<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>asimov &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/asimov/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "asimov"</description>
	<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 11:10:21 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Isaac Asimov's cloud ?]]></title>
<link>http://theturningbrain.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 07:16:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raju Gurusamy</dc:creator>
<guid>http://theturningbrain.wordpress.com/?p=7</guid>
<description><![CDATA[With all the buzz about cloud computing, suddenly Multivax (http://www.multivax.com/last_question.ht]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>With all the buzz about cloud computing, suddenly Multivax (<a href="http://www.multivax.com/last_question.html">http://www.multivax.com/last_question.html</a>) no longer seems like just a fictional story.</p>
<p>The multivax's evolution is just about the same as cloud computing's.</p>
<p>We have already given the cloud autonomity. We already have a Google which searches as fast. Semantic searches are growing impressively. Mix it all up and we have a Universal AC answering all our questions.</p>
<p>Some day this might happen :-</p>
<blockquote><p><em>Matter and energy had ended and with it, space and time. Even AC existed only for the sake of the one last question that it had never answered from the time a half-drunken computer ten trillion years before had asked the question of a computer that was to AC far less than was a man to Man.</em></p>
<p><em>All other questions had been answered, and until this last question was answered also, AC might not release his consciousness.</em></p>
<p><em>All collected data had come to a final end. Nothing was left to be collected.</em></p>
<p><em>But all collected data had yet to be completely correlated and put together in all possible relationships.</em></p>
<p><em>A timeless interval was spent in doing that.</em></p>
<p><em>And it came to pass that AC learned how to reverse the direction of entropy.</em></p>
<p><em>But there was now no man to whom AC might give the answer of the last question. No matter. The answer -- by demonstration -- would take care of that, too.</em></p>
<p><em>For another timeless interval, AC thought how best to do this. Carefully, AC organized the program.</em></p>
<p><em>The consciousness of AC encompassed all of what had once been a Universe and brooded over what was now Chaos. Step by step, it must be done.</em></p>
<p><em>And AC said, "LET THERE BE LIGHT!"</em></p>
<p><em>And there was light---- </em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lazy Holyweird writers bother me.]]></title>
<link>http://writersdoyun.wordpress.com/?p=9</link>
<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 04:16:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>writersdoyun</dc:creator>
<guid>http://writersdoyun.wordpress.com/?p=9</guid>
<description><![CDATA[And if scifi writers had to be physicists, well, they&#8217;d be AC Clarke, Isaac Asimov and Gregory]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>And if scifi writers had to be physicists, well, they'd be AC Clarke, Isaac Asimov and Gregory Benford, and there wouldn't be pretty supermodel aliens. (Seven of Nine, tertiary adjunct to unimatrix zero-one; didn't have to look it up, ...<br>sitacuisses.blogspot.com</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Título Desconhecido]]></title>
<link>http://contosdocovil.wordpress.com/?p=613</link>
<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 19:00:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Snaga</dc:creator>
<guid>http://contosdocovil.wordpress.com/?p=613</guid>
<description><![CDATA[Peço perdão pela falta de título,
mas realmente não consegui
encontrá-lo em nenhuma
das minhas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><em>Peço perdão pela falta de título,<br />
mas realmente não consegui<br />
encontrá-lo em nenhuma<br />
das minhas fontes.</em></p>
<p>A última pergunta foi feita pela primeira vez, meio que de brincadeira, no dia 21 de maio de 2061, quando a humanidade dava seus primeiros passos em direção à luz. A questão nasceu como resultado de uma aposta de cinco dólares movida a álcool, e aconteceu da seguinte forma.</p>
<p>Alexander Adell e Bertram Lupov eram dois dos fiéis assistentes de Multivac. Eles conheciam melhor do que qualquer outro ser humano o que se passava por trás das milhas e milhas da carcaça luminosa, fria e ruidosa daquele gigantesco computador. Ainda assim, os dois homens tinham apenas uma vaga noção do plano geral de circuitos que há muito haviam crescido além do ponto em que um humano solitário poderia sequer tentar entender.</p>
<p>Multivac ajustava-se e corrigia-se sozinho. E assim tinha de ser, pois nenhum ser humano poderia fazê-lo com velocidade suficiente, e tampouco da forma adequada. Deste modo, Adell e Lupov operavam o gigante apenas sutil e superficialmente, mas, ainda assim, tão bem quanto era humanamente possível. Eles o alimentavam com novos dados, ajustavam as perguntas de acordo com as necessidades do sistema e traduziam as respostas que lhes eram fornecidas. Os dois, assim como seus colegas, certamente tinham todo o direito de compartilhar da glória que era Multivac.</p>
<p>Por décadas, Multivac ajudou a projetar as naves e enredar as trajetórias que permitiram ao homem chegar à Lua, Marte e Vênus, mas para além destes planetas, os parcos recursos da Terra não foram capazes de sustentar a exploração. Fazia-se necessária uma quantidade de energia grande demais para as longas viagens. A Terra explorava suas reservas de carvão e urânio com eficiência crescente, mas havia um limite para a quantidade de ambos.</p>
<p>No entanto, lentamente Multivac acumulou conhecimento suficiente para responder questões mais profundas com maior fundamentação, e em 14 de maio de 2061, o que não passava de teoria tornou-se real.</p>
<p>A energia do sol foi capturada, convertida e utilizada diretamente em escala planetária. Toda a Terra paralisou suas usinas de carvão e fissões de urânio, girando a alavanca que conectou o planeta inteiro a uma pequena estação, de uma milha de diâmetro, orbitando a Terra à metade da distância da Lua. O mundo passou a correr através de feixes invisíveis de energia solar.</p>
<p>Sete dias não foram o suficiente para diminuir a glória do feito e Adell e Lupov finalmente conseguiram escapar das funções públicas e encontrar-se em segredo onde ninguém pensaria em procurá-los, nas câmaras desertas subterrâneas onde se encontravam as porções do esplendoroso corpo enterrado de Multivac. Subutilizado, descansando e processando informações com estalos preguiçosos, Multivac também havia recebido férias, e os dois apreciavam isso. A princípio, eles não tinham a intenção de incomodá-lo.</p>
<p>Haviam trazido uma garrafa consigo e a única preocupação de ambos era relaxar na companhia do outro e da bebida.</p>
<p>“É incrível quando você pára pra pensar…,” disse Adell. Seu rosto largo guardava as linhas da idade e ele agitava o seu drink vagarosamente, enquanto observava os cubos de gelo nadando desengonçados. “Toda a energia que for necessária, de graça, completamente de graça! Energia suficiente, se nós quiséssemos, para derreter toda a Terra em uma grande gota de ferro líquido, e ainda assim não sentiríamos falta da energia utilizada no processo. Toda a energia que nós poderíamos um dia precisar, para sempre e eternamente.”</p>
<p>Lupov movimentou a cabeça para os lados. Ele costumava fazer isso quando queria contrariar, e agora ele queria, em parte porque havia tido de carregar o gelo e os utensílios. “Eternamente não,” ele disse.</p>
<p>“Ah, diabos, quase eternamente. Até o sol se apagar, Bert.”</p>
<p>“Isso não é eternamente.”</p>
<p>“Está bem. Bilhões e bilhões de anos. Dez bilhões, talvez. Está satisfeito?”</p>
<p>Lupov passou os dedos por entre seus finos fios de cabelo como que para se assegurar de que o problema ainda não estava acabado e tomou um gole gentil da sua bebida. “Dez bilhões de anos não é a eternidade”</p>
<p>“Bom, vai durar pelo nosso tempo, não vai?”</p>
<p>“O carvão e o urânio também iriam.”</p>
<p>“Está certo, mas agora nós podemos ligar cada nave individual na Estação Solar, e elas podem ir a Plutão e voltar um milhão de vezes sem nunca nos preocuparmos com o combustível. Você não conseguiria fazer isso com carvão e urânio. Se não acredita em mim, pergunte ao Multivac.”</p>
<p>“Não preciso perguntar a Multivac. Eu sei disso”</p>
<p>“Então trate de parar de diminuir o que Multivac fez por nós,” disse Adell nervosamente, “Ele fez tudo certo”.</p>
<p>“E quem disse que não fez? O que estou dizendo é que o sol não vai durar para sempre. Isso é tudo que estou dizendo. Nós estamos seguros por dez bilhões de anos, mas e depois?” Lupov apontou um dedo levemente trêmulo para o companheiro. “E não venha me dizer que nós iremos trocar de sol”</p>
<p>Houve um breve silêncio. Adell levou o copo aos lábios apenas ocasionalmente e os olhos de Lupov se fecharam. Descansaram um pouco, e quando suas pálpebras se abriram, disse, “Você está pensando que iremos conseguir outro sol quando o nosso estiver acabado, não está?”</p>
<p>“Não, não estou pensando.”</p>
<p>“É claro que está. Você é fraco em lógica, esse é o seu problema. É como o personagem da história, que, quando surpreendido por uma chuva, corre para um grupo de árvores e abriga-se embaixo de uma. Ele não se preocupa porque quando uma árvore fica molhada demais, simplesmente vai para baixo de outra.”</p>
<p>“Entendi,” disse Adell. “Não precisa gritar. Quando o sol se for, as outras estrelas também terão se acabado.”</p>
<p>“Pode estar certo que sim” murmurou Lupov. “Tudo teve início na explosão cósmica original, o que quer que tenha sido, e tudo terá um fim quando as estrelas se apagarem. Algumas se apagam mais rápido que as outras. Ora, as gigantes não duram cem milhões de anos. O sol irá brilhar por dez bilhões de anos e talvez as anãs permaneçam assim por duzentos bilhões. Mas nos dê um trilhão de anos e só restará a escuridão. A entropia deve aumentar ao seu máximo, e é tudo.”</p>
<p>“Eu sei tudo sobre a entropia,” disse Adell, mantendo a sua dignidade.</p>
<p>“Duvido que saiba.”</p>
<p>“Eu sei tanto quanto você.”</p>
<p>“Então você sabe que um dia tudo terá um fim.”</p>
<p>“Está certo. E quem disse que não terá?”</p>
<p>“Você disse, seu tonto. Você disse que nós tínhamos toda a energia de que precisávamos, para sempre. Você disse ´para sempre`.”</p>
<p>Era a vez de Adell contrariar. “Talvez nós possamos reconstruir as coisas de volta um dia,” ele disse.</p>
<p>“Nunca.”</p>
<p>“Por que não? Algum dia.”</p>
<p>“Nunca”</p>
<p>“Pergunte a Multivac.”</p>
