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	<title>basic-channel &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "basic-channel"</description>
	<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 17:15:45 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Mix / Blankets: No.4]]></title>
<link>http://saputotime.wordpress.com/?p=147</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 19:17:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>saputotime</dc:creator>
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<description><![CDATA[
I originally made these mixes for myself when i had a terrible bout of insomnia. The whole process ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-150" src="http://saputotime.wordpress.com/files/2008/08/picture-2.png" alt="" width="460" height="461" /></p>
<p>I originally made these mixes for myself when i had a terrible bout of insomnia. The whole process helped me find my way back to a somewhat normal sleeping schedule. This series has been about creating a meditative head space. It's multi layered and the tracks featured rarely are in their original form. Part of the fun in this process for me was creating unique edits and finding the perfect sequence, including layers of samples and field recordings, to create a floating-down-the-river sensation.</p>
<p>Big, big-ups to <a href="http://www.myspace.com/strategymusic" target="_blank">Strategy</a> for lacing me with a gorgeous unreleased track, "Put Your Air in the Hands" (check it at 35m 45s). I had <a href="http://www.discogs.com/image/R-249336-1176311666.jpeg" target="_blank">the pleasure of designing his Kranky debut</a> <em>Drum Solo's Delight </em>back in 2004. If you don't already have it get it, it's a classic.</p>
<p>[audio http://saputotime.files.wordpress.com/2008/08/blankets-no-4.mp3]</p>
<p><a href="http://saputotime.files.wordpress.com/2008/08/blankets-no-4.mp3"><strong>Download</strong> </a></p>
<p><strong>B4</strong>: 49m 26s:</p>
<ol>
<li>Jon Tulchin- "Bamboo (Manoa)" (field recording from Oahu)</li>
<li>Shuttle358- "Rocks are Nice" [edit]</li>
<li>Robert Babicz- " Emie"</li>
<li>Windy and Carl- "Antarctica"</li>
<li>Yumi Bitsu "Surface" [edit]</li>
<li>Oren Ambarchi- "Suspension"</li>
<li>Dale Lloyd-  "Airs For Beacons / Signals For Ports"</li>
<li>Claro Intelecto- "Beautiful Death" [edit]</li>
<li>Strategy- "Put Your Air in the Hands" [unreleased]</li>
<li>Vainqueur- "Solanus (Extracted)" [edit]</li>
<li>Markus Guentner- "Wanderung"</li>
</ol>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[2562 - Aerial (2008; Tectonic, Inglaterra)]]></title>
<link>http://camarilhadosquatro.wordpress.com/?p=217</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 00:48:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>corazondiablo</dc:creator>
<guid>http://camarilhadosquatro.wordpress.com/?p=217</guid>
<description><![CDATA[
2562 é o nome do projeto de dubstep do produtor holandês (Haia) Dave Huismans. Ele gravou a parti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://camarilhadosquatro.wordpress.com/files/2008/07/2562aerial.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-218" src="http://camarilhadosquatro.wordpress.com/files/2008/07/2562aerial.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a></p>
<p>2562 é o nome do projeto de dubstep do produtor holandês (Haia) Dave Huismans. Ele gravou a partir de 2004 sob os pseudônimos de Dogdaze e A Made Up Sound, mas só ganhou reconhecimento maior em 2007, quando lançou pelo selo Tectonic, do produtor Pinch, alguns singles que ganharam rapidamente atenção por parte de admiradores tanto de dubstep quanto de techno (<em>Kameleon/Channel One</em>, <em>Channel Two/Circulate</em>). Em 2008, antes de lançar seu primeiro LP, <em>Aerial</em>, lançou o terceiro single pelo selo, <em>Techno Dread/Enforcers</em>. (RG)</p>
<p>* # *</p>
