor", com as resoluções e taxas de atualização suportadas pelo monitor.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Estes dados são fornecidos pelo próprio monitor, via DDC (uma espécie de plug-and-play para monitores) e não é necessário alterá-los a menos que você esteja escrevendo o arquivo manualmente do zero, o que não é muito aconselhável já que é sempre muito mais fácil usar um arquivo copiado de outro micro como base. Esta configuração dos modelines não é obrigatória no XFree 4.x ou X.org, pois o X é capaz de deduzir a configuração a partir das taxas de varredura do monitor, informadas dentro da seção. Eles são usados atualmente mais como uma forma de corrigir problemas.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Este é um exemplo de configuração para um monitor de 17", incluindo modelines para usar 1280x1024, 1024x768 e 800x600. Note que cada seção "Modeline" ocupa uma única linha:</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:xx-small;">Section "Monitor"<br />
Identifier	"Monitor0"<br />
VendorNam	"GSM"<br />
ModelName	"GSM3b60"<br />
HorizSync	30 - 63<br />
VertRefresh	50 - 75<br />
ModeLine "1280x1024" 135.00 1280 1296 1440 1688 1024 1025 1028 1066 +hsync +vsync<br />
ModeLine "1024x768" 78.75 1024 1040 1136 1312  768  769  772  800 +hsync +vsync<br />
ModeLine "800x600" 49.50  800  816  896 1056  600  601  604  625 +hsync +vsync<br />
EndSection</span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Em seguida vem a seção "Device" que indica a configuração da placa de vídeo. As opções Identifier, VendorName e BoardName são apenas descrições, o que interessa mesmo é o Driver usado:</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">Section "Device"<br />
Option		"sw_cursor"<br />
Identifier	"Card0"<br />
Driver		"<strong>nv</strong>"<br />
VendorName	"nVidia"<br />
BoardName	"GeForce4 MX"<br />
EndSection</span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Os drivers disponíveis são:</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- fbdev</strong>: Este driver usa o recurso de framebuffer suportado pelo Kernel como driver de vídeo. Neste modo o Kernel manipula diretamente a memória da placa de vídeo, gravando as imagens que serão mostradas no monitor. O desempenho não é dos melhores e a utilização do processador é maior que nos outros drivers pois não existe aceleração de vídeo</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Mas, por outro lado, este é um driver que funciona com a maioria das placas de vídeo e é o único onde você não precisa se preocupar com a configuração das taxas de atualização do monitor. As placas usam sempre uma taxa de atualização baixa, de 56 ou 60 Hz, que é fixa.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Ao usar o fbdev como driver de vídeo, a configuração da resolução não é feita no arquivo xorg.conf, mas no "<strong>/etc/lilo.conf</strong><span>" (pois o parâmetro é passado diretamente ao Kernel durante o boot), como vimos anteriormente.</span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- i740</strong>: Usado pelas placas de vídeo (offboard) com chipset Intel i740. Estas placas foram uma tentativa frustrada da Intel de entrar no ramo de placas 3D. O desempenho era fraco comparado com as placas da nVidia e ATI, mas o projeto acabou sendo usado como base para os chipsets de vídeo onboard que passaram a ser usados nos chipsets Intel.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- i810</strong>: Este é o driver usado por todas as placas de vídeo onboard com chipset Intel. A lista de compatibilidade inclui quase todos os chipsets para Pentium III, Pentium 4 e Pentium M, incluindo as placas com o chipset Intel 900 e Intel Extreme.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- nv</strong>: É o driver genérico para placas nVidia, que oferece apenas suporte 2D. Para ativar os recursos 3D você precisa instalar os drivers da nVidia (veja mais detalhes no capítulo 3).</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- r128</strong>: Driver para as placas ATI Rage (a família anterior às ATI Radeon). Este driver oferece um bom suporte 3D, permitindo que estas placas funcionem usando quase todo seu potencial 3D (que não é grande coisa hoje em dia, mas ainda permite rodar vários jogos).</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- radeon / ati</strong>: Este é o driver open-source para as placas ATI Radeon. Nas versões antigas do Xfree e do X.org, o driver se chamava "radeon", mas ele passou a se chamar "ati" nas versões recentes do X.org (a partir do 6.8.2). Você pode verificar qual é a versão do X instalada, usando o comando "X -version".</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Para que a aceleração 3D funcione, é necessário que os módulos do Kernel que cuidam da comunicação de baixo nível com a placa de vídeo estejam carregados. Nem todas as distribuições carregam estes módulos automaticamente, mesmo ao detectar a placa corretamente. Se a aceleração 3D não estiver funcionando, apesar da configuração do X estar correta, adicione as linhas abaixo num dos arquivos de inicialização do sistema:</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">modprobe agpgart<br />
modprobe ati-agp<br />
modprobe drm<br />
modprobe radeon</span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Existe uma certa polêmica sobre utilizar o driver do X, ou utilizar o driver proprietário fornecido pela ATI que, embora não trabalhe em conjunto com algumas placas, oferece um desempenho 3D superior quando funciona. Veja mais detalhes sobre como instalá-lo no capítulo 3.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- s3virge</strong>: Placas com chipset S3 Virge. Estas placas foram muito usadas por volta da época do lançamento do Pentium MMX.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- sis</strong>: Este é o driver que funciona em todas as placas da SiS suportadas. Caso você encontre algum chipset novo, que não funcione com ele, experimente usar o driver vesa ou fbdev.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Uma observação importante é que a SiS não desenvolve drivers 3D para o Linux e não divulga as especificações técnicas que permitiriam o desenvolvimento de drivers 3D por parte da comunidade. Atualmente as placas de vídeo e chipsets da SiS são os com pior suporte no Linux por causa da falta de cooperação do fabricante e devem ser evitadas na hora da compra.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-style:normal;">O driver oferece apenas suporte 2D, as placas funcionam mas não servem para rodar jogos 3D ou trabalhar com aplicativos 3D profissionais, por exemplo. Até o Xfree 4.0 existia um esforço para desenvolver suporte 3D, mas o fabricante divulgava tão pouca informação e os chipsets possuíam tantos problemas (o que pode ser percebido pela relativa instabilidade dos próprios drivers for Windows) que o projeto acabou sendo levado adiante por um único desenvolvedor. Você pode obter mais informações sobre o status do driver (2D) no:<br />