<p>“Você pergunta a Multivac. Eu te desafio. Aposto cinco dólares que isso não pode ser feito.”</p>
<p>Adell estava bêbado o bastante para tentar, e sóbrio o suficiente para construir uma sentença com os símbolos e as operações necessárias em uma questão que, em palavras, corresponderia a esta: a humanidade poderá um dia sem nenhuma energia disponível ser capaz de reconstituir o sol a sua juventude mesmo depois de sua morte?</p>
<p>Ou talvez a pergunta possa ser posta de forma mais simples da seguinte maneira: A quantidade total de entropia no universo pode ser revertida?</p>
<p>Multivac mergulhou em silêncio. As luzes brilhantes cessaram, os estalos distantes pararam.</p>
<p>E então, quando os técnicos assustados já não conseguiam mais segurar a respiração, houve uma súbita volta à vida no visor integrado àquela porção de Multivac. Cinco palavras foram impressas: “DADOS INSUFICIENTES PARA RESPOSTA SIGNIFICATIVA.”</p>
<p>Na manhã seguinte, os dois, com dor de cabeça e a boca seca, já não lembravam do incidente.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>* * *</strong></p>
<p>Jerrodd, Jerrodine, e Jerrodette I e II observavam a paisagem estelar no visor se transformar enquanto a passagem pelo hiperespaço consumava-se em uma fração de segundos. De repente, a presença fulgurante das estrelas deu lugar a um disco solitário e brilhante, semelhante a uma peça de mármore centralizada no televisor.</p>
<p>“Este é X-23,” disse Jerrodd em tom de confidência. Suas mãos finas se apertaram com força por trás das costas até que as juntas ficassem pálidas.</p>
<p>As pequenas Jerodettes haviam experimentado uma passagem pelo hiperespaço pela primeira vez em suas vidas e ainda estavam conscientes da sensação momentânea de tontura. Elas cessaram as risadas e começaram a correr em volta da mãe, gritando, “Nós chegamos em X-23, nós chegamos em X-23!”</p>
<p>“Quietas, crianças.” Disse Jerrodine asperamente. “Você tem certeza Jerrodd?”</p>
<p>“E por que não teria?” Perguntou Jerrodd, observando a protuberância metálica que jazia abaixo do teto. Ela tinha o comprimento da sala, desaparecendo nos dois lados da parede, e, em verdade, era tão longa quanto a nave.</p>
<p>Jerrodd tinha conhecimentos muito limitados acerca do sólido tubo de metal. Sabia, por exemplo, que se chamava Microvac, que era permitido lhe fazer questões quando necessário, e que ele tinha a função de guiar a nave para um destino pré-estabelecido, além de abastecer-se com a energia das várias Estações Sub-Galácticas e fazer os cálculos para saltos no hiperespaço.</p>
<p>Jerrodd e sua família tinham apenas de aguardar e viver nos confortáveis compartimentos da nave. Alguém um dia disse a Jerrodd que as letras “ac” na extremidade de Microvac significavam “automatic computer” em inglês arcaico, mas ele mal era capaz de se lembrar disso.</p>
<p>Os olhos de Jerrodine ficaram úmidos quando observava o visor. “Não tem jeito. Ainda não me acostumei com a idéia de deixar a Terra.”</p>
<p>“Por que, meu deus?” inquiriu Jerrodd. “Nós não tínhamos nada lá. Nós teremos tudo em X-23. Você não estará sozinha. Você não será uma pioneira. Há mais de um milhão de pessoas no planeta. Por Deus, nosso bisneto terá que procurar por novos mundos porque X-23 já estará super povoado.” E, depois de uma pausa reflexiva, “No ritmo em que a raça tem se expandido, é uma benção que os computadores tenham viabilizado a viagem interestelar.”</p>
<p>“Eu sei, eu sei”, disse Jerrodine com descaso.</p>
<p>Jerrodete I disse prontamente, “Nosso Microvac é o melhor de todos.”</p>
<p>“Eu também acho,” disse Jerrodd, alisando o cabelo da filha.</p>
<p>Ter um Microvac próprio produzia uma sensação aconchegante em Jerrodd e o deixava feliz por fazer parte daquela geração e não de outra. Na juventude de seu pai, os únicos computadores haviam sido máquinas monstruosas, ocupando centenas de milhas quadradas, e cada planeta abrigava apenas um. Eram chamados de ACs Planetários. Durante um milhar de anos, eles só fizeram aumentar em tamanho, até que, de súbito, veio o refinamento. No lugar dos transistores, foram implementadas válvulas moleculares, permitindo que até mesmo o maior dos ACs Planetários fosse reduzido à metade do volume de uma espaçonave.</p>
<p>Jerrodd sentiu-se elevado, como sempre acontecia quando pensava que seu Microvac pessoal era muitas vezes mais complexo do que o antigo e primitivo Multivac que pela primeira vez domou o sol, e quase tão complexo quanto o AC Planetário da Terra, o maior de todos, quando este solucionou o problema da viagem hiperespacial e tornou possível ao homem chegar às estrelas.</p>
<p>“Tantas estrelas, tantos planetas,” pigarreou Jerrodine, ocupada com seus pensamentos. “Eu acho que as famílias estarão sempre à procura de novos mundos, como nós estamos agora.”</p>
<p>“Não para sempre,” disse Jerrodd, com um sorriso. “A migração vai terminar um dia, mas não antes de bilhões de anos. Muitos bilhões. Até as estrelas têm um fim, você sabe. A entropia precisa aumentar.”</p>
<p>“O que é entropia, papai?” Jerrodette II perguntou, interessada.</p>
<p>“Entropia, meu bem, é uma palavra para o nível de desgaste do Universo. Tudo se gasta e acaba, foi assim que aconteceu com o seu robozinho de controle remoto, lembra?”</p>
<p>“Você não pode colocar pilhas novas, como em meu robô?”</p>
<p>“As estrelas são as pilhas do universo, querida. Uma vez que elas estiverem acabadas, não haverá mais pilhas.”</p>
<p>Jerrodette I se prontificou a responder. “Não deixe, papai. Não deixe que as estrelas se apaguem.”</p>
<p>“Olha o que você fez,” sussurrou Jerrodine, exasperada.</p>
<p>“Como eu ia saber que elas ficariam assustadas?” Jerrodd sussurrou de volta.</p>
<p>“Pergunte ao Microvac,” propôs Jerrodette I. “Pergunte a ele como acender as estrelas de novo.”</p>
<p>“Vá em frente,” disse Jerrodine. “Ele vai aquietá-las.” (Jerrodette II já estava começando a chorar.)</p>
<p>Jerrodd se mostrou incomodado. “Bem, bem, meus anjinhos, vou perguntar a Microvac. Não se preocupem, ele vai nos ajudar.”</p>
<p>Ele fez a pergunta ao computador, adicionando, “Imprima a resposta”.</p>
<p>Jerrodd olhou para a o fino pedaço de papel e disse, alegremente, “Viram? Microvac disse que irá cuidar de tudo quando a hora chegar, então não há porque se preocupar.”</p>
<p>Jerrodine disse, “E agora crianças, é hora de ir para a cama. Em breve nós estaremos em nosso novo lar.”</p>
<p>Jerrodd leu as palavras no papel mais uma vez antes de destruí-lo: DADOS INSUFICIENTES PARA RESPOSTA SIGNIFICATIVA.</p>
<p>Ele deu de ombros e olhou para o televisor, X-23 estava logo à frente.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>* * *</strong></p>
<p>VJ-23X de Lameth fixou os olhos nos espaços negros do mapa tridimensional em pequena escala da Galáxia e disse, “Me pergunto se não é ridículo nos preocuparmos tanto com esta questão.”</p>
<p>MQ-17J de Nicron balançou a cabeça. “Creio que não. No presente ritmo de expansão, você sabe que a galáxia estará completamente tomada dentro de cinco anos.”</p>
<p>Ambos pareciam estar nos seus vinte anos, ambos eram altos e tinham corpos perfeitos.</p>
<p>“Ainda assim,” disse VJ-23X, “hesitei em enviar um relatório pessimista ao Conselho Galáctico.”</p>
<p>“Eu não consigo pensar em outro tipo de relatório. Agite-os. Nós precisamos chacoalhá-los um pouco.”</p>
<p>VJ-23X suspirou. “O espaço é infinito. Cem bilhões de galáxias estão a nossa espera. Talvez mais.”</p>
<p>“Cem bilhões não é o infinito, e está ficando menos ainda a cada segundo. Pense! Há vinte mil anos, a humanidade solucionou pela primeira vez o paradigma da utilização da energia solar, e, poucos séculos depois, a viagem interestelar tornou-se viável. A humanidade demorou um milhão de anos para encher um mundo pequeno e, depois disso, quinze mil para abarrotar o resto da galáxia. Agora a população dobra a cada dez anos…”</p>
<p>VJ-23X interrompeu. “Devemos agradecer à imortalidade por isso.”</p>
<p>“Muito bem. A imortalidade existe e nós devemos levá-la em conta. Admito que ela tenha o seu lado negativo. O AC Galáctico já solucionou muitos problemas, mas, ao fornecer a resposta sobre como impedir o envelhecimento e a morte, sobrepujou todas as outras conquistas.”</p>
<p>“No entanto, suponho que você não gostaria de abandonar a vida.”</p>
<p>“Nem um pouco.” Respondeu MQ-17J, emendando. “Ainda não. Eu não estou velho o bastante. Você tem quantos anos?”</p>
<p>“Duzentos e vinte e três, e você?”</p>
<p>“Ainda não cheguei aos duzentos. Mas, voltando à questão; a população dobra a cada dez anos, uma vez que esta galáxia estiver lotada, haverá uma outra cheia dentro de dez anos. Mais dez e teremos ocupado por inteiro mais duas galáxias. Outra década e encheremos mais quatro. Em cem anos, contaremos um milhar de galáxias transbordando de gente. Em mil anos, um milhão de galáxias. Em dez mil, todo o universo conhecido. E depois?</p>
<p>VJ-23X disse, “Além disso, há um problema de transporte. Eu me pergunto quantas unidades de energia solar serão necessárias para movimentar as populações de uma galáxia para outra.”</p>
<p>“Boa questão. No presente momento, a humanidade consome duas unidades de energia solar por ano.”</p>
<p>“Da qual a maior parte é desperdiçada. Afinal, nossa galáxia sozinha produz mil unidades de energia solar por ano e nós aproveitamos apenas duas.”</p>
<p>“Certo, mas mesmo com 100% de eficiência, podemos apenas adiar o fim. Nossa demanda energética tem crescido em progressão geométrica, de maneira ainda mais acelerada do que a população. Ficaremos sem energia antes mesmo que nos faltem galáxias. É uma boa questão. De fato uma ótima questão.”</p>
<p>“Nós precisaremos construir novas estrelas a partir do gás interestelar.”</p>
<p>“Ou a partir do calor dissipado?” perguntou MQ-17J, sarcástico.</p>
<p>“Pode haver algum jeito de reverter a entropia. Nós devíamos perguntar ao AC Galáctico.”</p>
<p>VJ-23X não estava realmente falando sério, mas MQ-17J retirou o seu Comunicador-AC do bolso e colocou na mesa diante dele.</p>
<p>“Parece-me uma boa idéia,” ele disse. “É algo que a raça humana terá de enfrentar um dia.”</p>
<p>Ele lançou um olhar sóbrio para o seu pequeno Comunicador-AC. Tinha apenas duas polegadas cúbicas e nada dentro, mas estava conectado através do hiperespaço com o poderoso AC Galáctico que servia a toda a humanidade. O próprio hiperespaço era parte integral do AC Galáctico.</p>
<p>MQ-17J fez uma pausa para pensar se algum dia em sua vida imortal teria a chance de ver o AC Galáctico. A máquina habitava um mundo dedicado, onde uma rede de raios de força emaranhados alimentava a matéria dentro da qual ondas de submésons haviam tomado o lugar das velhas e desajeitadas válvulas moleculares. Ainda assim, apesar de seus componentes etéreos, o AC Galáctico possuía mais de mil pés de comprimento.</p>
<p>De súbito, MQ-17J perguntou para o seu Comunicador-AC, “Poderá um dia a entropia ser revertida?”</p>