<p>O dubstep é um gênero relativamente novo, mas cuja reverberação atingiu longo alcance de maneira muito rápida. Aliás, menos como fenômeno de público do que como manifestação propriamente musical – como algo que interessa primeiramente a músicos e admiradores pela abertura de caminhos originada tanto para o dub quanto para a música eletrônica de batida quebrada (breakbeat, drum'n'bass, IDM). Mas desde que o dubstep começou a aparecer com maior força na cena britânica – o que deve coincidir com o momento em que a influente apresentadora de rádio Mary-Anne Hobbs decidiu encampar o dubstep como "a" música do momento – tem gente sonhando com a união entre as sonoridades alemãs (o minimal techno, subgênero econômico e elegante que dá ênfase ao ritmo em detrimento dos riffs de teclado ou ganchos melódicos em geral, e o technodub representado por artistas como Basic Channel e mais recentemente Pole) e o novo gênero britânico. Apesar de alguns flertes (o remix de Ricardo Villalobos feito para Shackleton de "Blood On My Hands" – aliás já comentado nesta Camarilha – e o disco mais recente do Pole, <em>Steingarten</em>) que sugerem caminhos mas não realizam simbiose, isso ainda não tinha sido feito. Ou, ao menos, não de forma a realmente causar confusão entre os gêneros. Aí apareceu o 2562, um jovem DJ embebido de todo dub atmosférico basicchanneliano e seus teclados com delay de dub que se apaixonou pelas possibilidades rítmicas do dubstep. E um esmero pela produção coesa e discreta dos <em>minimais</em>.</p>
<p><em>Aerial </em>é um passo além dos singles lançados nos últimos meses. Das seis faixas lançadas antes do disco, quatro são aqui incluídas, entre as dez que compõem o disco. Mas os holofotes do disco são ocupados por duas inéditas, soberbas: "Morvern", com seu leitmotiv de som de pássaros e grave forte, marcado, criando bela dinâmica com os contratempos, e "Moog Dub" com seus impressionantes ganchos de graves e teclados em delay. Em seguida, duas já conhecidas, "Channel Two" e "Techno Dread", que mostram o interesse de Huismans pelo dubstep de andamento rápido (ou <em>uptempo</em>) próprio para pistas menos radicais. "Techno Dread", então, talvez seja a síntese mais perfeita de sensibilidades techno e dubstep: a repetição trabalhada nos teclados e na marcação de bumbo, e os contratempos e caixa fazendo brilhantemente o 2Step necessário ao qual o grave denso do dub se associa. Juntas, essas quatro compõem o coração do álbum, numa seqüência imbatível.</p>
<p>Vale notar que a música de 2562 é uma música impessoal, "fria". Ou seja, o oposto daquele que até agora foi o único artista que conseguiu se aventurar com excelentes resultados pela área do álbum de dubstep, Burial. Assim, é de impressionar a versatilidade do disco em sempre revelar uma faceta nova dentro de um mesmo repertório de sons e estratégias, e a variação operada ao longo da audição. <em>Aerial </em>é um disco que se ouve inteiro muito bem, e como progressão: o que, deve-se dizer, é bem raro em discos eletrônicos com orientação para pista, e talvez mais raro ainda para o dubstep. Às faixas de andamento rápido, ele alterna algumas mais lentas ("Moog Dub", "Basin Dub") que demoram ambas seus dois primeiros minutos para construir minuciosamente seus gancho de grave, e quando o fazem, a riqueza das faixas aparece em toda atmosfera criada.</p>
<p>Convém também chamar a atenção para "Redux", a faixa que abre o disco, um dub lento que meio que dá o caminho das pedras do elo Alemanha-Inglaterra que o disco faz, jogando seus teclados psicodélicos à Basic Channel sobre chiados e uma bateria seca. "Enforcers" e "Kameleon", duas faixas já lançadas anteriormente, representam respectivamente facetas próximas ao house e ao dubstep de atabaques típico de Shackleton (atabaques que, aliás, são mais discretos e eficientes em outras faixas do disco). "The Times" fecha o disco evocando o começo, e funciona em seu intento. Apenas "Greyscale", em todo disco, parece um descaminho, ou melhor, um experimento de menor interesse.</p>