</span><a href="http://www.winischhofer.at/linuxsisvga.shtml"><span style="font-style:normal;">http://www.winischhofer.at/linuxsisvga.shtml</span></a></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">O X.org inclui um driver 3D precário, que oferece suporte limitado às placas com chipset SiS 300, 305, 630 e 730, porém não inclui suporte aos demais modelos. Entre as placas onboard, as com melhor suporte no Linux são as placas Intel, suportadas pelo driver i810.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- tdfx</strong>: Driver para as placas da 3Dfx, as famosas Voodoo, que fizeram muito sucesso a até meia década atrás. Este driver oferece suporte 3D para as placas Voodoo 2 e Voodoo 3.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- trident</strong>: Placas de vídeo da Trident. Ele funciona bem com placas Trident Blade e os novos chipsets usados em notebooks, mas o suporte às antigas 9440 e 9680 é ruim e em muitos casos elas funcionam a apenas 640x480. Pensando nestas placas, algumas distribuições, como o Mandriva oferecem a opção de usar o driver do antigo Xfree 3.3, que oferecia um suporte mais completo a elas.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Apesar de brutalmente ultrapassadas, as Trident 9440 e 9680 foram as mais vendidas durante a maior parte da década de 1990 e por isso ainda são usadas em muitos micros antigos.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- vesa</strong>: Este é o "curinga", um driver genérico que utiliza apenas as extensões do padrão vesa que em teoria é suportado por todas as placas de vídeo PCI e também pelas antigas placas VLB. Algumas placas antigas, como as Trident 9680 não funcionam com ele, mas são exceções.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Como este driver não suporta aceleração, você notará que o desempenho em algumas tarefas ficará abaixo do normal. É normal também que os vídeos assistidos no Kaffeine ou Xine fiquem granulados ao serem exibidos em tela cheia. Outra limitação é que a resolução, na maioria das placas, fica limitada a 1024x768.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- via</strong>: Este é o driver que dá suporte ao chipset Via Unicrome, usado como vídeo onboard na maior parte das placas-mãe atuais com chipset Via. Originalmente, este driver era apenas 2D, como o nv e o sis, mas a<span> partir de abril de 2005 a Via passou a publicar um driver 3D open-source, que pode ser encontrado nas versões recentes do X.org. Para que a aceleração 3D oferecida por ele funcione, é necessário que os módulos "via-agp" e "via" estejam carregados. Adicione as linhas abaixo num dos arquivos de inicialização do sistema:</span></p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">modprobe via-agp<br />
modprobe via</span></span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- savage</strong>: Este driver dá suporte às placas S3 Savage e Pro Savage, relativamente populares a alguns anos atrás. Ele inclui aceleração 3D caso você esteja utilizando uma versão recente do X.org (a partir do 6.8.2), em conjunto com o pacote "libgl1-mesa-dri" (que inclui os drivers 3D desenvolvidos pelo projeto Mesa GL).</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Outros drivers, pouco usados são:</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- cirrus</strong>: A Cirrus Logic fabricou alguns modelos de placas de vídeo PCI, concorrentes das Trident 9440 e 9680. Elas são encontradas apenas em micros antigos.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- cyrix</strong>: Placas com o chipset Cyrix MediaGX, também raros atualmente.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- chips</strong>: Placas da "Chips and Technologies", um fabricante pouco conhecido.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">- <strong>glint</strong>: Esta é uma família de placas antigas lançada pela 3D Labs.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- neomagic</strong>: Placas com chipset Neomagic, usadas em alguns notebooks antigos.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- rendition</strong>: Placas Rendition Verite, da Micron.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- tseng</strong>: Placas da Tseng Labs, outro fabricante pouco conhecido.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><strong>- vga</strong>: Este é um driver VGA genérico que trabalha 640x480 com 16 cores. Serve como um "fail safe" que funciona em todas as placas.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-style:normal;"><br />
Cada um destes drivers oferece algumas opções de configuração que podem ser usadas em casos de problemas ou por quem quiser fuçar na configuração. Você pode encontrar mais informações sobre cada um no: </span><a href="http://www.xfree86.org/4.4.0/"><span style="font-style:normal;">http://www.xfree86.org/4.4.0/</span></a><span style="font-style:normal;">.</span></p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Finalmente, vai a configuração da seção "<strong>Screen</strong>", que indica a resolução que será usada. As várias seções determinam as resoluções disponíveis para cada configuração de profundidade de cor, enquanto a opção "<strong>DefaultColorDepth</strong>" determina qual será usada:</p>
<p class="western" style="margin-left:1.25cm;margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify"><span style="font-family:Bitstream Vera Sans Mono;"><span style="font-size:x-small;">Section "Screen"<br />
Identifier	"Screen0"<br />
Device		"Card0"<br />
Monitor	"Monitor0"<br />
<strong>DefaultColorDepth 24<br />
</strong><br />
SubSection	"Display"<br />
Depth		8<br />
Modes 		"1024x768" "800x600" "640x480"<br />
EndSubSection</span></span></p>
<p>SubSection	"Display"<br />
Depth		16<br />
Modes		"1024x768" "800x600" "640x480"<br />
EndSubSection</p>
<p>SubSection	"Display"<br />
<strong> Depth		24<br />
Modes		"1024x768" "800x600" "640x480"</strong><br />
EndSubSection<br />
EndSection</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Neste exemplo o vídeo está configurado para usar 24 bits de cor. Se você quisesse usar 16 bits, bastaria mudar o número na opção "DefaultColorDepth". Dentro de cada uma das três seções (Depth 8, Depth 16 e Depth 24), vai a resolução que será usada para cada uma.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Na linha que começa com "Modes" vão as resoluções de tela. A primeira da lista (1024x768 no exemplo) é a default. As outras duas, 800x600 e 640x480 são usadas apenas se a primeira falhar (se a placa de vídeo ou monitor não a suportarem) ou se você alternar manualmente entre as resoluções, pressionando "Ctrl Alt +" ou "Ctrl Alt -" .</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Sempre que você fizer alterações no arquivo e quiser testar a configuração, reinicie o X pressionando "Ctrl+Alt+Backspace". Não é preciso reiniciar o micro.</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Roney Médice</p>
<p class="western" style="margin-top:0.4cm;margin-bottom:0;font-style:normal;" align="justify">Analista de Sistema e Bacharel em DIreito</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Configurar teclado Ubuntu correctamente en castellano]]></title>
<link>http://andalinux.wordpress.com/?p=357</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 06:02:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>jasvazquez</dc:creator>
<guid>http://andalinux.wordpress.com/?p=357</guid>
<description><![CDATA[Hace un tiempo dejaron de funcionar de la forma que más odio (por arte de magia) la tecla Ñ y sus ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img style="float:right;border:0;margin-left:15px;" src="http://img143.imageshack.us/img143/7828/tecladoespaolubuntupz6.png" alt="" />Hace un tiempo <strong>dejaron de funcionar</strong> de la forma que más odio (por arte de magia) la <strong>tecla</strong> Ñ y sus amigas los acentos y los <em>signos de puntuación</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Seguro que alguno de vosotros se ha encontrado con el dichoso problema alguna que otra vez</p>
<p style="text-align:justify;">Conseguí <em>solucionarlo fácilmente</em> pero me gustaría indicaros cómo hacerlo para que no vuelva a suceder aunque, tal y como está el patio, no se si debería ser tan categórico con mis afirmaciones  :(</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">La <strong>solución rápida</strong> pasa por <strong>ejecutar</strong> desde la terminal un</p>