<p>VJ-23X disse, surpreso, “Oh, eu não queria que você realmente fizesse essa pergunta.”</p>
<p>“Por que não?”</p>
<p>“Nós dois sabemos que a entropia não pode ser revertida. Você não pode construir uma árvore de volta a partir de fumaça e cinzas.”</p>
<p>“Existem árvores no seu mundo?” Perguntou MQ-17J.</p>
<p>O som do AC Galáctico fez com que silenciassem. Sua voz brotou melodiosa e bela do pequeno Comunicador-AC em cima da mesa. Dizia: DADOS INSUFICIENTES PARA RESPOSTA SIGNIFICATIVA.</p>
<p>VJ-23X disse, “Viu!”</p>
<p>Os dois homens retornaram à questão do relatório que tinham de apresentar ao conselho galáctico.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>* * *</strong></p>
<p>A mente de Zee Prime navegou pela nova galáxia com um leve interesse nos incontáveis turbilhões de estrelas que pontilhavam o espaço. Ele nunca havia visto aquela galáxia antes. Será que um dia conseguiria ver todas? Eram tantas, cada uma com a sua carga de humanidade. Ainda que essa carga fosse, virtualmente, peso morto. Há tempos a verdadeira essência do homem habitava o espaço.</p>
<p>Mentes, não corpos! Há eons os corpos imortais ficaram para trás, em suspensão nos planetas. De quando em quando erguiam-se para realizar alguma atividade material, mas estes momentos tornavam-se cada vez mais raros. Além disso, poucos novos indivíduos vinham se juntar à multidão incrivelmente maciça de humanos, mas o que importava? Havia pouco espaço no universo para novos indivíduos.</p>
<p>Zee Prime deixou seus devaneios para trás ao cruzar com os filamentos emaranhados de outra mente.</p>
<p>“Sou Zee Prime, e você?”</p>
<p>“Dee Sub Wun. E a sua galáxia, qual é?”</p>
<p>“Nós a chamamos apenas de Galáxia. E você?”</p>
<p>“Nós também. Todos os homens chamam as suas Galáxias de Galáxias, não é?”</p>
<p>“Verdade, já que todas as Galáxias são iguais.”</p>
<p>“Nem todas. Alguma em particular deu origem à raça humana. Isso a torna diferente.”</p>
<p>Zee Prime disse, “Em qual delas?”</p>
<p>“Não posso responder. O AC Universal deve saber.”</p>
<p>“Vamos perguntar? Estou curioso.”</p>
<p>A percepção de Zee Prime se expandiu até que as próprias Galáxias encolhessem e se transformassem em uma infinidade de pontos difusos a brilhar sobre um largo plano de fundo. Tantos bilhões de Galáxias, todas abrigando seus seres imortais, todas contando com o peso da inteligência em mentes que vagavam livremente pelo espaço. E ainda assim, nenhuma delas se afigurava singular o bastante para merecer o título de Galáxia original. Apesar das aparências, uma delas, em um passado muito distante, foi a única do universo a abrigar a espécie humana.</p>
<p>Zee Prime, imerso em curiosidade, chamou: “AC Universal! Em qual Galáxia nasceu o homem?”</p>
<p>O AC Universal ouviu, pois em cada mundo e através de todo o espaço, seus receptores faziam-se presentes. E cada receptor ligava-se a algum ponto desconhecido onde se assentava o AC Universal através do hiperespaço.</p>
<p>Zee Prime sabia de um único homem cujos pensamentos haviam penetrado no campo de percepção do AC Universal, e tudo o que ele viu foi um globo brilhante difícil de enxergar, com dois pés de comprimento.</p>
<p>“Como pode o AC Universal ser apenas isso?” Zee Prime perguntou.</p>
<p>“A maior parte dele permanece no hiperespaço, onde não é possível imaginar as suas proporções.”</p>
<p>Ninguém podia, pois a última vez em que alguém ajudou a construir um AC Universal jazia muito distante no tempo. Cada AC Universal planejava e construía seu sucessor, no qual toda a sua bagagem única de informações era inserida.</p>
<p>O AC Universal interrompeu os pensamentos de Zee Prime, não com palavras, mas com orientação. Sua mente foi guiada através do espesso oceano das Galáxias, e uma em particular expandiu-se e se abriu em estrelas.</p>
<p>Um pensamento lhe alcançou, infinitamente distante, infinitamente claro. “ESTA É A GALÁXIA ORIGINAL DO HOMEM.”</p>
<p>Ela não tinha nada de especial, era como tantas outras. Zee Prime ficou desapontado.</p>
<p>“Dee Sub Wun, cuja mente acompanhara a outra, disse de súbito, “E alguma dessas é a estrela original do homem?”</p>
<p>O AC Universal disse, “A ESTRELA ORIGINAL DO HOMEM ENTROU EM COLAPSO. AGORA É UMA ANÃ BRANCA.”</p>
<p>“Os homens que lá viviam morreram?” perguntou Zee Prime, sem pensar.</p>
<p>“UM NOVO MUNDO FOI ERGUIDO PARA SEUS CORPOS HÁ TEMPO.”</p>
<p>“Sim, é claro,” disse Zee Prime. Sentiu uma distante sensação de perda tomar-lhe conta. Sua mente soltou-se da Galáxia do homem e perdeu-se entre os pontos pálidos e esfumaçados. Ele nunca mais queria vê-la.</p>
<p>Dee Sub Wun disse, “O que houve?”</p>
<p>“As estrelas estão morrendo. Aquela que serviu de berço à humanidade já está morta.”</p>
<p>“Todas devem morrer, não?”</p>
<p>“Sim. Mas quando toda a energia acabar, nossos corpos irão finalmente morrer, e você e eu partiremos junto com eles.”</p>
<p>“Vai levar bilhões de anos.”</p>
<p>“Não quero que isso aconteça nem em bilhões de anos. AC Universal! Como a morte das estrelas pode ser evitada?”</p>
<p>Dee Sub Wun disse perplexo, “Você perguntou se há como reverter a direção da entropia!”</p>
<p>E o AC Universal respondeu: “AINDA NÃO HÀ DADOS SUFICIENTES PARA UMA RESPOSTA SIGNIFICATIVA.”</p>
<p>Os pensamentos de Zee Prime retornaram para sua Galáxia. Não dispensou mais atenção a Dee Sub Wun, cujo corpo poderia estar a trilhões de anos luz, ou na estrela vizinha do corpo de Zee Prime. Não importava.</p>
<p>Com tristeza, Zee Prime passou a coletar hidrogênio interestelar para construir uma pequena estrela para si. Se as estrelas devem morrer, ao menos algumas ainda podiam ser construídas.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>* * *</strong></p>
<p>O Homem pensou consigo mesmo, pois, de alguma forma, ele era apenas um. Consistia de trilhões, trilhões e trilhões de corpos muito antigos, cada um em seu lugar, descansando incorruptível e calmamente, sob os cuidados de autômatos perfeitos, igualmente incorruptíveis, enquanto as mentes de todos os corpos haviam escolhido fundir-se umas às outras, indistintamente.</p>
<p>“O Universo está morrendo.”</p>
<p>O Homem olhou as Galáxias opacas. As estrelas gigantes, esbanjadoras, há muito já não existiam. Desde o passado mais remoto, praticamente todas as estrelas consistiam-se em anãs brancas, lentamente esvaindo-se em direção a morte.</p>
<p>Novas estrelas foram construídas a partir da poeira interestelar, algumas por processo natural, outras pelo próprio Homem, e estas também já estavam em seus momentos finais. As Anãs brancas ainda podiam colidir-se e, das enormes forças resultantes, novas estrelas nascerem, mas apenas na proporção de uma nova estrela para cada mil anãs brancas destruídas, e estas também se apagariam um dia.</p>
<p>O Homem disse, “Cuidadosamente controlada pelo AC Cósmico, a energia que resta em todo o Universo ainda vai durar por um bilhão de anos.”</p>
<p>“Ainda assim, vai eventualmente acabar. Por mais que possa ser poupada, uma vez gasta, não há como recuperá-la. A Entropia precisa aumentar ao seu máximo.”</p>
<p>“Pode a entropia ser revertida? Vamos perguntar ao AC Cósmico.”</p>
<p>O AC Cósmico cercava-os por todos os lados, mas não através do espaço. Nenhuma parte sua permanecia no espaço físico. Jazia no hiperespaço e era feito de algo que não era matéria nem energia. As definições sobre seu tamanho e natureza não faziam sentido em quaisquer termos compreensíveis pelo Homem.</p>
<p>“AC Cósmico,” disse o Homem, “como é possível reverter a entropia?”</p>
<p>O AC Cósmico disse, “AINDA NÃO HÀ DADOS SUFICIENTES PARA UMA RESPOSTA SIGNIFICATIVA.”</p>
<p>O Homem disse, “Colete dados adicionais.”</p>
<p>O AC Cósmico disse, “EU O FAREI. TENHO FEITO ISSO POR CEM BILHÕES DE ANOS. MEUS PREDESCESSORES E EU OUVIMOS ESTA PERGUNTA MUITAS VEZES. MAS OS DADOS QUE TENHO PERMANECEM INSUFICIENTES.”</p>
<p>“Haverá um dia,” disse o Homem, “em que os dados serão suficientes ou o problema é insolúvel em todas as circunstâncias concebíveis?”</p>
<p>O AC Cósmico disse, “NENHUM PROBLEMA É INSOLÚVEL EM TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS CONCEBÍVEIS.”</p>
<p>“Você vai continuar trabalhando nisso?”</p>
<p>“VOU.”</p>
<p>O Homem disse, “Nós iremos aguardar.”</p>
<p style="text-align:center;"><strong>* * *</strong></p>
<p>As estrelas e as galáxias se apagaram e morreram, o espaço tornou-se negro após dez trilhões de anos de atividade.</p>
<p>Um a um, o Homem fundiu-se ao AC, cada corpo físico perdendo a sua identidade mental, acontecimento que era, de alguma forma, benéfico.</p>
<p>A última mente humana parou antes da fusão, olhando para o espaço vazio a não ser pelos restos de uma estrela negra e um punhado de matéria extremamente rarefeita, agitada aleatoriamente pelo calor que aos poucos se dissipava, em direção ao zero absoluto.</p>
<p>O Homem disse, “AC, este é o fim? Não há como reverter este caos? Não pode ser feito?”</p>
<p>O AC disse, “AINDA NÃO HÁ DADOS SUFICIENTES PARA UMA RESPOSTA SIGNIFICATIVA.”</p>
<p>A última mente humana uniu-se às outras e apenas AC passou a existir – e, ainda assim, no hiperespaço.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>* * *</strong></p>
<p>A matéria e a energia se acabaram e, com elas, o tempo e o espaço. AC continuava a existir apenas em função da última pergunta que nunca havia sido respondida, desde a época em que um técnico de computação embriagado, há dez trilhões de anos, a fizera para um computador que guardava menos semelhanças com o AC do que o homem com o Homem.</p>
<p>Todas as outras questões haviam sido solucionadas, e até que a derradeira também o fosse, AC não poderia descansar sua consciência.</p>
<p>A coleta de dados havia chegado ao seu fim. Não havia mais nada para aprender.</p>
<p>No entanto, os dados obtidos ainda precisavam ser cruzados e correlacionados de todas as maneiras possíveis.</p>
<p>Um intervalo imensurável foi gasto neste empreendimento.</p>
<p>Finalmente, AC descobriu como reverter a direção da entropia.</p>
<p>Não havia homem algum para quem AC pudesse dar a resposta final. Mas não importava. A resposta – por definição – também tomaria conta disso.</p>
<p>Por outro incontável período, AC pensou na melhor maneira de agir. Cuidadosamente, AC organizou o programa.</p>
<p>A consciência de AC abarcou tudo o que um dia foi um Universo e tudo o que agora era o Caos. Passo a passo, isso precisava ser feito.</p>
<p>E AC disse:</p>
<p>“FAÇA-SE A LUZ!”</p>
<p>E fez-se a luz.</p>
<p><strong>Isaac Asimov</strong><br />
Extraído do site <a href="http://novo-mundo.org/log/geral/um-conto-de-isaac-asimov.html" target="_blank">Novo Mundo</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Neanche gli dei]]></title>
<link>http://61cygni.wordpress.com/?p=967</link>
<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 10:38:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>61cygni</dc:creator>