<p>Sem dúvida um dos mais significativos lançamentos de música eletrônica do ano, <em>Aerial </em>é certeiro tanto conceitualmente como no sentido da fruição, e representa à perfeição contradições e impasses de tradições e movimentos eletrônicos. Ou seja, não só o disco de estréia de 2562 é uma incursão bem-sucedida no âmbito "oficial" da música, como também é a síntese das tensões inerentes à arte de um período. E isso faz de Aerial não só um excelente disco, mas também um testemunho importante da música de 2008. (Ruy Gardnier)</p>
<p>*#*</p>
<p>Recorro a um exemplo excepcional para expor a novidade e o barato deste <em>Aerial</em>, primeiro álbum de Dave Huismans, conhecido pela alcunha 2562. Outro dia, conversando com meio tio jazzófilo, falávamos sobre uma característica ambígüa da música do pianista americano, Lennie Tristano. Apesar de toda particularíssima frieza de sua concepção musical, as melodias, ricas em contrapontos, emanam um balanço morno e aconchegante. Sua música é hipercalculada, mas automaticamente envolve o ouvinte. Nem tão estranho o paradoxo, nem tão sem valor, já que sua genialidade se alimenta dele. Assim é <em>Aerial</em>: <em>avis rara</em> em seu próprio contexto - tal como a coletânea da Skull Disco com Shackleton e Appleblim. Paradoxalmente simples e minucioso, soturno e dançante, traz um trabalho admirável sobre um conceito aparentemente simples: a sobreposição de estruturas. Sejam as estruturas de composição, basicamente impressionistas; sejam as estruturas rítmicas, compostas por recortes do reggae, do techno (e da soca, notadamente em “Morvern” e “Kameleon”); sejam as estruturas timbrísticas, evocando por vezes a abrasividade, outras vezes o silêncio. Operando sobre estas estruturas, Huismans cria “peças” intrigantes, como os reggaes “Moog dub” e “Basin dub”, o big beat estilizado “Enforcers” e a inominável “Grayscale”. A batida marcial de “The times”, que lembra “Drugs” dos Talking Heads, finaliza o disco de forma dura e seca, me levando a divagar acerca do teor das letras, caso o álbum as tivesse. <em>Aerial</em> nos surpreende pela desenvoltura com que Huismans articula estes diversos níveis, desenvolvendo o plano conceitual de sua música sem prejudicar a fruição, pois sabor, jovialidade e um alto teor de novidade atravessam todo o álbum. (Bernardo Oliveira)</p>
<p align="justify">*#*</p>
<p align="justify"><em>Aerial </em>é tanto um álbum típico como um produto do refinamento de um produtor talentoso. Vindo de um meio que se caracterizou pela grande quantidade de artistas que aparecem com uma série de 12'' e outros formatos de curta duração, 2562 faz parte da seleta, mas crescente turma daqueles que conseguiram, com suavidade e eficiência fazer a transição para o complicado formato do álbum. Digo isso não apenas para artistas de <em>dubstep</em> (ou da mais precisa vertente onde o 2562 se encontra,  algo entre o <em>dubstep</em> e o techno) mas para todo tipo de música eletrônica com pendor às pistas; são poucos os artistas de <em>house, eletro,</em> <em>drum'n'bass</em>, <em>techno</em> que conseguiram construir álbuns que justifiquem uma audição de seleções que muitas vezes ultrapassam a razoabilidade. Reunindo duas faixas previamente lançadas em 12'' (as cintilantes "Channel 2" e "Kameleon") e outras que apareceram em coletâneas ("Moog Dub" e "Morvern"), 2562 reúne número de faixas que, pela qualidade, não apenas justificam o lançamento em álbum como lançam luzes sobre suas qualidades de produção e suas peculiaridades que dotam seu trabalho de força para fazer frente aos belos lançamentos recentes do gênero; quer seja o <em>Diary of an Afro-Warrior</em> do Benga ou a versão instrumental do Underwater Dancehall do Pinch. E ainda que não alcance os picos destes dois exemplos, a muito o que apreciar, apesar de acreditar que um pouco mais de dub na receita faria bem a suas investidas.</p>