<blockquote><p>sudo setxkbmap -layout 'es,es' -model pc105</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">que pone el <a href="http://andalinux.wordpress.com/2008/07/03/activar-tecla-windows-en-linux/">teclado como un <em>modelo de 105 teclas</em></a> y con el idioma <em>castellano</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin reiniciar ni nada el <em>teclado</em> vuelve a la normalidad.</p>
<p style="text-align:justify;">Para no tener que estar ejecutándola continuamente se debe <strong>modificar el fichero</strong> <em>/etc/X11/xorg.conf</em> con el siguiente contenido</p>
<blockquote><p>Section "InputDevice"<br />
Identifier    "Generic Keyboard"<br />
Driver        "kbd"<br />
Option        "CoreKeyboard"<br />
Option        "XkbRules"    "xorg"<br />
Option        "XkbModel"    "pc105"<br />
Option        "XkbLayout"    "es"<br />
Option        "XkbOptions"    "lv3:ralt_switch"<br />
EndSection</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Personalmente os recomiendo que <strong>sólo</strong> modifiquéis el fichero <em>/etc/X11/xorg.conf</em> <strong>si tras</strong> probar la primera solución y <strong>reiniciar</strong> el equipo <strong>vuelve a perder la configuración </strong>del teclado.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>OJO</strong>: Seguro que en vuestro fichero ya existe una entrada similar a la que he posteado, modificadla para que quede como la que os indico.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>NOTA</strong>: la entrada</p>
<blockquote><p>Option        "XkbOptions"    "lv3:ralt_switch"</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">es para que funcione correctamente la <em>tecla Alt Gr</em> que se encuentra a la derecha de la barra espaciadora</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Linux Slackware]]></title>
<link>http://thoriqhadad.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 05:38:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>thoriqhadad</dc:creator>
<guid>http://thoriqhadad.wordpress.com/?p=53</guid>
<description><![CDATA[Ada beberapa hal yang perlu diperhatikan bila kita meng-install Linux untuk distribusi Slackware,yan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ada beberapa hal yang perlu diperhatikan bila kita meng-install Linux untuk distribusi Slackware,yang notabene,lumayan powerfull untuk dijadikan sebuah server..yaitu :</p>
<ol>
<li>Bila ingin dipasang di komputer/laptop dual boot dengan beberapa OS,lebih baik install boot loadernya bukan di MBR alias Master Boot Record,tapi di root file/partisi tempat Slackware (/) diinstall.</li>
<li>setelah berhasil diinstall dan berhasil  masuk ke slack-nya melalui boot manager maka yang terjadi,kemungkinan mouse yang kita pakai tidak dapat men-scroll (untuk mouse yang punya wheel scrool tentunya),nah untuk itu  kita perlu masuk ke bagian xorg.conf yang terletak di direktori /etc/X11.<!--more--></li>
<li>Setelah itu pasti komputer anda masih bisu (hahaha...)lakukan configurasi soundcard pake alsaconf</li>
<li>Setelah itu anda ingin login langsung ke tty7 alias mode grafisnya Linux slackware,berarti anda perlu mengkonfigurasi file inittab yang berada di direktori /etc,dan mengaktifkan tty yg lainnya maka,perlu mensetting semuanya dapat mengaktifkan mode "4".</li>
<li>Setelah itu anda ingin agar bila ditancapkan kabel lan langsung tersambung ke internet/eth-nya aktif maka anda perlu menambahkan perintah <code>ifconfig eth0 up </code>pada file /etc/rc.d/rc.local yang akan diload ketika pertama kali boot.</li>
</ol>
<p>Untuk lebih lengkapnya ada site bagus <a href="http://yoner.wordpress.com/2007/10/24/kumpulan-tips-dan-trik-pada-linux-slackware-101/">disini,coba di-klik!!<br />
</a>anda mungkin akan tau apa yang sebaiknya anda lakukan.<br />
Saya mohon maaf bila banyak yang kurang dipahami,posting ini hanya untuk mengingatkan saja.<br />
Semoga bermanfaat...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gestione del touchpad Synaptics: abilitarlo, disabilitarlo, configurarlo tramite GUI e disabilitarlo mentre si scrive]]></title>
<link>http://khole8.wordpress.com/?p=271</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 11:38:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ferro</dc:creator>
<guid>http://khole8.wordpress.com/?p=271</guid>
<description><![CDATA[
Oggi voglio parlarvi di alcuni piccoli accorgimenti per gestire al meglio il touchpad Synaptics, pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.hardwarezone.com/img/data/articles/2004/1237/touchpad.jpg" alt="" width="223" height="167" /></p>
<p>Oggi voglio parlarvi di alcuni piccoli accorgimenti per gestire al meglio il touchpad Synaptics, presente in tutti i portatili moderni. Nella fattispecie vedremo come: abilitarlo, disabilitarlo, come configurarlo tramite interfaccia grafica e soprattutto come bloccarlo mentre si scrive.<br />
Prima di cominciare è sempre meglio fare un backup del file xorg.conf, così:</p>
<p>sudo cp /etc/X11/xorg.conf /etc/X11/xorg.conf_synbackup<!--more--></p>
<p><strong>Abilitare e disabilitare Synaptics</strong></p>
<p>Se disponete di un mouse esterno e non usate mai il touchpad Synaptics del portatile, è meglio disabilitarlo completamente. Andate ad editare il file xorg.conf:</p>
<p>sudo gedit /etc/X11/xorg.conf</p>
<p>e cercate la sezione relativa a Synaptics. Dovrebbe essere più o meno così:</p>
<p>Section “InputDevice”<br />
Identifier “Synaptics Touchpad”<br />
Driver “synaptics”<br />
Option “SendCoreEvents” “true”<br />
Option “Device” “/dev/psaux”<br />
Option “Protocol” “auto-dev”<br />
Option “HorizEdgeScroll” “0″<br />
EndSection</p>
<p>Quando la trovate, aggiungete, appena prima di  EndSection, questa linea:</p>
<p>Option "SHMConfig" "true"</p>
<p>e riavviate la sessione (Ctrl + Alt + Backspace).</p>
<p>Una volta che vi sarete loggati nuovamente, potrete disabilitare Synaptics, aprendo il terminale e dando:</p>
<p>synclient TouchpadOff=1</p>
<p>Per abilitarlo dovete invece dare:</p>
<p>synclient TouchpadOff=0</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.pcworld.it/blogs/notebook/wp-content/uploads/2007/08/touchpad.jpg" alt="" width="295" height="391" /></p>
<p><strong>Gestire Synaptics da interfaccia grafica</strong></p>
<p>Esistono anche alcune applicazioni che permettono di configurare Synaptics da interfaccia grafica. Gli utenti GNOME possono ad esempio utilizzare <a href="http://gsynaptics.sourceforge.jp/" target="_blank">Gsynaptics</a>, che permette di configurare nel dettaglio alcuni parametri come. la sensibilità del touchpad, la velocità si scorrimento e il tapping. In Ubuntu lo si può installare con un semplice:</p>
<p>sudo apt-get install gsynaptics</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.funzt.info/wp-content/uploads/2007/05/bildschirmfoto-touchpad-preferences.gif" alt="" width="373" height="463" /></p>
<p>Gli altri possono scaricare da <a href="http://sourceforge.jp/projects/gsynaptics/files/" target="_blank">qui</a> i sorgenti. Esiste anche <a href="http://qsynaptics.sourceforge.net/index.html" target="_blank">ksynaptics</a> (che prima si chiamava Qsynaptics), un'alternativa per KDE. Il progetto è però stato abbandonato. Se volete, potete comunque scaricare da <a href="http://qsynaptics.sourceforge.net/dl.html" target="_blank">qui</a> l'ultima versione del software.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://qsynaptics.sourceforge.net/qs-shot3.png" alt="" width="358" height="274" /></p>
<p><strong>Disabilitare Synaptics durante la digitazione<br />
</strong><br />
Spesso mentre si scrive, capita che toccando per sbaglio il touchpad, si continui ad inserire il testo in una riga sbagliata. Per ovviare a questo fastidioso problema è possibile bloccare Synaptics quando si digita sulla tastiera. Bisogna editare il file xorg.conf:</p>