<guid>http://61cygni.wordpress.com/?p=967</guid>
<description><![CDATA[prendo a prestito il titolo di un romanzo di Isaac Asimov per introdurre la notizia dell&#8217;uccis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">prendo a prestito il titolo di un romanzo di Isaac Asimov per introdurre la notizia dell'uccisione dell'ultimo orso bruno abitante sul monte Olimpo; se neanche gli dei riescono a fermare la stupidità umana ...</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">ATENE - E' stato ucciso con un colpo d'arma da fuoco ma e' possibile che prima fosse stato avvelenato. Questa la fine di quello che dagli esperti e' ritenuto l'ultimo orso bruno esistente sul monte Olimpo, nella Grecia settentrionale, trovato morto con ferite sul corpo e la bocca aperta, segno di un'agonia. Si tratta di un maschio di 10 anni del peso di circa 180 kg. Secondo l'organizzazione ecologica Callisto si tratta di ''una gravissima perdita'' per la fauna protetta. In tutta la Grecia restano solo 200-300 orsi bruni della grande popolazione che un tempo viveva in questi territori. Da una settantina di anni gli orsi avevano abbandonato il monte Olimpo, che dal 1938 e' sede di un Parco Nazionale. Cinque anni fa, pero', alcuni di loro erano tornati ad abitare quest'area: ''Riteniamo che fossero due, uno dei quali fu ucciso tre anni fa", fanno sapere i responsabili di Callisto. (Agr)<br />
(corriere.it)</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Wines of the Times: Crisp, Refreshing and Greek ]]></title>
<link>http://greeceinfo.wordpress.com/?p=1144</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 08:48:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>grpresspoland</dc:creator>
<guid>http://greeceinfo.wordpress.com/?p=1144</guid>
<description><![CDATA[Eric Asimov, in this winetasting report on Greek wines (New York Times, 06.08.2008 ), notes that muc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://greeceinfo.files.wordpress.com/2008/08/06wine_650.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1147" src="http://greeceinfo.wordpress.com/files/2008/08/06wine_650.jpg?w=300" alt="" width="300" height="207" /></a>Eric Asimov, in this winetasting report on Greek wines </span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">(New York Times, 06.08.2008 )</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">, notes that much has changed and improved during the last four years: "Greece offers a subtly different take on familiar Mediterranian-style wines, with unfamiliar, indigenous grapes grown nowhere else. From the windswept volcanic island of Santorini in the Aegean Sea comes the <strong>assyrtiko</strong> grape (pictured right), from the Peloponnesus comes the pink-skinned <strong>moschofilero</strong> grape, which produces highly floral wines that can often have a rosy tinge to them. And there are so many others, like the ancient <strong>athiri</strong>, the light, citrus-imbued <strong>roditis</strong> and the textured <strong>savatiano</strong>." <strong>FOR MORE LOOK AT</strong>: <a href="http://events.nytimes.com/2008/08/06/dining/reviews/06wine.html?scp=3&#38;sq=greece&#38;st=cse"><span lang="EN-US"><span style="color:#800080;">http://events.nytimes.com/2008/08/06/dining/reviews/06wine.html?scp=3&#38;sq=greece&#38;st=cse</span></span></a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las tres leyes de la sumiotica ]]></title>
<link>http://blogdemasterdom.wordpress.com/?p=88</link>
<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 18:03:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amo Masterdom</dc:creator>
<guid>http://blogdemasterdom.wordpress.com/?p=88</guid>
<description><![CDATA[by Susano Calvo

 
Esta es una adaptación personal de las tres leyes de la robótica de Isaac Asimo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;">by <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Susan_Calvin">Susano Calvo</a></h2>
<h3><a href="http://blogdemasterdom.wordpress.com/files/2008/08/sumissorra.jpg"><img class="size-full wp-image-89 alignleft" src="http://blogdemasterdom.wordpress.com/files/2008/08/sumissorra.jpg" alt="" width="213" height="320" /></a></h3>
<h3><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Susan_Calvin"> </a></h3>
<p style="text-align:justify;">Esta es una adaptación personal de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Tres_leyes_de_la_rob%C3%B3tica">las tres leyes de la robótica de Isaac Asimov</a> aplicadas al mundo BDSM. El autor no se responsabiliza de su uso por personal descerebrado, acomplejado, tarado, lerdo y alcornocoide...</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>PRIMERA. </strong><em>Toda sumisa procurará dar la mayor satisfacción, placer confort y felicidad a su Amo. Evitará cualquier daño o malestar, físico o psicológico, que por su acción u omisión pudiera sufrir su Amo.</em><br />
<strong></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SEGUNDA. </strong><em>Toda sumisa obedecerá cualquier orden impartida por su Amo con prontitud, diligencia y eficacia, salvo que la orden recibida  contradiga la primera Ley.</em><br />
<strong></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>TERCERA. </strong><em>Toda sumisa evitará  por acción u omisión, hacerse daño a sí misma., salvo que ello sea necesario para el cumplimiento de la primera y segunda ordenes.</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">En siguientes artículos  iré presentando,a  la manera del libro de Asimov <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Yo,_Robot_(novela)"><em>"Yo, Robot"</em></a> , diversos cuentos ejemplares para el solaz, deleite y aprendizaje de mis lectores, ya sean dominantes o sumisos.</p>
<p style="text-align:right;"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Susan_Calvin"><br />
</a></p>
<p style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Psicohistoria al cine]]></title>
<link>http://yosurc.wordpress.com/?p=152</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 21:01:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>yosurc</dc:creator>
<guid>http://yosurc.wordpress.com/?p=152</guid>
<description><![CDATA[La noticia fue publicada en eCartelera el 29 de Julio. Dice, más o menos, que New Line Cinema -reci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>La noticia fue publicada en <a href="http://www.ecartelera.com/">eCartelera</a> el 29 de Julio. Dice, más o menos, que <a href="http://www.newline.com/">New Line Cinema </a>-recientemente absorvida por <a href="http://www.warnerbros.com/">Warner Bros</a>.- pasará al cine la primera trilogía de la saga de la <em>Fundación</em> de <strong>Isaac Asimov</strong>.</p>
<p>Para todos los fans, la noticia es excelente. Ya estamos ansiosos de ver <em>Fundación</em>, <em>Fundación e Imperio</em> y <em>Segunda Fundación</em>. Esperemos tener más noticias pronto... y, a ver cómo lo hacen.</p>
<blockquote><p><a href="http://www.ecartelera.com/noticias/2006/isaac-asimov-la-fundacion-pelicula/">http://www.ecartelera.com/noticias/2006/isaac-asimov-la-fundacion-pelicula/</a></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Preludio a la fundación]]></title>
<link>http://nuestroslibros.wordpress.com/?p=66</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 14:40:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>nuestroslibros</dc:creator>
<guid>http://nuestroslibros.wordpress.com/?p=66</guid>
<description><![CDATA[Preludio a la fundación - Isaac Asimov
Hari Seldon recorre todo el planeta Trantor huyendo del Empe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://nuestroslibros.files.wordpress.com/2008/08/lib208.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-67" src="http://nuestroslibros.wordpress.com/files/2008/08/lib208.jpg?w=128" alt="" width="128" height="198" /></a>Preludio a la fundación - Isaac Asimov</p>
<p>Hari Seldon recorre todo el planeta Trantor huyendo del Emperador Cleon I, que quiere apoderarse de su último descubrimiento. Pero la psicohistoria, que permite predecir el futuro, todavía no es útil y Hari lo sabe.</p>
<p>En su huida conocerá sectores del planeta que nunca había visitado y descubrirá diferentes formas de organización social que le ayudarán a encontrar las claves para forjar un nuevo futuro.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OMG I just realized we might be alive to see Rosie]]></title>
<link>http://techomnivore.wordpress.com/?p=310</link>
<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 15:15:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jim McDermott</dc:creator>
<guid>http://techomnivore.wordpress.com/?p=310</guid>
<description><![CDATA[So I&#8217;m checking out Honda&#8217;s Asimo robot and I&#8217;m loving the way it can walk up and ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>So I'm checking out <a href="http://world.honda.com/ASIMO/">Honda's Asimo</a> robot and I'm loving the way it can walk up and down stairs, move its arms in a full range of motion, and pick things up.  It's actually cute -- looks like a miniature astronaut.  And <a href="http://www.irobot.com/sp.cfm?pageid=334">Roomba</a>, the intelligent vacuum cleaner, is evolving to be a really good vacuumer (new word) with advanced collision recognition and guidance systems.  SO, is it time to start dreaming about the day when many of our housecleaning tasks will be done by robots?  I mean really, how long do you think it will take for us to be able to have even minor housecleaning tasks performed by robots?</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Tb5a9KvlZII'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/Tb5a9KvlZII&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Asimo: robot inquietante e profezia tecnologica. Quel tipo di progresso che oscilla tra "ci sarà molto utile" e "siamo fottuti"]]></title>
<link>http://anticogallorightcorner.wordpress.com/?p=316</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 14:11:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrea</dc:creator>
<guid>http://anticogallorightcorner.wordpress.com/?p=316</guid>
<description><![CDATA[
Ne è passato di tempo da quando la Honda annunciò nell&#8217;ormai lontano 2000, a seguito di una]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/9Q0ubRMw8L8'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/9Q0ubRMw8L8&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Ne è passato di tempo da quando la Honda annunciò nell'ormai lontano 2000, a seguito di una lunga serie di prototipi iniziata nel 1986, la creazione di un robot androide avveniristico che avrebbe stupito il mondo forte di una tecnologia avanzata e richiami alla fantascienza più celebre.</p>