<p align="justify">Pensando nos lançamentos em outros formatos de Dave Huismans é curioso que, mesmo produzindo a quase uma década e recentemente tendo alcançado bons resultados com seu projeto A Made Up Sound é com o 2562 que ele encontra seu melhor veículo; a fria precisão, a técnica apurada e sem muitos adornos é bastante adequada ao híbrido de <em>techno</em> e <em>dubstep</em> que tanto vem agradando nos últimos dois anos. Talvez uma das razões seja o uso do baixo, sempre denso, sinuoso e reverberante, que traz riqueza a uma programação de <em>beats</em> que apesar de intensa, tende a generalidades muito comuns no gênero, não conseguindo alcançar o brilho que um Martyn obteve em seus 12'', em especial por Huismans ter uma abordagem mais direta, ainda que seu caminhos passem igualmente por Berlim e Londres, sua versão disso poderia ser resumida no padrão desolado e frio do techno mínimo germânico(mais uma vez, não alcançando um resultado tão exitoso como, neste caso, o do Deepspace com seu soberbo <em>The Coldest Season), s</em>endo seu diferencial a precisa desconstrução nas convenções do <em>dubstep</em>. E se isso soa pouco inovador ou estimulante, o atrativo do 2562 é seu modo de trabalhar como ourives, acrescentando a cada uma de suas produções uma riqueza que as torna preciosa, seja um leve ruído branco em "Greyscale", seja o<em> breakbeat </em>desconstruído de "Enforcers", para ficar em dois exemplos que nem mesmo são os destaques do álbum, mas que demonstram como cada uma destas dez faixas foram buriladas com esmero e isso é evidente em cada audição e se transforma em qualidades hipnóticas que justificam audições repetidas. (Marcus Martins)</p>
<p>* # *</p>
<p>Conforme o crescimento de sua exposição e de sua propagação desenfreada, o dubstep vem enfrentando novos desafios relacionados à utilização de um formato mais adequado para a captação de uma audiência mais abrangente. Semelhante a quase toda forma musical direcionada às pistas e com ênfase nas batidas e no ritmo pulsante (mesmo caso do techno, acid house, drum 'n' bass, etc.), esse gênero surgido na Inglaterra há quase cinco anos, encontra algumas barreiras para se adaptar no formato do <em>long player</em>. Feito inicialmente para se encaixar em discos de doze polegadas, cujo suporte é mais apropriado para adaptar faixas mais longas, com grooves de baixo e batidas mais acentuadas, é sempre com alguma relutância que os DJ's, produtores e fãs recebem o <em>compact disc</em>, que como o nome diz, é feito para compactar a música em um disco pequeno e digital. Ou seja, perde-se todo aquele espaçamento característico do vinil, especialmente o de doze polegadas, até hoje o mais utilizado por DJ's, produtores, especialistas e consumidores ávidos na Europa. Perde-se também toda a textura analógica, o baixo vibrante, a batida marcante e as arestas mais bem acabadas da produção, que são grandes características da música de pista. No suporte digital, a música se torna mais comprimida, as freqüências médias mais realçadas e as freqüências graves e agudas menos insinuantes, o que, no caso de gêneros oriundos da eletrônica e do hiphop, pode parecer um defeito a ouvidos mais puristas.</p>
<p>Outro problema defrontado pelo dubstep é o da extensão do <em>long player</em> e o da coesão exigida pelo mesmo. Fica claro em quase todos os lançamentos recentes em CD do gênero, como <em>Diary of an Afro Warrior</em>, do Benga, <em>Underwater Dancehall</em>, do Pinch e as demais coletâneas da Soul Jazz e da Tempa, que o dubstep tende a perder o fôlego em execuções mais longas. É muito difícil para um gênero essencialmente de pista e acostumado ao formato do vinil de doze polegadas não deixar a peteca cair em tempos que ultrapassam os 40 minutos redondos do LP. Burial, talvez seja uma exceção à regra, pois é um dos produtores mais criativos e transgressores do dubstep. Em <em>Untrue</em> ele abdica diversas vezes da batida em favor da criação de atmosferas <em>dreamy</em> e ricas na texturização. Mas até mesmo Burial não consegue manter o clima tão envolvente e abarcador como no seu primeiro disco, talvez ainda o único e grande triunfo do dubstep no formato do <em>long player</em>. Os melhores momentos do gênero ainda estão confinados aos discos de doze polegadas.</p>