<p>sudo gedit /etc/X11/xorg.conf</p>
<p>Andando ad aggiungere questa riga:</p>
<p>Option "SHMConfig" "on"</p>
<p>nella sezione Synaptics touchpad, appena prima di EndSection. Naturalmente chi aveva già inserito la riga per disabilitare Synaptics, dovrà semplicemente inserire il valore "on" al posto di "true". Poi riavviate la sessione, e, quando vi sarete loggati nuovamente, potrete disabilitare Synaptics durante la digitazione, aprendo un terminale e dando:</p>
<p>syndaemon -i 1 -d</p>
<p>L'opzione -d dice a sysdaemon di monitorare sempre la digitazione della tastiera.</p>
<p>L'opzione -i dice invece quanti secondi disabilitare il touchpad dopo che l'ultimo tasto è stato premuto.</p>
<p>Potrebbe essere una buona idea aggiungere il comando ai programmi all'avvio. Gli utenti Ubuntu possono farlo, andando in Sistema --&#62; Preferenze --&#62; Sessioni, ed aggiungendo un nuovo "Programma d'avvio" con:</p>
<p>Nome: Synaptics Touchpad Syndaemon<br />
Comando: syndaemon -i 1 -d<br />
Comment: Disbilita il touchpad durante la digitazione</p>
<p><strong>Articoli correlati:</strong></p>
<p><a href="http://khole8.wordpress.com/2008/05/16/aircrack-ng-con-una-scheda-wireless-intel-3945-abg/">Aircrack-ng con una scheda Wireless Intel 3945 ABG</a></p>
<p><a href="http://khole8.wordpress.com/2008/03/01/consumo-della-batteria-nei-sistemi-gnulinux-powertop-e-una-possibile-soluzione/" target="_blank">Consumo energetico nei sistemi Gnu/Linux. PowerTop è una possibile soluzione</a><a href="http://khole8.wordpress.com/2008/05/17/registrare-le-chiamate-di-skype-con-scx-tool-ecco-come-installarlo-su-ubuntu/" target="_blank"><br />
</a></p>
<p><a href="http://khole8.wordpress.com/2008/05/17/registrare-le-chiamate-di-skype-con-scx-tool-ecco-come-installarlo-su-ubuntu/" target="_blank">Registrare le chiamate di Skype con Scx Tool. Ecco come installarlo su Ubuntu</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gentoo mit dem Script Dexconf aufrüsten]]></title>
<link>http://bhzunami.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 11:44:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>bhzunami</dc:creator>
<guid>http://bhzunami.wordpress.com/?p=14</guid>
<description><![CDATA[Ich habe mir eine externe Festplatte mit einem Gentoo-System gebastetl. So habe ich mein mobiles Bet]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ich habe mir eine externe Festplatte mit einem Gentoo-System gebastetl. So habe ich mein mobiles Betriebsystem. Da ja nicht jeder Computer gleich ist, kann man auch nicht die gleichen Einstellungen haben. So ist es auch mit der grafischen Oberfläche -&#62; xorg.conf.</p>
<p>Ich bin begeistert von der LiveCD von KUbuntu. Dort wird bei jedem start ein neues xorg.conf angelegt das sich immer dem bedürfnissen anpasst.<br />
So etwas wollte ich auch. Leider ist Gentoo nicht gleich Kubuntu. Und da das ganze Dexconf-Script eine Debian konstruktion ist, machte es mir die Arbeit nicht leicht.</p>
<p>Also fing ich an die Scripte zu untersuchen und schauen was eigentlich da genau passiert.<br />
Also das Dexconf schreibt das xorg.conf. Die Daten holt es sich aus einer Datenbank. Diese Datenbank wird von einem confmodule geschriben.</p>
<p>Damit ich auch sicher immer alles habe, kopierte ich immer den ganzen Ordner.</p>
<p>Im Verzeichniss <em>/usr/share </em>bei der LiveCD gibt es einen Ordner der heisst "debconf". Genau diesen kopiert man auch in sein /<em>usr/share </em>Verzeichniss.</p>
<p>Dann muss man auch noch den Ordner "Debconf" im Verzeichniss <em>/usr/share/perl5 </em>in das Verzeichniss<em> /usr/lib/perl5/vendor_perl/5.8.8 </em>kopieren.</p>
<p>Damit die Pfade stimmen muss man von der LiveCD die dexconf und debconf-escape (/usr/bin) auch in das Verzeichniss /usr/bin kopieren.</p>
<p>Und schon hat man ein tolles Script, dass ein gutes xorg.conf erstellt.</p>
<p>Die LiveCD ist bei mir eine Kubuntu-Cd 7.8. Ich vermute mal das in den neueren abweichungen geben kann.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Debian #6: El driver de la gráfica Intel]]></title>
<link>http://linuxparatodos.wordpress.com/?p=167</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 15:03:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>excalibur1491</dc:creator>
<guid>http://linuxparatodos.wordpress.com/?p=167</guid>
<description><![CDATA[Pues sorprendentemente, tuve que instalar el driver de la gráfica, aunque es una Intel. No me quejo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pues sorprendentemente, tuve que instalar el driver de la gráfica, aunque es una Intel. No me quejo, porque más problemas tienen los usuarios que usan Ati o nVidia, que es más dificil de instalar, pero a ellos no les puedo ayudar, pues nunca lo he hecho...</p>
<p><!--more--><br />
La instalación del driver es sencilla, consiste basicamente en añadir unas lineas al archivo <em>xorg.conf</em> que se encuentra en <em>/etc/X11</em>. Lo priemro es hacer una copia de seguridad, por si acaso. Para ello sólo id a la carpeta <em>/etc/X11</em>, copiad el archivo xorg.conf y pegadlo en vuestra home.<br />
Ahora sí, procedemos a la modificación. En este archivo debeis añadir lo siguiente, con mucho cuidado de no equivocaros:</p>
<ol>
<li>El primer texto es:<br />
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td align="justify" bgcolor="#ffff99"><code>Section "Extensions"<br />
</code></p>
<blockquote><p><code> Option "Composite" "Enable"</code></p></blockquote>
<p><code> EndSection</code></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Y hay que pagrlo al final del largo texto que empieza con "#", es decir que será la primer sección del xorg.conf. <em>(Tabulad delante de la segunda linea)</em></li>
<li>El segundo texto es:<br />
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td align="justify" bgcolor="#ffff99">
<blockquote><p><code>Option	"RenderAccel" "true" # render accel is enabled by default</code></p></blockquote>
<blockquote><p><code> Option	"AllowGLXWithComposite" "true"</code></p></blockquote>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Y va <strong>dentro</strong>* de la sección "Device" del archivo, al final de la misma sección, es decir justo antes del "EndSection" de la sección "Device". <em>(Tabulad delante de las 2 lineas)</em></li>
<li>El tercer texto es:<br />
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td align="justify" bgcolor="#ffff99">
<blockquote><p><code>Option         "UseFBDev" "true"</code></p></blockquote>
<blockquote><p><code> Option	"AddARGBGLXVisuals" "True"</code></p></blockquote>
<blockquote><p><code> #also supports 1280x1024 at 60Hz</code></p></blockquote>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Y va <strong>dentro</strong>* de la sección "Screen" del archivo, antes del "EndSection" de la sección  "Screen". <em>(Tabulad delante de las 3 lineas)</em></li>
</ol>
<p>Ahora reiniciais y la útima cosa es instalar el apquete <em>libgl1-mesa-dri</em>, para poder usar cosas 3D como juegos o Compiz-Fusion.</p>
<p>Os pondría mi xorg.conf, pero Wordpress no permite tabulaciones, y aquí son muy importantes, por lo que os liariais aún más.</p>
<p><strong>*dentro: </strong>Dentro signfica que la sangría es mayor en esas lineas que en las lineas "Section" y "EndSection", es decir algo así:<br />
Section<br />
<span style="color:#ffffff;">-------</span>-----<br />
EndSection</p>
<p>Espero aver sido claro, adios y suerte ;)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Disabling the display (X Server) restart with ctrl-alt-bksp]]></title>
<link>http://digitizor.wordpress.com/?p=38</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 22:31:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>dkd903</dc:creator>
<guid>http://digitizor.wordpress.com/?p=38</guid>