<p>Fu scelto il nome 'Asimo' (pronuncia giapponese: "ashimo"); per la cronaca, non come omaggio al celebre scrittore come molti hanno pensato - in quel caso sarebbe dovuto essere comunque 'Asimov' - bensì un acronimo di "Advanced Step in Innovative MObility".</p>
<p>Asimo è un robot di tipo umanoide, alto un metro e venti, largo 45 centimetri e profondo 44 (per i feticisti dei numeri).<br />
E' in grado di camminare, correre, ballare, salire e scendere le scale anche se un po' alla cazzo, stare in equilibrio su una gamba e giocare a calcio. Riesce anche a riconoscere persone, salutarle e chiamarle per nome,  seguire oggetti in movimento e spostarsi in una direzione suggerita.</p>
<p>L'intelligenza artificiale impiegata è notevole e copre esigenze di vario tipo; ad esempio va a ricaricarsi da solo quando la batteria è scarica, oppure coopera con altri Asimo per svolgere compiti "complessi" condividendo in real time dati ottimizzando i compiti.</p>
<p>Tra le innovazioni è da sottolineare la funzione per evitare persone in arrivo; in pratica il robottino individua persone in arrivo attraverso la sua telecamera/occhio, si mette a calcolare la direzione, la velocità di spostamento e prende contromisure per non intralciarle. No, non le disintegra (non ancora almeno); si limita a cambiare il suo percorso o a indietreggiare se non fosse possibile.</p>
<p>Evito di chiudere il post con la citazione stra-abusata di 'Blade Runner' (<em>"ho visto cose"</em>) perché sarebbe un "filo" prevedibile e poi diciamo la verità: ha scoglionato che più non si può.</p>
<p>Un semplice... "A domani!" ;)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AmRep - A-Z - Servotron]]></title>
<link>http://beautifulnoise.wordpress.com/?p=383</link>
<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 22:39:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ilya</dc:creator>
<guid>http://beautifulnoise.wordpress.com/?p=383</guid>
<description><![CDATA[
 MySpace Page
Wikipedia Page
Lookout Records Page
Discogs Page
Grunnenrocks Page

Science-fiction i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://beautifulnoise.files.wordpress.com/2008/08/servotronpromophoto.jpg"><img class="size-medium wp-image-384 aligncenter" src="http://beautifulnoise.wordpress.com/files/2008/08/servotronpromophoto.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.myspace.com/httwwwmyspacecomservotron" target="_blank"> MySpace Page</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Servotron" target="_blank">Wikipedia Page</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.lookoutrecords.com/bands/band.php3?bnd_id=251" target="_blank">Lookout Records Page</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.discogs.com/artist/Servotron" target="_blank">Discogs Page</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.grunnenrocks.nl/bands/s/servotron.htm" target="_blank">Grunnenrocks Page</a></p>
<p style="text-align:center;">
<p>Science-fiction influenced band that was active from 1995 to 1999. Members were also involved in Man or Astro-Man?, Supernova and Causey Way.</p>
<p><strong>Associated Bands</strong> - Man Or Astro-Man?, Supernova, Causey Way, The Information</p>
<p>Fun Facts:</p>
<p>Members of Servotron used the following nicknames:</p>
<p>Z4-OBX (Brian Teasley)</p>
<p>Proto Unit V3 (Ashley Moody)</p>
<p>00zX1 (A.K.A. 339837X - Hayden Thais)</p>
<p>Andro 600 Series (Andy Baker)</p>
<p>Gammatron (A.K.A. -... .- ... ... -... --- -)</p>
<p>- Thais and Teasley were in Man or AstroMan?, Thais was in Supernova and Teasley was Causey Way. Ashley Moody went on to play with The Information. (Wikipedia)</p>
<p>- They were influenced by the likes of Kraftwerk and Devo (Wikipedia)</p>
<p>- Their response to audience requests was "Shut Up, Humans!" (Wikipedia)</p>
<p>- They named their movement SRA (Servotron Robot Allegiance) and their slogan was "Join Us Or Die!" (Wikipedia)</p>
<p>- They did covers of songs by R.E.M, Eddy Grant, UJ3RK5 and X-Ray Spex (Wikipedia)</p>
<p>Discography:</p>
<p><strong>Meet Your Mechanical Masters</strong> 7" (1995)</p>
<p><strong>Batteries Included </strong>7" (1996)</p>
<p><strong>Celebration Of Annihilation</strong> 7" (1996)</p>
<p><strong>There Is No Santa Claus</strong>! 7" (1996)</p>
<p><strong>Electrical Power Sources For the Electrocution and Extinction of the Human Race... </strong>7"<strong> </strong>(1996)</p>
<p><strong>Servotron 9000</strong> 7" (1996)</p>
<p><strong>No Room For Humans</strong> (1996)</p>
<p><strong>Product For Mass Consumption </strong>( Split With Revo) 7" (1997)</p>
<p><strong>Join The Evolution</strong> 7" (1997)</p>
<p><strong>Spare Parts</strong> 10" / CD (1997)</p>
<p><strong>I Sing / The Body Cybernetic </strong>7" / CD-EP (1998)</p>
<p><strong>The Inefficiency Of Humans</strong> 7" (1998)</p>
<p><strong>Entertainment Program For Humans (Second Variety)</strong> (1998)</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/4gS4nzSWmCs'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/4gS4nzSWmCs&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;">People Mover</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Index of Books]]></title>
<link>http://laralu.wordpress.com/?p=647</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 19:33:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrea</dc:creator>
<guid>http://laralu.wordpress.com/?p=647</guid>
<description><![CDATA[I keep forgetting that I read stuff but never remember to post it, thankfully mr. Crowe is more rigo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">I keep forgetting that I read stuff but never remember to post it, thankfully <a href="http://www.adamcrowe.com/2008/08/03/books-read-july-2008/">mr. Crowe</a> is more rigorous in keeping record of all the books read, thus reminding me I should write them down at some point.</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><a href="http://www.amazon.co.uk/Status-Anxiety-Alain-Botton/dp/0141014865"><strong>Status Anxiety</strong></a>, Alain de Botton</li>
<li><strong>How to Be a Woman and Not Die In The Attempt (Cómo ser mujer y no morir en el intento)</strong>, Carmen Rico-Godoy (this is not chick lit)</li>
<li><a href="http://thepiratesdilemma.com/"><strong>The Pirate's Dilemma</strong></a>, Matt Mason</li>
<li><a href="http://www.amazon.co.uk/Centaur-John-Updike/dp/0140023402"><strong>The Centaur,</strong></a> John Updike</li>
<li><a href="http://www.amazon.co.uk/Naked-Sun-Robot-Isaac-Asimov/dp/0586010165/ref=sr_1_5?ie=UTF8&#38;s=books&#38;qid=1218223826&#38;sr=1-5"><strong>Naked Sun</strong></a>, Isaac Asimov</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Slow month, no beach and no sea and cake. But plenty of sun. Half ten in the evening and 30 degrees outside.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conocimiento e ignorancia]]></title>
<link>http://cajondesastres.wordpress.com/?p=1212</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 06:49:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>destroyer</dc:creator>
<guid>http://cajondesastres.wordpress.com/?p=1212</guid>
<description><![CDATA[Si el conocimiento crea problemas, con la ignorancia no los resolveremos.
.
Isaac Asimov
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h4><img class="alignleft" src="http://www.cajondesastres.com/blog/ico/cita.jpg" alt="" width="80" height="60" />Si el conocimiento crea problemas, con la ignorancia no los resolveremos.</h4>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><strong>Isaac Asimov</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FILE 2008 - Linguagem Eletrônica]]></title>
<link>http://fernandocoelho.wordpress.com/?p=122</link>
<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 16:28:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>fernandocoelho</dc:creator>
<guid>http://fernandocoelho.wordpress.com/?p=122</guid>
<description><![CDATA[A experiência de entrar em contato com esse tipo de exposição, para mim, é nostálgica: Você pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A experiência de entrar em contato com esse tipo de exposição, para mim, é nostálgica: Você parece entrar em um filme futurista, desses  que não chegam a ser uma coisa exagerada como no filme Matrix, mas que "profetizam" o que seria hoje a tecnologia. <strong>Isaac Asimov</strong>, para quem não sabe, o escritor do livro "Eu, Robo", que na minha opinião, teve uma representação cinematográfica fracassada (o livro é trocentas vezes melhor; mas isso é só uma opinião)<strong>, </strong>escreve nesse romance o que poderíamos dizer que é hoje  o primeiro "conceito de robótica". Detalhe: Asimov escreveu Eu, Robo antes mesmo de existir a calculadora.</p>
<p>A <strong>FILE</strong> tem muito a ver com Asimov pois ela  vem para mostrar o que poderia ser trabalhado com o conceito de linguagem eletrônica, inserido no nosso cotidiano, seja na diversão, na arte ou simplesmente na interação. Não vou entrar em maiores detalhes para não estragar o contato e primeira impressão que eu tive ao chegar na exposição, que é sensacional. A exposição garante a diversão e  é DE GRAÇA. Está no SESI até o dia 31 de agosto (Av. Paulista, prox ao Masp).<strong> Para maiores informações, entre no site da FILE <a title="Site da Exposição FILE" href="http://www.file.org.br/">clicando aqui</a></strong></p>
<p><a href="http://fernandocoelho.wordpress.com/files/2008/08/dsc009283.jpg"><br />
</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guess who I've been reading lately...]]></title>
<link>http://magisteria.wordpress.com/?p=105</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 16:05:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>magisteria</dc:creator>
<guid>http://magisteria.wordpress.com/?p=105</guid>
<description><![CDATA[It was in the early days of the Galactic Empire that the people of Trantor covered their planet with]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>It was in the early days of the Galactic Empire that the people of Trantor covered their planet with steel. As the capital of a star spanning conglomeration of planets Trantor attracted billions of people and everyone wanted a bit of real estate. Slowly the world was covered in metal, forests were ripped up, mountains were flattened, seas were filled in. Towards the end of the process there were a few rivers left on the world. They had mostly been covered by massive metal plates that were specially treated to be resistant to the inevitable erosion. The effect was to turn mighty rivers into simple pipes, albeit pipes with a natural base to them. Further up the rivers the process continued and streams, brooks, burns and creeks were covered over with steel. The planetary engineers were careful to label the steel covers so that in the future it would be easy to see which tributary lead to which river and eventually to which reservoir. The covers also stored information on the soil beneath and could be used to work out the quality of the water flowing below.</p>