<p>Com <em>Aerial</em>, o caso não é muito diferente. É um disco um tanto irregular, que na sua primeira metade oscila entre faixas boas e outras menos inspiradas ("Redux", a primeira, por exemplo, beira a inutilidade). E seu caso é ainda mais complicado: o produtor Dave Huismans não vai tão longe no experimentalismo e na transgressão como Burial. O dubstep de Huismans é quase preso a fórmulas predominantes do gênero: contratempos bem demarcados, baixos circulares e teclados ameaçadores. No entanto, é perceptível um certo refinamento na sua produção; composto de uma atmosfera dub-techno à la Basic Channel, a produção de Aerial é incrementada por diversos efeitos e pequenos detalhes na percussão, que mesmo que superficialmente pareça das mais simples, é enxertada de timbres bem escolhidos e variações complexas. Em "Kameleon", percebe-se uma influência nítida de Shackleton e de suas inovações de percussão, como as batidas tribais e polirítmicas. Não que Huismans não seja um bom produtor, mas ultrapassar barreiras impostas pelo próprio funcionalismo do gênero é algo para poucos (leia-se Burial). (Thiago Filardi)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[New Wackies 12'' - Itopia: Creation]]></title>
<link>http://echomania.wordpress.com/2008/06/24/new-wackies-12-itopia-creation/</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 16:06:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>echomania</dc:creator>
<guid>http://echomania.wordpress.com/2008/06/24/new-wackies-12-itopia-creation/</guid>
<description><![CDATA[The german label basic channel releases another Wackies 12&#8221;. The A side contains the tune ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>The german label basic channel releases another Wackies 12''. The A side contains the tune "Creation" plus the dub version, the b side also features an Itopia tune called "Message from Jah" plus dub. Release date is friday, 27th of June.</p>
<p>To enter the Wackies release site by basic channel click on the sleeve.</p>
<p><a class="aligncenter" href="http://basicchannel.com/label/Wackies" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://i175.photobucket.com/albums/w153/dubechonomist/echomania%20blog%20wordpress/itopia-creation.jpg" alt="" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[M83 - Don't Save Us From the Flames (Superpitcher remix)]]></title>
<link>http://magicistragic.wordpress.com/?p=44</link>
<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 22:12:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>magicistragic</dc:creator>
<guid>http://magicistragic.wordpress.com/?p=44</guid>
<description><![CDATA[
M83-Don&#8217;t Save Us From the Flames (Superpitcher remix)
http://www.divshare.com/download/31217]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="vertical-align:middle;" src="http://i298.photobucket.com/albums/mm247/magicistragic/superpitcher1.jpg" alt="" /></p>
<p>M83-Don't Save Us From the Flames (Superpitcher remix)</p>
<p>http://www.divshare.com/download/3121712-2c1</p>
<p>Well, this is the other fine example of Kompakt shoegazing discussed in the earlier post. This one may actually best the M83 remix below. Maybe it is because it lasts for 12 minutes. Just look at the man. If that doesn't look like a man who is ready to pounce on your bones, then I'm a eunuch. To quote a certain belligerent canine puppet, "I kid, I kid." This one has it all: repetitive, throbbing beats, ethereal crescendos, fey vocals and a slinky vibe that I could listen to all day. It's only one track, but what a doozie it is!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[M83 Run into Flowers (Jackson remix)]]></title>
<link>http://magicistragic.wordpress.com/?p=40</link>
<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 21:00:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>magicistragic</dc:creator>
<guid>http://magicistragic.wordpress.com/?p=40</guid>
<description><![CDATA[
M83
Run Into Flowers(Remixed by Jackson and his Computer Band)
http://www.divshare.com/download/312]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="vertical-align:middle;" src="http://i298.photobucket.com/albums/mm247/magicistragic/l_de09e23d100724aef9ccef576db610fd.png" alt="" width="600" height="600" /></p>