<description><![CDATA[Open the xorg.conf file in your favourite text editor. This file, xorg.conf lies in the /etc/X11 fol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Open the <strong>xorg.conf</strong> file in your favourite text editor. This file, <strong>xorg.conf</strong> lies in the <strong>/etc/X11</strong> folder in most standard Linux installations. Then add the following lines at the end of the xorg.conf file:</p>
<blockquote><p><strong>Section "ServerFlags"<br />
Option "DontZap"  "On"<br />
EndSection</strong></p></blockquote>
<p>Save the file and close it. Restart your PC. And once when it is up again, you will find that you can no-more restart the display (X11 Server) using the ctrl-alt-bksp key combination. The screenshot of my <strong>xorg.conf</strong> file will give you a better picture:</p>
<p><a href="http://digitizor.wordpress.com/files/2008/06/screenshot2.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-41" src="http://digitizor.wordpress.com/files/2008/06/screenshot2.png?w=119" alt="" width="119" height="95" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Deux X sous Linux, plus de plaisir dans vos jeux.]]></title>
<link>http://olympi.wordpress.com/?p=46</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 17:17:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>olympi</dc:creator>
<guid>http://olympi.wordpress.com/?p=46</guid>
<description><![CDATA[Comme promis dans le précédent billet, nous allons voir comment passer d&#8217;un dual screen à u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Comme promis dans le précédent billet, nous allons voir comment passer d'un dual screen à un mono screen pour jouer.</p>
<p>Voila le principe retenu :</p>
<ol>
<li>On passe sur une console (comme par exemple CTRL+ALT+F2)</li>
<li>On se log et on tape un alias du genre : startxmonitorY</li>
<li>On passe alors en mono-screen, une session X s'ouvre avec une console ouverte</li>
<li>Vous pouvez lancer le jeux à partir du shell ouvert</li>
</ol>
<p>Tout d'abord on va manipuler le fichier /etc/X11/xorg.conf, faites-en une sauvegarde, ouvrez le et regardez la section « ServerLayout », dupliquez la en dessous de la première, puis changez son identifiant et le Screen utilisé. Voici ce que ça donne chez moi :</p>
<pre>#section orignal
Section "ServerLayout"
    Identifier     "Default Layout"
    Screen      0  "ScreenTwin" 0 0
    InputDevice    "Generic Keyboard" "CoreKeyboard"
    InputDevice    "Configured Mouse"
    InputDevice    "Synaptics Touchpad"
EndSection

#section copié et modifié
Section "ServerLayout"
    <span style="color:#ff6600;">Identifier     "<span style="color:#ff0000;">SingleScreen24Layout</span>" # ligne à modifier, et nom à noter</span>
    <span style="color:#ff6600;">Screen      0  "<span style="color:#ff0000;">Screen0</span>" 0 0          # ligne à modifier, et nom à noter</span>
    InputDevice    "Generic Keyboard" "CoreKeyboard"
    InputDevice    "Configured Mouse"
    InputDevice    "Synaptics Touchpad"
EndSection</pre>
<p>Maintenant on va créer ce « Screen », la méthode dépend du driver utilisé, mais voici le principe : il faut créer une nouvelle section Screen avec les options qui vont bien pour avoir un affichage sur un seul écran, nommée comme dans la section ServerLayout.</p>
<p>Si vous utilisez un driver nVidia, vous pouvez utiliser l'utilitaire nvidia-settings pour créer un xorg.conf configurer pour le mono-screen. Puis utiliser la section Screen ainsi généré pour le mettre dans votre xorg.conf.</p>
<p>Chez moi ça donne ça :</p>
<pre>Section "Screen"
    <span style="color:#ff6600;">Identifier     "<span style="color:#ff0000;">Screen0</span>" # on le nomme de la même façon
                             # que dans la section ServerLayout</span>
    Device         "Videocard0"
    Monitor        "Monitor0"
    DefaultDepth    24
    Option         "TwinView" "0"
    Option         "TwinViewXineramaInfoOrder" "DFP-1"
    Option         "metamodes" "DFP-1: nvidia-auto-select +0+0"
EndSection

#version original
Section "Screen"
    Identifier     "ScreenTwin"
    Device         "Videocard0"
    Monitor        "Monitor0"
    DefaultDepth    24
    Option         "TwinView" "1"
    Option         "TwinViewXineramaInfoOrder" "DFP-1"
    Option         "metamodes" "DFP-0: nvidia-auto-select +0+0, DFP-1: nvidia-auto-select +1280+0"
EndSection</pre>
<p>On a notre xorg.conf de prés, on passe à l'étape d'après qui est de lancer le serveur X pour tester notre fichier. Allez dans une console avec CTRL+ALT+F2, logguez vous, puis tapez la commande suivante qui devra normalenent lancer le serveur X avec un shell d'ouvert (xterm) :</p>
<pre>$startx /usr/bin/xterm -- :1 -layout <span style="color:#ff0000;">SingleScreen24Layout</span></pre>
<p>Petite explication de la commande :</p>
<p>startx : programme qui lance le server X</p>
<p>/usr/bin/xterm : programme exécuté après que X soit lancé. par défaut ça ouvre votre session gnome/kde/autre</p>
<p>« -- » : marque le début des arguments qui seront passé à votre serveur X (xorg dans notre cas)</p>
<p>:1 :  on lance X sur la seconde console graphique</p>
<p>-layout SingleScreen24Layout : l'option -layout permet de préciser le layout à utiliser (par défaut le premier du fichier xorg.conf), on utilisera le nom donné à la section ServerLayout copiée.</p>
<p>Si le serveur ne se lance pas, lisez les logs qu'il vous donne et essayez de corriger le problème, ça peut être qu'un simple problème de nom mal recopié ou quelque chose de bien plus casse tête.</p>
<p>Maintenant qu'on a un fichier xorg.conf fonctionnel on va créer un alias dans le fichier de rc de votre shell préféré (le ficier ~\.bashrc pour bash par exemple), ajoutez cette ligne :</p>
<pre>alias startxtruc='startx /usr/bin/xterm -- :1 -layout <span style="color:#ff0000;">SingleScreen24Layout</span>'</pre>
<p>Vous n'aurez plus qu'a taper startxtruc dans une console pour lancer le server X, puis de lancer le jeu.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Xorg.conf casi vacio...]]></title>
<link>http://facusdelacruz.wordpress.com/?p=125</link>
<pubDate>Sun, 11 May 2008 11:04:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Overclock_Orange</dc:creator>
<guid>http://facusdelacruz.wordpress.com/?p=125</guid>
<description><![CDATA[Hoy despues de reinstalar Debian, utilizando el NetInstall de Lenny, este me genero un Xorg.conf cas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Hoy despues de reinstalar<strong> Debian</strong>, utilizando el <em>NetInstall</em> de Lenny, este me genero un Xorg.conf casi vacio.<br />
Por mas <code>dpkg-reconfigure xserver-xorg, X --configure</code>, copiar otros <code>xorg.conf</code> desde Lives CD's, nada funcionaba. El monitor estaba fuera de frecuencia.<br />
Pregunte por Freenode (<code>#Debian-es</code>), busque en manuales de mi monitor, webs, etc.<br />
Logre hacerlo funcionar (gracias a <em>fumachu</em> y <em>deny[all]</em> que me ayudaron).</p>
<p><strong>¿Sera un bug de Debian?.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Changing system configuration: switchconf]]></title>
<link>http://meandubuntu.wordpress.com/?p=74</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 09:56:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>ushimitsudoki</dc:creator>
<guid>http://meandubuntu.wordpress.com/?p=74</guid>
<description><![CDATA[As I haven&#8217;t found the perfect configuration for my system (yet), I sometimes want to use diff]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>As I haven't found the perfect configuration for my system (yet), I sometimes want to use different configuration files, like selecting a different xorg.conf.</p>