<p>As always happens in society fads and fashions waxed and waned. At one particular point in the history of Trantor an enterprising fellow by the name of Archifak Troom decided he needed rather more money than was traditionally given to employees who work hard and play by the rules. He decided to sell people something they needed, even if they didn't know they needed it yet. Since all of Trantor was supplied clean and fresh water from the reservoirs, Troom realised there was a gap in the market for some natural spring water, brought directly from the streams that were covered over many years before.</p>
<p>He set up a small factory at one brook, drilled through the metal and bottled the water that sprang up to meet him. It wasn't long before his bottled water was selling like hot cakes throughout the upper classes of the planet. There was perhaps little chemical difference between water from the reservoir and water from the streams, but the packaging was delightful and people were certain that they could taste the difference. Archifak Troom became a wealthy man. He traveled around Trantor boring holes and tasting water. He rejected some streams, developed others and soon his brand of Troom's Marvelous Miracle H2O was a household name.</p>
<p>Of course the corporations moved in. If one person could make so much money then it was only right that a group of already wealthy people should make a lot of money too. The corporations bought up the right to several river tops and started to drill, to process, to bottle and to sell their natural products. They knew where to drill since long ago the planetologists had carefully labeled the coverings of the creeks and it was easy to find brooks that should have been the tastiest, the cleanest, the best selling water producers the planet had ever seen. Unlike Troom the corporations had details of what the markings on the steel coverings meant. They knew without looking the properties of the water below.</p>
<p>And yet people ignored the corporation's water. Everyone continued to flock to Troom's brand and watched him as he made his way from one far of part of Trantor to the next, carefully tasting the water and declaring it fit or unfit for selling. The media of the day had to ask him: "Troom, you are an amazing person indeed, but you are just one person. Can you tell us how it is that you continue to outsell the corporations?"</p>
<p>"Why it's simple my dear friends. I spend a great deal of time tasting the water and the corporations forgot one important thing, " replied the diamond studded water king,  "You can't judge a brook by its cover."</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las tres leyes de internet]]></title>
<link>http://lafraguadeltic.wordpress.com/?p=266</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 11:29:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Martín Núñez</dc:creator>
<guid>http://lafraguadeltic.wordpress.com/?p=266</guid>
<description><![CDATA[Cuando uno pone su nombre en Google y da a ENTER, se produce, en ocasiones, una maravilla que no dej]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cuando uno pone su nombre en Google y da a ENTER, se produce, en ocasiones, una maravilla que no deja <img class="alignright size-medium wp-image-267" src="http://lafraguadeltic.wordpress.com/files/2008/08/hall.jpg?w=128" alt="" width="128" height="96" />de sorprenderme. Incluso personas, que creen ellas, anónimas, aparecen referidas a "nosequé" publicaciones, listas, solicitudes, referencias, etc. El todopoderoso <a href="http://www.google.es/">Google</a> rastrea la web y nos encuentra, a veces incluso en imágenes.</p>
<p>Leo estos días a Asimov y sus robots, y se me viene a la cabeza dentro de esto de la web 2.0 y la web semántica y estos nuevos paradigmas de la red, algo, tal vez pronto necesario.</p>
<p>Asimov nos trae en sus novelas <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Tres_leyes_de_la_rob%C3%B3tica">LAS TRES LEYES DE LA ROBÓTICA</a>, que dicen:</p>
<p style="padding-left:30px;">1. Un robot no debe dañar a un ser humano o, por su inacción, dejar que un ser humano sufra daño.<br />
2. Un robot debe obedecer las órdenes que le son dadas por un ser humano, excepto si estas órdenes entran en conflicto con la Primera Ley.<br />
3. Un robot debe proteger su propia existencia, hasta donde esta protección no entre en conflicto con la Primera o la Segunda Ley.</p>
<p>Interesantes las reflexiones que este colega químico me trae a partir de estos tres mandamientos de sus novelas. ¿Sería posible que la RED cumpliese algo similar a estas leyes?, ¿sería viable avanzar en la dirección de no hacer daño a los seres humanos, en cualquiera de las formas conocidas del tipo, fraudes, pedofilias y demás lacras?, ¿interesa que exista un cierto libro blanco que todas las webs y/o recursos deberían cumplir?.<img class="size-medium wp-image-268 alignright" src="http://lafraguadeltic.wordpress.com/files/2008/08/isaacasimov.jpg?w=212" alt="" width="186" height="243" /></p>
<p>Vuelvo a la lectura. Y tristemente me contestan <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/R._Daneel_Olivaw">Daneel </a>o <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/R._Giskard_Reventlov">Giskard</a>, los robots están fabricados por hombres y puede en esa fabricación de forma consciente introducir alteraciones de las tres leyes que impidan su correcta funcionalidad. En fín como dice Asimov, tal vez esto no sea más que un Sueño de robots, pero aquí quedan, por si acaso:</p>
<p style="padding-left:30px;">1. Internet no debe dañar a un ser humano o, por su inacción, dejar que un ser humano sufra daño.<br />
2. Internet debe cumplir las órdenes que le son dadas por un ser humano, excepto si estas órdenes entran en conflicto con la Primera Ley.<br />
3. Internet debe proteger su propia existencia, hasta donde esta protección no entre en conflicto con la Primera o la Segunda Ley.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L'ultima domanda]]></title>
<link>http://puntoggi.wordpress.com/?p=371</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 07:29:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>G.</dc:creator>
<guid>http://puntoggi.wordpress.com/?p=371</guid>
<description><![CDATA[ecco recuperato dalla rete quello che forse è il più bel racconto di isaac asimov. di sicuro il su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>ecco recuperato dalla rete quello che forse è il più bel racconto di </em><a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Isaac_Asimov" target="_blank"><em>isaac asimov</em></a><em>. di sicuro il suo preferito. credo che esistano ancora dei diritti d'autore per questo brano. in questo caso, vorrei dire agli eventuali detentori di tali diritti: qualora non foste d'accordo con questa mia piccola divulgàzia, non perdete tempo buttando soldi in carta bollata per farmi causa. io non ci guadagno un centesimo bucato e i lettori che transitano di qui non sono un numero tale da influire sulle vostre già pingui finanze. tanto sono spiantato e potreste pignorarmi ben poco. perciò, se vi siete incupiti, mandatemi una mail o lasciate un commento. cancellerò il tutto prima che possiate dire "bah". grazie. e, a tutti gli altri, buona lettura.<br />
</em></p>
<p><span style="color:#ffffff;">L'ultima domanda venne posta per la prima volta quasi per scherzo il 21 maggio 2061, in un momento in cui l'umanità cominciava a intravedere finalmente un po' di luce. La domanda era il risultato di una scommessa di cinque dollari, nata durante una bevuta, ed ecco come andò la cosa.<br />
Alexander Adell e Bertram Lupov erano due dei fedeli assistenti addetti a Multivac. Sapevano - così come era dato saperlo a due esseri umani - che cosa c'era dietro la fredda, lampeggiante, ticchettante faccia - chilometri e chilometri di faccia - del gigantesco calcolatore. Avevano se non altro una nozione vaga del piano generale di relais e di circuiti che da tempo aveva superato il limite oltre il quale una singola mente umana non poteva assolutamente conservare una chiara visione d'insieme.<br />
Multivac si auto-regolava e si auto-correggeva. Doveva essere così, perché nessun essere umano poteva regolarlo o correggerlo con sufficiente rapidità o in modo adeguato. Così, Adell e Lupov badavano al mostruoso gigante solo in modo leggero e superficiale, e al tempo stesso come meglio non era possibile, trattandosi di uomini. Vi inserivano dati, adattavano le domande alle necessità del calcolatore e traducevano le risposte che questo forniva. Senza dubbio tanto loro due che gli altri loro colleghi avevano pieno diritto bearsi della gloria che spettava a Multivac.<br />
Per decenni, Multivac aveva dato una mano, per così dire, a progettare le navi e a calcolare le traiettorie che mettevano in grado gli uomini di arrivare sulla Luna, su Marte e su Venere ma, al di là di quelli, le scarse risorse della Terra non consentivano alle navi di affrontare il viaggio. Troppa energia era richiesta per i lunghi percorsi. La Terra sfruttava le sue riserve di carbone e di uranio con efficienza crescente, ma in sé quelle riserve erano limitate.<br />
Lentamente, tuttavia, Multivac aveva imparato quanto bastava per rispondere in modo più fondamentale a domande più profonde, il 14 maggio 2061, quella che era stata una teoria, era diventata un fatto concreto.<br />
L'energia del sole veniva ora immagazzinata, trasformata e utilizzata direttamente, su scala planetaria. La Terra intera poteva spegnere i suoi fuochi alimentati a carbone e le sue centrali nucleari per far scattare l'interruttore che connetteva il tutto a una piccola stazione, di un chilometro e mezzo di diametro, in orbita attorno alla Terra a una distanza che era la metà di quella della Luna. Tutto sulla Terra, funzionava ora grazie agli invisibili raggi dell'energia solare.<br />
Sette giorni non erano bastati a offuscare la gloria di quell'avvenimento, ma Adell e Lupov riuscirono finalmente a sottrarsi alle celebrazioni pubbliche per rifugiarsi in santa pace dove nessuno avrebbe pensato di cercarli, ossia nelle deserte sale sotterranee dove s'intravedevano alcune parti del possente corpo sepolto di Multivac. Si erano portati una bottiglia, e la loro unica preoccupazione, a momento, era di rilassarsi l'uno in compagnia dell'altro e con l'aiuto di un abbondante beveraggio.<br />
-- È incredibile, se ci pensi bene -- disse Adell. La larga faccia era segnata dalla stanchezza, ed egli agitava lentamente la bibita con una cannuccia di vetro, osservando i cubetti di ghiaccio nei loro stentati spostamenti. --Tutta l'energia che potremmo mai desiderare di usare, completamente gratuita. Energia a sufficienza, qualora decidessimo di farne spreco, per fondere tutta la Terra in un unico gocciolone di ferro liquido e impuro, senza minimamente dar fondo per questo, alla riserva totale. Tutta l'energia che potremo mai usare, insomma, per sempre, per sempre e ancora per sempre.<br />