<p>M83</p>
<p>Run Into Flowers(Remixed by Jackson and his Computer Band)</p>
<p>http://www.divshare.com/download/3121627-cc6</p>
<p>It is uncommon to find a track that oozes sensuality. I don't mean sleaze or cheap thrills, but the pulsating, fuzzy kind of sensuality where each drugged beat pulsates and recreates the awkward moments before a first kiss. This track somehow takes the Kompakt label's narcotic beats and melds it to the amniotic sac of the best shoegaze and ambient circa early 90s and the result is a track which I have listened to incessantly. This songs cries out for a genre that hasn't yet been fully explored and I hope some warped soul starts specializing in shoegaze via Kompakt by was of Basic Channel.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[J'écoute ce disque : I am a Levi de Ijahman Levi ]]></title>
<link>http://josephghosn.wordpress.com/?p=119</link>
<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 14:29:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>joseph</dc:creator>
<guid>http://josephghosn.wordpress.com/?p=119</guid>
<description><![CDATA[
Fabuleux morceau décliné en plusieurs versions sur ce maxi réédité par Basic Replay/Basic Chan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://basicchannel.com/images/records_297/brijl-01b.jpg" alt="" width="297" height="297" /></p>
<p>Fabuleux morceau décliné en plusieurs versions sur ce maxi réédité par Basic Replay/Basic Channel. Le morceau date de 1975 et il a une incroyable qualité d'élévation, très joyeuse. Merci à Michel pour en avoir suggéré l'écoute.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Expanding oursoundtracks]]></title>
<link>http://oursoundtracks.wordpress.com/2007/11/21/expanding-oursoundtracks-2/</link>
<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 05:22:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>pressrec</dc:creator>
<guid>http://oursoundtracks.wordpress.com/2007/11/21/expanding-oursoundtracks-2/</guid>
<description><![CDATA[




INTRODUCTION




in the spirit of mix-tapes, oursoundtracks is a place to share sound-collages.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>
<ul>
<ul>
<ul>
<ul>
INTRODUCTION</ul>
</ul>
</ul>
</ul>
<p></strong></p>
<p class="snap_preview"><strong>in the spirit of mix-tapes, oursoundtracks is a place to share sound-collages. displaying everyday peoples’ love for music and sound, and those around them…both made plain in the very need to share. like a film soundtrack making the images and the audience one, we hope to achieve the same when we share our own “soundtracks” with those around us.</p>
<p>oursoundtracks hopes to gather any music or sound made to share.   from dj mixes to everyday (non-mixed) mix cds.</p>
<p>all “soundtracks” will be streamable and downloadable at no charge to the share-er or the share-ey. </p>
<p>this is about sharing, so without all of you, this space won't grow.  please tell your friends!!</p>
<p>SO - let’s press REC - for eachother.</strong></p>
<p><a href="http://oursoundtracks.wordpress.com/%E6%97%A5%E6%9C%AC%E8%AA%9E/">日本語</a>
<ul>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Wouldn't you know it]]></title>
<link>http://littlewhiteearbuds.wordpress.com/2007/03/07/wouldnt-you-know-it/</link>
<pubDate>Wed, 07 Mar 2007 07:09:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>littlewhiteearbuds</dc:creator>
<guid>http://littlewhiteearbuds.wordpress.com/2007/03/07/wouldnt-you-know-it/</guid>
<description><![CDATA[ 
Dominik Eulberg, &#8220;Klangteppichverleger Wolle&#8221;
Daniel Wang, &#8220;Berlin Sunrise (Die ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://farm1.static.flickr.com/126/413404751_42c70e73b7.jpg?v=0" /></p>
<p>Dominik Eulberg, "Klangteppichverleger Wolle"</p>
<p>Daniel Wang, "Berlin Sunrise (Die Dämmerung)"</p>
<p>Jochen Trappe, "Bypass"</p>
<p>Basic Channel, "Presence (edit)"</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