<p>My previous method had been to keep the various configuration files in /etc/X11, and then copy the desired one over xorg.conf and re-start X. This isn't really a <em>bad</em> solution, but I thought I might look into an alternative way: select the xorg.conf I want at boot.<!--more--></p>
<p>This is a pretty simple process:</p>
<h3>Get the tool</h3>
<p>You need to install switchconf first. It is in repositories, so:</p>
<pre style="padding-left:30px;">$sudo apt-get install switchconf</pre>
<h3>Create your configurations</h3>
<p>This is pretty simple once you understand what to do: First, create a directory with the <em>name </em>of the configuration. Then, create a path of directories to the desired config file that "mirrors" the "real" path and put the desired file there.</p>
<p>For example: One configuration I want is going to be called "xinerama", and I want it to use a specific xorg.conf that runs xinerama across all three monitors.</p>
<p>First, then, create the directory <em>/etc/switchconf/xinerama</em>, and then "underneath" this directory, you will create <em>/etc/X11</em> and place the desired <em>xorg.conf </em>file. The resulting complete file name with path, then will be:</p>
<pre style="padding-left:30px;">/etc/switchconf/xinerama/etc/X11/xorg.conf</pre>
<p>You can see how the portion after the configuration name<em> (xinerama)</em>, mirrors the path to the "real" xorg.conf.</p>
<p>Since I want to have 3 different configurations to choose from I repeat this process, ending up with:</p>
<pre style="padding-left:30px;">/etc/switchconf/xinerama/etc/X11/xorg.conf
/etc/switchconf/single/etc/X11/xorg.conf
/etc/switchconf/twinplus/etc/X11/xorg.conf</pre>
<p>You can obviously see how to add multiple files to a specific configuration by following the "mirroring" path process. The man page suggests that if you set up a file in one configuration you do so in all configurations, to prevent one configuration's files getting mixed up with another's.</p>
<h3>Check your work</h3>
<p>See what the resulting available configurations are:</p>
<pre style="padding-left:30px;">$switchconf -list
single
twinplus
xinerama</pre>
<h3>Call the configuration at boot time</h3>
<p>Although it doesn't seem to be documented in the man page for switchconf, <a href="http://www.mail-archive.com/debian-bugs-dist@lists.debian.org/msg317772.html">you can use a kernel option at boot time to call the configuration</a>.</p>
<p>So, the relevant portions of my edited <em>/boot/grub/menu.lst</em> looks like:</p>
<p>[sourcecode language='ruby']<br />
title		Ubuntu 8.04, kernel 2.6.24-17-rt (TWINPLUS)<br />
root		(hd0,0)<br />
kernel		/boot/vmlinuz-2.6.24-17-rt root=UUID=d2b5a184-9104-4aff-8011-cb50d784afb9 ro quiet splash switchconf=twinplus<br />
initrd		/boot/initrd.img-2.6.24-17-rt<br />
quiet</p>
<p>title		Ubuntu 8.04, kernel 2.6.24-17-rt (XINERAMA)<br />
root		(hd0,0)<br />
kernel		/boot/vmlinuz-2.6.24-17-rt root=UUID=d2b5a184-9104-4aff-8011-cb50d784afb9 ro quiet splash switchconf=xinerama<br />
initrd		/boot/initrd.img-2.6.24-17-rt<br />
quiet</p>
<p>title		Ubuntu 8.04, kernel 2.6.24-17-rt (SINGLE)<br />
root		(hd0,0)<br />
kernel		/boot/vmlinuz-2.6.24-17-rt root=UUID=d2b5a184-9104-4aff-8011-cb50d784afb9 ro quiet splash switchconf=single<br />
initrd		/boot/initrd.img-2.6.24-17-rt<br />
quiet</p>
<p>title		Ubuntu 8.04, kernel 2.6.24-17-rt (recovery mode)<br />
root		(hd0,0)<br />
kernel		/boot/vmlinuz-2.6.24-17-rt root=UUID=d2b5a184-9104-4aff-8011-cb50d784afb9 ro single<br />
initrd		/boot/initrd.img-2.6.24-17-rt<br />
[/sourcecode]</p>
<p>Note the "switchconf=<em>configuration name</em>" at the end of each "kernel" line. Set the one you want as your default at the top of the list.</p>
<p><em>2008.05.08 Edited To Add:<br />
</em>Don't use "SINGLE" as a name, because it will cause <a href="https://wiki.ubuntu.com/FriendlyRecovery">friendly-recovery</a> to activate at boot - I guess it picks up on the word and thinks you are trying to do something in <em>single user</em> and starts up. I tried to find where to report this as a bug, but gave up. I just changed it to "MIDDLEONLY" (along with the corresponding changes in the kernel option and switchconf directory, and it cleared the problem.</p>
<p>That's it! Now you can pick your desired xorg.conf at boot! (Or even a more customized configuration!) I will give this a try for a bit and see how it works - if you try it or if you have a better way let me know!</p>
<p>(I would really like to be able to select the xorg.conf from the login screen and just have it re-start X, since this would be much quicker than a reboot.)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Wielki powrót Slackware]]></title>
<link>http://mati304.wordpress.com/?p=79</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 19:42:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>mati304</dc:creator>
<guid>http://mati304.wordpress.com/?p=79</guid>
<description><![CDATA[Dzisiaj skorzystałem z większej ilości wolnego czasu i wreszcie zmusiłem ów system do działani]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dzisiaj skorzystałem z większej ilości wolnego czasu i wreszcie zmusiłem ów system do działania. Małe zmiany w opcjach uruchamiania i Slack po prostu wstał. Co prawda chwilę spędziłem na zabawie z niedziałającą rolką, ale <a href="http://gigablogs.wordpress.com">Trivelt</a> pokazał mi, gdzie tkwił <a href="http://gigablogs.wordpress.com/2008/04/25/man-sudo-i-problemow-ze-slackiem-kilka">problem</a>. Zdążyłem trochę go spersonalizować, głównie od strony technicznej. Między innymi zainstalowałem sobie slapt-get, którym bardzo łatwo instaluje się pakiety (coś na wzór apt znanego z Debianowych). W chwili obecnej zapuściłem upgrade pakietów i mam poważne obawy co do godziny, kiedy się skończy. Kwestię estetyki, czyli zmianę motywu, ikon, zostawiam na dzień jutrzejszy ;]</p>
<p>Na razie taki sobie, bo standardowy screen:</p>
<p><a href="http://mati304.wordpress.com/files/2008/04/slackscreenxd.png"><img src="http://mati304.wordpress.com/files/2008/04/slackscreenxd.png?w=250" alt="" /></a></p>
<p>Tak w ogóle to nie mogę się połapać w nowym WP, nawet się nie domyślacie ile nerwów kosztowało mnie umieszczenie tego screena ;)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Synaptics e Touchpad]]></title>
<link>http://maintux.wordpress.com/?p=81</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 15:00:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>maintux</dc:creator>
<guid>http://maintux.wordpress.com/?p=81</guid>
<description><![CDATA[Ciao torno a scrivere dopo un po di assenza dovuta ad impegni vari&#8230;
Bene oggi volevo descriver]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ciao torno a scrivere dopo un po di assenza dovuta ad impegni vari...</p>
<p>Bene oggi volevo descrivere la procedura da seguire per utilizzare al meglio il touchpad del nostro portatile. La procedura descritta è estendibile in genere a tutte le distribuzioni.</p>
<p>Per prima cosa installiamo i driver corretti del touchpad e il programma per settarlo come segue:</p>
<p>sudo pacman -S synaptics gsynaptics</p>
<p>Fatto ciò passiamo alla configurazione del server X (sudo gedit /etc/X11/xorg.conf) inserendo nella parte relativa agli inputdevice quanto segue:</p>
<blockquote><p>Section "InputDevice"<br />
Driver     "synaptics"<br />
Identifier "Touchpad"<br />
Option  "Device"        "/dev/input/mouse0"<br />
Option  "Protocol"      "auto-dev"<br />
Option  "LeftEdge"      "1700"<br />
Option  "RightEdge"     "5300"<br />
Option  "TopEdge"       "1700"<br />
Option  "BottomEdge"    "4200"<br />
Option  "FingerLow"     "25"<br />
Option  "FingerHigh"    "30"<br />
Option  "MaxTapTime"    "180"<br />
Option  "MaxTapMove"    "220"<br />
Option  "VertScrollDelta" "100"<br />
Option  "MinSpeed"      "0.06"<br />
Option  "MaxSpeed"      "0.12"<br />