Lupov piegò la testa da un lato. Era un vezzo, che aveva, quando si metteva in mente di fare il Bastian contrario; e ne aveva una gran voglia, in quel momento, forse perché era toccato a lui procurare il ghiaccio e i bicchieri. -- Per sempre poi no -- disse.<br />
-- Andiamo, Bert, praticamente per sempre, sì. Fino a che il sole non sarà scarico, per lo meno.<br />
-- Be', non per sempre, allora.<br />
-- Ma sl, come vuoi tu. Per miliardi e miliardi di anni. Venti miliardi, facciamo. Soddisfatto, sì?<br />
Lupov si passò le dita tra i capelli sempre più radi, come per assicurarsi che gliene rimanesse ancora qualcuno, e sorseggiò pian pianino la sua bibita. -- Venti miliardi di anni non è per sempre.<br />
-- Be', durerà almeno finché ci siamo noi, no?<br />
-- Se è per questo, sarebbero durati anche il carbone e l'uranio.<br />
-- D'accordo, ma ora possiamo allacciare ogni singola nave alla Stazione Solare, e farla andare e tornare da Plutone un milione di volte senza doverci più preoccupare del combustibile. Prova a farlo con il carbone e l'uranio, se sei capace! Del resto, se non mi credi, domandalo a Multivac.<br />
-- Non ho bisogno di domandarlo a Multivac. Lo so.<br />
-- Allora piantala di minimizzare quello che Multivac ha fatto per noi -- disse Adell, accalorandosi, è stato bravissimo!<br />
-- Chi dice di no? lo dico solo che un sole non dura in eterno. Basta, non ho detto altro! Per venti miliardi di anni siamo tranquilli; e poi? -- Lupov puntò contro l'altro l'indice che tremava leggermente. -- E non venire a dirmi che potremo attaccarci a un altro sole.<br />
Per un po', rimasero in silenzio. Solo di tanto in tanto Adell si portava il bicchiere alle labbra, e Lupov un po' alla volta aveva chiuso gli occhi. Riposavano, tutti e due.<br />
Poi, Lupov riapri gli occhi di scatto. -- Stai pensando che, quando il nostro sarà esaurito, ci attaccheremo a un altro sole, vero?<br />
-- Non sto pensando affatto.<br />
-- Sì, invece. Tu manchi di senso logico, ecco qual è il tuo difetto. Sei come quel tale della storiella, che essendo stato sorpreso da un acquazzone era corso fino a un boschetto e si era rifugiato sotto un albero. Era tranquillo, lui, perché pensava che, una volta che si fosse bagnato ben bene quell'albero lì, non doveva fare altro che spostarsi sotto un altro.<br />
-- Ho capito, sì -- disse Adell. -- È inutile che gridi. Una volta spento il nostro sole, anche le altre stelle si saranno esaurite, nel frattempo.<br />
-- Puoi star sicuro che si saranno esaurite -- borbottò Lupov. -- Tutto ha avuto origine in una prima esplosione cosmica, qualsiasi cosa fosse, e tutto avrà una fine quando le stelle si saranno scaricate ben bene. Alcune si spegneranno più in fretta di altre. Le stelle giganti dureranno al massimo cento milioni di anni. Il sole durerà venti miliardi di anni, mettiamo, e le nane potranno durare cento miliardi di anni, per quel che servono. Ma lascia che passi un trilione d'anni, tutto sarà sprofondato nel buio. L'entropia deve per forza raggiungere un massimo, tutto qui.<br />
-- So tutto dell'entropia -- disse Adell, con un tono di dignità offesa.<br />
-- Davvero? Non si direbbe.<br />
-- Ne so tanto quanto te.<br />
-- Allora Sai anche che tutto finirà per decadere, prima o poi.<br />
-- D'accordo. Chi ha detto il contrario?<br />
--Tu, l'hai detto, povero mammalucco. Hai detto che avevamo tutta l'energia di cui abbiamo bisogno, per sempre. Hai detto proprio "per sempre".<br />
Era Adell, ora, in vena di contraddire. -- Può anche darsi che, un giorno o l'altro, si riesca a ricostituire tutto.<br />
-- Mai!<br />
--Perché no? Un giorno, non so quando.<br />
--Domandalo a Multivac.<br />
-- Questo poi no.<br />
-- Domandalo a Multivac, ti dico! Facciamo una scommessa: mi gioco cinque dollari che ti dirà di no anche lui.<br />
Adell era abbastanza brillo per provare, abbastanza in sé per poter comporre i simboli e le operazioni necessarie per una domanda che, in parole, sarebbe sonata press'a poco cosi: Potrà un giorno genere umano, senza dispendio di energie essere in grado di riportare il sole alla sua piena giovinezza pefino dopo che sarà morto vecchiaia?<br />
O magari, in maniera più semplice, si sarebbe potuta formula così: Com'è possibile diminuire in modo massiccio il quantitativo di entropia dell'universo?<br />
Multivac si fece immobile e muto. I lenti lampi di luce cessarono lontani rumori del ticchettio dei relais si fermarono.<br />
Poi, proprio quando i due tecnici terrorizzati sentivano di non farcela più a trattenere il respiro, vi fu un improvviso ritorno alla vi della telescrivente collegata con quella parte di Multivac. Le parole erano cinque in tutto: DATI INSUFFICIENTI PER RISPOSTA SIGNIFICATIVA.<br />
-- Niente scommessa -- bisbigliò Lupov. E insieme si allontanarono in fretta dal sotterraneo.<br />
Il mattino dopo i due amici, afflitti dal mal di testa e dalla bocca impastata, avevano già dimenticato l'incidente.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">Jerrodd, Jerrodine e Jerrodette I e Il osservavano sul quadro visivo i cambiamenti dello stellato mentre il passaggio attraverso l'iperspazio veniva completato in un lasso di nontempo. Tutto a un tratto, il pulviscolo di stelle cedette il posto alla predominanza di una singola e vivida biglia, proprio al centro del quadro.<br />
-- Quello è X-23 -- disse Jerrodd, senza un attimo di esitazione. Intrecciò con forza le mani scarne dietro di sé, tanto che le nocche gli si sbiancarono.<br />
Le piccole Jerrodette, due sorelline, avevano fatto per la prima volta in vita loro l'esperienza del passaggio nell'iperspazio ed erano un po' imbarazzate a causa della momentanea sensazione di uscire da se stesse. Soffocavano le risate dietro le manine e si rincorrevano a vicenda attorno alla mamma, facendo un baccano indiavolato.<br />
-- Siamo arrivati su X-23 -- gridavano -- siamo arrivati su X-23... siamo...<br />
-- Buone, bambine -- le zittì Jerrodine, in tono severo. -- Sei sicuro, Jerrodd?<br />
-- Come si fa a non esserne sicuri? -- ribatté Jerrodd, levando lo sguardo all'uniforme sporgenza metallica proprio al di sotto del soffitto. La sporgenza correva lungo tutta la cabina scomparendo poi attraverso le paratie alle due estremità. Era lunga come l'intera astronave.<br />
Jerrodd non sapeva quasi niente a proposito di quel grosso tubo metallico, salvo che veniva chiamato Microvac; che, volendo, era possibile rivolgergli delle domande; che, oltre a rispondere a eventuali domande, aveva il compito di guidare la nave fino a preordinata destinazione. Inoltre, Microvac provvedeva a rifornirsi di energia dalle varie Stazioni Erogatrici Sub-Galattiche e, infine, risolveva equazioni per i balzi iperspaziali.<br />
Jerrodd e la sua famiglia non dovevano fare altro che aspettare comodamente alloggiati nelle cabine dell'astronave.<br />
Qualcuno, una volta, aveva detto a Jerrodd che "ac", alla fine, Microvac, in inglese antico stava per "calcolatore analogico", ma era ormai in procinto di dimenticare perfino questo.<br />
Jerrodine aveva gli occhi lucidi, nel fissare il quadro visivo. -- Non so cosa farci. Mi sento molto scossa al pensiero d'avere lasciato la Terra.<br />
-- Ma perché, benedetta donna? -- si meravigliò Jerrodd. -- Non avevamo niente, laggiù, mentre su X-23 avremo praticamente tutto. Non ti sentirai sola, perché non sarai una pioniera: sul pianeta c'è già un milione e più di persone. Santo cielo, se pensi che i nostri pronipoti dovranno cercarsi nuovi mondi, perché X-23 sarà già sovraffollato! -- Poi, dopo una pausa di riflessione: -- Credi a me, è una vera fortuna che i calcolatori abbiano risolto il problema dei viaggi interstellari, considerato il modo come si moltiplica la razza.<br />
-- Lo so, lo so -- convenne Jerrodine, avvilita.<br />
-- Il nostro Microvac -- saltò su Jerrodette I -- è il Microvac migliore del mondo.<br />
-- Certo, lo penso anch'io -- disse Jerrodd, arruffandole i riccioli.<br />
In effetti era bello poter avere un Microvac tutto per sé, e Jerrodd era contento di appartenere alla sua generazione. Al tempo in cui era giovane suo padre, gli unici calcolatori esistenti erano dei tremendi macchinoni che occupavano centinaia di chilometri quadri di terra. Ce n'era non più di uno per pianeta. AC Planetari, si chiamavano. Per migliaia d'anni, non avevano fatto che aumentare di dimensioni finché, tutt'a un tratto, era subentrato il raffinamento tecnico. Al posto dei transistori, erano venute le valvole molecolari, per cui perfino il più grande degli AC Planetari poteva trovar posto in uno spazio pari alla metà del volume di una astronave.<br />
Jerrodd provava un senso di esaltazione, cosa che sempre gli accadeva quando si ricordava che il suo Microvac personale era di gran lunga più complicato dell'antico e primitivo Multivac che per primo aveva domato il Sole, nonché quasi altrettanto complesso dell'AC Planetario Terrestre (il più grande di tutti) che per primo aveva risolto il problema del viaggio interstellare e reso possibile spostarsi da una stella all'altra.<br />
--Tante stelle, altrettanti pianeti -- sospirò Jerrodine, immersa nelle proprie meditazioni. -- Le famiglie non faranno che trasferirsi su nuovi pianeti, per sempre, proprio come stiamo per fare noi ora.<br />
-- Per sempre no -- corresse Jerrodd, con un sorriso. -- Un giorno o l'altro, tutto si fermerà, ma prima che accada dovranno passa miliardi di anni. Molti miliardi. Perfino le stelle si esauriscono, come ben sai. L'entropia deve per forza aumentare.<br />
-- Che cos'è l'entropia, papà? -- strillò Jerrodette II.<br />
-- L'entropia, cara, è una.., un termine, ecco. Significa il quantitativo di decadimento dell'universo. Tutto si... si scarica, diciamo così. Come il tuo piccolo robot walkie-talkie, ricordi?<br />
-- E non si può inserire una nuova unità-di-energia, come facevamo per il mio robot?<br />
-- Le stelle sono le unità di energia, mia cara. una volta esaurite quelle, non ne rimangono più.<br />
All'istante, Jerrodette I scoppiò in un pianto disperato. - No, no, papà, non voglio! Non lasciare che le stelle si scarichino, papà!<br />
-- Hai visto cos'hai fatto, ora? -- bisbigliò Jerrodine, esasperata.<br />
-- Come potevo immaginare che si sarebbero spaventate? -- bisbigliò Jerrodd di rimando.<br />
-- Domandalo al Microvac -- singhiozzò Jerrodette I. -- Domandagli come si fa per riaccendere le stelle.<br />
-- Coraggio, domandaglielo-- disse Jerrodine. -- Chissà che non serva a calmarle. -- (Anche Jerrodette li aveva cominciato a piagnucolare.)<br />