Option  "AccelFactor" "0.0010"<br />
Option  "SHMConfig"     "on"<br />
EndSection</p></blockquote>
<p>Quindi inseriamo nella Section "Module" la riga che ci permette di caricare il driver: Load  "synaptics"</p>
<p>ed infine nella Section "ServerLayout" aggiungiamo la riga per usare il nostro input device: InputDevice    "Touchpad"  "SendCoreEvents".</p>
<p>Bene ora salviamo e riavviamo il server X. Dovremmo avere un touchpad funzionante con scroll ecc. Per modificare alcune impostazioni (quelle inserite sono standard) possiamo utilizzare il programma installato precedentemente : gsynaptics.</p>
<p>Ciao alla prossima</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Wacom Bamboo and Debian]]></title>
<link>http://udim.wordpress.com/?p=38</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 21:37:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>udim</dc:creator>
<guid>http://udim.wordpress.com/?p=38</guid>
<description><![CDATA[I&#8217;ve just purchased a new toy: the Wacom Bamboo tablet. Without any modifications, the tablet ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>I've just purchased a new toy: the Wacom Bamboo tablet. Without any modifications, the tablet behaves in X like a (very slow) touchpad.<br />
Luckily, kernel and xorg drivers are available, though support is not mature yet (I was expecting some gnome configuration tool).</p>
<p><u>Installing a Wacom Bamboo on Debian testing:</u><br />
<strong>A. Install the following packages:</strong><br />
Packages that should be already on your system:<br />
1. xserver-xorg-input-wacom (version 0.7.9.3-2)<br />
2. linux-image-2.6.24-1-686 (or possibly 2.6.23, 2.6.22, YMMV)</p>
<p>Packages that you probably don't have yet:<br />
3. wacom-tools (version 0.7.9.3-2)</p>
<p><strong>B. Tweak your <code>/etc/X11/xorg.conf</code>:</strong><br />
1. Add the following sections.</p>
<pre>
Section "InputDevice"
        Identifier      "stylus"
        Driver          "wacom"
        Option          "Device"                "/dev/input/wacom"
        Option          "Type"                  "stylus"
        Option          "USB"                   "on"
EndSection

Section "InputDevice"
        Identifier      "eraser"
        Driver          "wacom"
        Option          "Device"                "/dev/input/wacom"
        Option          "Type"                  "eraser"
        Option          "USB"                   "on"
EndSection

Section "InputDevice"
        Identifier      "cursor"
        Driver          "wacom"
        Option          "Device"                "/dev/input/wacom"
        Option          "Type"                  "cursor"
        Option          "USB"                   "on"
EndSection

Section "InputDevice"
        Identifier      "pad"
        Driver          "wacom"
        Option          "Device"                "/dev/input/wacom"
        Option          "Type"                  "pad"
        Option          "USB"                   "on"
EndSection
</pre>
<p>2. Change the following section to look something like this:</p>
<pre>
Section "ServerLayout"
        Identifier      "Default Layout"
        Screen          "Default Screen"
        InputDevice     "Generic Keyboard"
        InputDevice     "Configured Mouse"
        InputDevice     "stylus"                "SendCoreEvents"
        InputDevice     "eraser"                "SendCoreEvents"
        InputDevice     "cursor"                "SendCoreEvents"
        InputDevice     "pad"                   # no core events
EndSection
</pre>
<p><strong>C. Configure the touch ring to act like a mouse wheel (i.e. scrolling).</strong><br />
1. I put the configuration in the in file <code>/etc/X11/Xsession.d/80wacom-config_scrollpad</code>, for lack of a better place.<br />
Its contents:</p>
<pre>
xsetwacom set pad AbsWDn "5"
xsetwacom set pad AbsWUp "4"
</pre>
<p><strong>D. That's it.</strong></p>
<p><a href="http://linuxwacom.sourceforge.net/index.php/howto/main">More documentation and options here.</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Firefox 2.0/3.0 on Linux and forward/back mouse buttons]]></title>
<link>http://davidhilton.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 17:09:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>davidhilton</dc:creator>
<guid>http://davidhilton.wordpress.com/?p=20</guid>
<description><![CDATA[I use an Intellimouse Explorer 4.0A, which has always required modifications of xorg.conf for  forwa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>I use an Intellimouse Explorer 4.0A, which has always required modifications of xorg.conf for  forward/back to work under linux.</p>
<p>With firefox 2.0, button mappings for forward and back required one of two things to make them work:</p>
<blockquote><p><code>Option         "Buttons" "5"<br />
Option         "ZAxisMapping" "4 5"<br />
Option         "ButtonMapping" "1 2 3 6 7"</code></p>
<p>or</p>
<p><code>xmodmap -e "pointer = 1 2 3 4 5 8 9 6 7 10 11"</code></p></blockquote>
<p>In firefox 3.0 (at least beta4), button mappings have changed.  To get my my buttons to work, I had to run:</p>
<blockquote><p><code>xmodmap -e "pointer = 1 2 3 4 5 8 9 6 7 10 11"</code></p>
<p>which simply undid the change I had made to xorg.conf for firefox 2.0.</p></blockquote>
<p>I have now removed my mouse-related modifications to xorg.conf.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cambiare risoluzione schermo in Slax 6]]></title>
<link>http://sonoffree.wordpress.com/?p=184</link>
<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 16:40:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>sonoffree</dc:creator>
<guid>http://sonoffree.wordpress.com/?p=184</guid>
<description><![CDATA[Un problema che mi ha assillato per un po&#8217; è stata la configurazione della risoluzione dello ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Un problema che mi ha assillato per un po' è stata la configurazione della risoluzione dello schermo con ormai l'inseparabile Slax. Infatti la configurazione automatica non andava oltre al 1024x768 e avendo uno schermo che normalmente uso a 1280x1024, la cosa risultava fastidiosa. La soluzione trovata consiste nel bloccare la configurazione di Xorg a ogni avvio e poi configurarlo manualmente. Ecco come ho fatto</p>
<p>Mi raccomando, prima di iniziare procuratevi le caratteristiche del monitor (frequenze orizzontali e verticali) e informatevi su che driver open utilizza la vostra scheda video (se non volete usare i VESA).</p>
<p>L'operazione è semplice, bisogna modificare con un editor di testo (io uso nano, se non l'avete dovrebbe andare mcedit) il file</p>
<blockquote><p>/etc/X11/gui.conf</p></blockquote>
<p>e cambiare</p>
<blockquote><p>SKIP_XCONF=</p></blockquote>
<p>con</p>
<blockquote><p>SKIP_XCONF=yes</p></blockquote>
<p>Salvate e uscite. In questo modo avete impedito a Xorg di riconfigurarsi a ogni avvio. Se e quando cambierete pc, riportate le cose come prima.</p>
<p>Ora riavviate il pc e avviate Slax in modalità testo. Lanciate</p>
<blockquote><p>xorgconfig</p></blockquote>
<p>e seguite tutti i passi che vi guideranno alla perfetta configurazione della scheda video. Per i driver io consiglio i VESA se non avete esigenze particolari (che magari vanno sia sul pc di casa con ATI che in ufficio con nVidia). Fate attenzione a immettere la risoluzione giusta, permettetegli di sovrascrivere xorg.conf e poi fate partire la grafica con</p>
<blockquote><p>startx</p></blockquote>
<p>Ebbene, teoricamente non vedrete la risoluzione massima. Dovete aprire il centro di controllo di KDE, selezionare 1280x1024, renderla predefinita a ogni avvio e finalmente dovrebbe andare tutto.</p>
<p>Altro consiglio, vi conviene salvare xorg.conf da qualche parte, così se lo configurate per un altro pc, starete prima a ripristinarlo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MicroClient Sr. - Sorting out the video driver]]></title>
<link>http://microclient.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 08:28:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Graham Dinsdale</dc:creator>
<guid>http://microclient.wordpress.com/?p=16</guid>
<description><![CDATA[As I mentioned in my post on installing Xubuntu on the MicroClient, the default video driver that Xu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>As I mentioned in <a href="http://microclient.wordpress.com/2008/02/27/installing-xubuntu-710-on-the-norhtec-microclient-sr/" title="Installing Xubuntu 7.10 on the MicroClient Sr." target="_blank">my post on installing Xubuntu on the MicroClient</a>, the default video driver that Xubuntu goes for is VESA. While this  at least works, screen re-drawing and animation can be painfully slow when the CPU is under heavy load.</p>
<p>The video chipset is the VIA CX700M, specifically the "3157" integrated video processor. The best open source driver for this is from the <a href="http://www.openchrome.org/" title="The OpenChrome Project" target="_blank">OpenChrome project</a>, but the release included with Xubuntu 7.10 is too old to include the driver for the specific chip in the MicroClient Sr. This means that I have to build the driver from source.</p>
<p>This can be done quite easily by following <a href="https://help.ubuntu.com/community/OpenChrome" title="Ubuntu Community Documentation - OpenChrome" target="_blank">these instructions from the Ubuntu community documentation on OpenChrome</a>. The steps required are outlined below.</p>
<ul>
<li>Make sure you have all necessary packages (subversion autoconf automake1.9 libtool).</li>
<li>Grab the source code from the OpenChrome project.</li>
<li>Run a script to automatically configure the code.</li>
<li>MAKE and then MAKE INSTALL the driver.</li>
<li>Edit /etc/X11/xorg.conf to change the device driver from VESA to openchrome.</li>
<li>Restart the X server by logging out of Xubuntu and then pressing CTRL-ALT-BACKSPACE at the login prompt.</li>
</ul>
<p>This worked fine for me and I now have a fully working X server/desktop with much smoother/better graphics action. Changing from VESA to openchrome drivers can improve frame rate by as much as 100%. ;-)</p>
<p>Now, the next thing to do is to install my printer which unfortunately requires the latest version of gutenprint...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MX518 und die "Zurück"-Taste]]></title>
<link>http://tuxar.wordpress.com/2008/02/27/mx518-und-die-zuruck-taste/</link>
<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 22:45:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tuxar</dc:creator>
<guid>http://tuxar.wordpress.com/2008/02/27/mx518-und-die-zuruck-taste/</guid>
<description><![CDATA[So hier mal mein erster Beitrag in meinem frischen Blog.
Hoffe das ich hier durchblicke  
Es geht um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>So hier mal mein erster Beitrag in meinem frischen Blog.</p>
<p>Hoffe das ich hier durchblicke ;)</p>
<p>Es geht um die <a href="http://www.logitech.com/index.cfm/mice_pointers/mice/devices/187" title="Logitech Website zu MX518" target="_blank">Logitech Maus MX158</a>. Im Firefox öffnet sich immer ein neues Fenster/Tab wenn ich zurück möchte. Was für mich stupid ist. Also habe ich mal gesucht wo ich das Einstellen könnte.<!--more-->Kurz mal bei ubuntuusers vorbei geschaut ( Ubuntu baut ja auf Debian auf. Wieso nicht einfach da nach einer Lösung suchen :) ) und schon was tolles gefunden:</p>
<p><a href="http://wiki.ubuntuusers.de/evdev" title="evdev bei Ubuntuusers.de" target="_blank">"evdev" ist ein neues Protokoll u.a. für Eingabegeräte, das seit Ubuntu Hoary zur Verfügung steht und besser funktioniert als die zuvor verwendeten Protokolle.</a></p>
<p>Funktioniert Wunderbar!  Achtung immer schön eine Sicherung von seiner xorg.conf machen (<i>cp /etc/X11/xorg.conf /etc/X11/xorg.conf.org)</i>!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Virtualbox e Ubuntu: come ho risolto il problema del mouse invisibile ]]></title>
<link>http://melchiorre.wordpress.com/?p=24</link>
<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 13:05:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>melchiorre</dc:creator>
<guid>http://melchiorre.wordpress.com/?p=24</guid>
<description><![CDATA[Come vi dicevo in questo post mi sono scaricato Ubuntu 8.04 alpha 4, nome in codice Hardy Heron (HH)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Come vi dicevo in questo <a href="http://melchiorre.wordpress.com/2008/02/03/hardy-heron-alpha-4-download/" title="http://melchiorre.wordpress.com/2008/02/03/hardy-heron-alpha-4-download/" target="_blank">post</a> mi sono scaricato Ubuntu 8.04 alpha 4, nome in codice Hardy Heron (HH), e me la sono installata tutto contento sulla mia <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/VirtualBox" title="http://it.wikipedia.org/wiki/VirtualBox" target="_blank">virtualbox</a> 1.5.4.  Installazione rapidissima, nessun errore, insomma tutto fila liscio.</p>
<p>La prima cosa che faccio è installare le Virtualbox Guest Additions (da ora le chiamerò per comodità VboxGA, e perché no per affetto: chi non dà nomignoli stupidini alla propria ragazza/o tipo tigrotta, gattina... beh io le Virtualbox Guest Additions in intimità le chiamo VboxGA :-P), che sono particolari driver e configurazioni per migliorare le prestazioni e per aumentare le risoluzioni video del sistema operativo virtualizzato (natoare che la risoluzione massima che ubuntu HH mi permetteva di settare prima di installare le VboxGA era di 800x600).</p>
<p>Una volta installate riavvio: tutto va alla perfezione, schermo settato a 1024x768 (che su un sistema operativo virtualizzato che uso solo per test mi va anche bene), video più veloce e... porca miseria, non si vede il mouse! Riesco a muovere il mouse ma non riesco a vederlo, puffunbacco!!!</p>
<p><!--more--></p>
<p>Prima cosa che faccio è controllare il file xorg.conf di HH per controllare che il mouse sia settatto correttamente e noto che è tutto a posto, gioco un po' con il driver per il mouse, riavvio ma nulla, è sempre invisibile.</p>
<p>Cercando con google non trovo nulla, né in italiano né in inglese, solo un post che riguarda fedora e uno pclinuxos. A dir la verità trovo un post in italiano di uno che ha il mio problema con debian virtualizzata e che ha risolto, ma natuarlamente non dice come (che ti venga un colpo di sonno mentre giaci con la tua ragazza!!! :-)).</p>
<p>Poco fa decido di tornare su xorg.conf, ma tutto è a posto... ehi un attimo, ma qui manca qualcosa... ma porca miseria, manca una sezione; non me ne ero accorto perché lo xorg.conf di HH su virtualbox è molto scarno.</p>
<p>La sezione incriminata è ServerLayout che aggiungo copiandola e incollandola dal mio ubuntu principale 7.10.</p>
<p>Per chi fosse interessato eccola:<br />
<code><br />
Section "ServerLayout"<br />
Identifier	"Default Layout"<br />
Screen		"Default Screen"<br />
InputDevice	"Generic Keyboard"<br />
InputDevice	"Configured Mouse"<br />
EndSection<br />
</code><br />
Ovviamente i nomi dei vari componenti deve essere lo stesso di quello descritto nelle altre sezioni di xorg.conf.<br />
Riavvio e il mouse finalmente si vede! Un "sì" di gioia mi è sgorgato dal cuore.<br />
Eccovi uno screenshot dei Ubuntu HH in una finestra di Ubuntu Gutsy:</p>
<p><a href="http://melchiorre.wordpress.com/files/2008/02/schermata.png" title="Ubuntu Hardy in ubuntu Gutsy"><img src="http://melchiorre.wordpress.com/files/2008/02/schermata.thumbnail.png" alt="Ubuntu Hardy in ubuntu Gutsy" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