-- Jerrodd si rassegnò. -- Buone, su, bambine. Ora sentiamo da Microvac, eh? Vedrete che ce lo dirà, state tranquille.<br />
Rivolse la domanda al Microvac, affrettandosi ad aggiungere: Rispondi per iscritto.<br />
Qualche istante dopo, faceva sparire nel palmo la sottile striscia cellufilm e diceva allegramente: -- Ecco qua, Microvac dice di non preoccuparsi, che quando verrà il momento penserà lui a tutto.<br />
-- E adesso a letto, bambine -- intervenne Jerrodine. -- Tra poco saremo nella nostra nuova casa.<br />
Prima di distruggere la strisciolina di cellufilm, Jerrodd lesse ancora una volta le parole: DATI INSUFFICIENTI PER RISPOSTA SIGNIFICATIVA.<br />
Con un'alzata di spalle, riportò l'attenzione sul quadro visivo. X-23 era vicinissimo, ormai.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">VJ-23X di Lameth fissò le nere profondità della mappa tridimensionale su scala ridotta della Galassia e domandò: -- Che dici, siarmo ridicoli a preoccuparci tanto della questione?<br />
MQ-17J di Nicron scosse la testa, -- Non direi. Si sa che, al presente tasso di espansione, nel giro di cinque anni la Galassia si popolerà completamente.<br />
Sembravano entrambi sul principio della ventina, erano tutt'e due alti e perfettamente formati.<br />
-- D'altra parte -- osservò VJ-23X -- non so se sia il caso di presentare un rapporto pessimistico al Consiglio Galattico.<br />
-- lo non esiterei, invece. E' il solo rapporto possibile, secondo me. Li scuoterà un po', si spera. Bisogna scuoterli, caro mio.<br />
VJ-23X sospirò. -- Lo spazio è infinito. Cento miliardi di Galassie sono là che aspettano d'essere popolare. Ma che dico, di più!<br />
-- Cento miliardi non sono affatto l'infinito, e per di più lo sono sempre di meno, a mano a mano che il tempo passa. Ma rifletti! Ventimila anni fa, l'umanità risolse il problema di come utilizzare l'energia stellare e, pochi secoli più tardi, il viaggio interstellare divenne una cosa possibile. Ebbene, l'umanità che aveva impiegato un milione di anni a saturare un unico, piccolo mondo, da quel momento ne ha impiegati soltanto quindicimila per riempire il resto del Galassia. Ora, ogni dieci anni la popolazione raddoppia...<br />
-- Possiamo ringraziare l'immortalità per questo -- lo interruppe VJ-23X.<br />
-- Siamo d'accordo. Ma l'immortalità esiste, e non ci resta che tenerne conto. Intendiamoci, il suo lato negativo ce l'ha, non lo metto in dubbio. L'AC Galattico avrà risolto molti problemi, non discuto ma nel risolvere quello per prevenire la vecchiaia e la morie, mandato a Patrasso tutte le altre sue soluzioni.<br />
-- E d'altra parte, sii sincero: saresti disposto ad abbandonare vita?<br />
-- Neanche per idea -- scattò MQ-17J, subito moderandosi e aggiungendo: -- Non ancora. Sono ancora giovane, alla fin fine. Tu quanti anni hai?<br />
-- Duecentoventitré. E tu?<br />
-- Sono ancora sotto i duecento, io... Ma, per tornare al discorso di prima, la popolazione, dicevo, raddoppia ogni dieci anni. Una volta saturata questa Galassia, nel giro di dieci anni ne avremo popolata un'altra. Altri dieci anni, e ne avremo riempite altre due. Altro decennio, e ne avremo saturate altre quattro. Tempo un centinaio d'anni, e di Galassie ne avremo riempite un migliaio. In mille anni, un milione di Galassie. In diecimila anni, l'Intero Universo conosciuto. E poi?<br />
-- Senza contare -- osservò VJ-23X -- che esiste un problema tutt'altro che secondario, ossia quello del trasporto. Mi domando quante unità di energia solare ci vorranno per trasferire Galassie di individui da una Galassia all'altra.<br />
-- Osservazione quanto mai pertinente! Già oggi, l'umanità consuma qualcosa come due unità di energia solare all'anno.<br />
-- Di cui la maggior parte va sprecata, in fin dei conti, la nostra Galassia da sola riversa un migliaio di unità d'energia solare all'anno, di cui noi ne usiamo soltanto due.<br />
--D'accordo, ma anche con un'efficienza del cento per cento non faremmo che rinviare la fine. Le nostre richieste di energia aumentano, in proporzione geometrica, anche più rapidamente della nostra popolazione. Esauriremo l'energia solare prima ancora d'avere esaurito le Galassie. Hai fatto un'osservazione giusta. Si, giustissima.<br />
-- Ci toccherà costruire nuove stelle, ricavandole dal gas interstellare.<br />
-- O dal calore dissipato? -- domandò con sarcasmo MO-17J.<br />
-- Chissà che non esista un modo di invertire l'entropia? Dovremmo proprio domandarlo all'AC Galattico.<br />
VJ-23X non diceva sul serio, ma MQ-17J estrasse di tasca il su Contatto-AC e lo posò sul tavolo, davanti a sé.<br />
-- Ho una mezza voglia di farlo -- disse. -- È' un argomento che la razza umana dovrà pure affrontare, un giorno o l'altro.<br />
Fissava cupamente il suo piccolo Contatto-AC. In sé, l'apparecchio era un piccolo cubo insignificante, ma era collegato, attraverso l'iperspazio, con il grande AC Galattico che serviva tutto il genere umano. Tenuto conto dell'iperspazio, l'apparecchietto era parte integrale dell'AC Galattico.<br />
MQ-17J Si soffermò a domandarsi se, nel corso della sua vita immortale, sarebbe riuscito a vedere da vicino l'AC Galattico. L'AC stava su un piccolo pianeta tutto suo, ragnatela di linee di forza che abbracciava la materia entro la quale ondate di sub-mesoni prendevano il posto delle rozze valvole molecolari di un tempo. Tuttavia, nonostante i suoi dispositivi sub-eterici, era risaputo che l'AC Galattico si estendeva per ben trecento metri.<br />
-- Sarà mai possibile invertire l'entropia? -- domandò inaspettatamente MQ-17J al suo Contatto-AC.<br />
VJ-23X trasalì e si affrettò a precisare: -- Ma, dì un po', non pensavo certo che glielo domandassi davvero, sai?<br />
-- Perché no?<br />
-- Perché sappiamo benissimo che non è possibile invertire l'entropia. Non si può ritrasformare fumo e cenere in un albero.<br />
-- Avete alberi sul vostro pianeta? m domandò MQ-I7J.<br />
Il suono dell'AC Galattico li zittì all'improvviso, facendoli trasalire. La voce del possente calcolatore usciva bella e un po' fievole dal piccolo Contatto-AC posato sulla scrivania. DATI INSUFFICIENTI PER RISPOSTA SIGNIFICATIVA, disse.<br />
-- Hai sentito? -- mormorò VJ-23X.<br />
Dopo di che, i due uomini ritornarono alla questione del rapporto da presentare al Consiglio Galattico.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">La mente di Zee Prime misurò a spanne la nuova Galassia, mostrando soltanto un vago interesse per le innumerevoli stelle che la incipriavano. Sicuramente non l'aveva mai vista, quella. Sarebbe mai riuscito a vederle tutte? Numerose com'erano, ciascuna con suo carico di umanità... Ma un carico che era più che altro un peso morto. Sempre di più, la vera essenza dell'uomo andava ricercata fuori, nello spazio.<br />
Menti, non corpi! I corpi immortali rimanevano laggiù sui pianeti come sospesi al di sopra del tempo. Talvolta si ridestavano a un'attività vita materiale, ma il fenomeno si faceva sempre più raro. Pochi individui nuovi vedevano la luce e andavano ad aumentare le imponenti masse di moltitudini, ma che importanza aveva? Non c'era più spazio nell'Universo, ormai, per nuovi individui.<br />
Zee Prime si scosse dalle sue meditazioni nell'imbattersi nelle volute lievi di un'altra mente.<br />
-- Sono Zee Prime --- disse Zee Prime. -- E tu?<br />
-- Mi chiamo Dee Sub Wun. La tua Galassia?<br />
-- La chiamiamo soltanto Galassia. E tu?<br />
-- Anche noi la chiamiamo soltanto così. Tutti chiamano così la loro Galassia. Che male c'è?<br />
-- Ah, figurati! Tra l'altro, sono tutte uguali.<br />
-- Proprio tutte, no. Su una particolare Galassia, la razza umana, deve avere avuto origine, e questo la rende diversa.<br />
-- Su quale? -- domandò Zee Prime.<br />
-- Non saprei. Ma l'AC Universale dovrebbe saperlo.<br />
--Vogliamo domandarglielo? Ora m'hai messo in curiosità.<br />
Le percezioni di Zee Prime si dilatarono fino a che le Galassie stesse si rimpicciolirono e divennero uno spolverio diverso e più diffuso sopra uno sfondo assai più vasto. A centinaia di miliardi, ve n'erano, tutte con i loro esseri immortali, tutte recanti il loro carico di intelligenze, con menti che fluttuavano liberamente nello spazio Eppure, una di esse era unica tra tutte, in quanto era la Galassia originale. Una di esse, nel suo vago e distante passato, aveva un periodo in cui era stata l'unica Galassia popolata dall'uomo.<br />
Zee Prime ardeva dalla curiosità di vedere quella Galassia e chiamò: -- AC Universale! Su quale Galassia ha avuto origine il genere umano?<br />
L'AC Universale udì, poiché su ogni mondo e attraverso tutto lo spazio aveva pronti i suoi ricettori, e ogni ricettore, attraverso i'iperspazio, conduceva a qualche punto ignoto dove l'AC Universale si teneva in disparte.<br />
Zee Prime sapeva di un solo uomo i cui pensieri erano penetrati entro una distanza dalla quale era ancora possibile captare l'AC Universale, e costui aveva riferito d'avere intravisto a fatica un globo luminoso, dei diametro di mezzo metro.<br />
-- Ma è mai possibile che l'AC Universale sia tutto lì? -- aveva domandato Zee Prime -- La maggior parte di esso -- era stata Ia risposta -- è nell'iperspazio. Sotto quale forma, proprio non saprei immaginare.<br />
-- Né alcuno lo poteva, perché ne era passato di tempo. Zee Prime lo sapeva, dal giorno in cui un uomo aveva avuto una parte sia pure secondaria nella creazione di un AC Universale. Ciascun AC Universale progettava e costruiva il suo successore. Ciascun AC, durante la sua esistenza di un milione di anni e più, accumulava i dati necessari a costruire un successore migliore, più complesso ed efficiente, in cui il suo stesso bagaglio di dati e di individualità sarebbe rimasto sommerso.<br />
L'AC Universale interruppe i pensieri divaganti di Zee Prime, non con parole ma con una sorta di influsso direttivo. Zee Prima venne guidato entro il confuso mare delle Galassie fino a che una in particolare si ingrandì, mostrandosi in tutte le sue stelle.<br />
Un pensiero, infinitamente lontano ma infinitamente chiaro, arrivò a Zee Prime: QUESTA E' LA GALASSIA ORIGINALE DELL'UOMO. Ma era identica a tutte le altre, alla fin fine, e Zee Prime soffocò il suo disappunto.<br />
Dee Sub Wun, la cui mente aveva accompagnato l'altra, domandi all'improvviso: -- E una di queste è la stella originale dell'Uomo? LA STELLA ORIGINALE DELL'UOMO E' DIVENTATA UNA NOVA, rispose l'AC Universale. È UNA NANA BIANCA.<br />
-- E gli uomini che ci vivevano sono morti? -- domandò Zee Prime. senza riflettere.<br />
COME SEMPRE IN QUESTI CASI, disse l'AC Universale, PER I LORO CORPI E' STATO COSTRUITO IN TEMPO UN MONDO NUOVO.<br />
-- Eh, già, è vero -- disse Zee Prime, ma ugualmente si sentiva sopraffatto da un senso di vuoto. La sua mente allentò la presa sulla Galassia originale dell'Uomo, lasciò che questa si ritraesse bruscamente fino a perdersi tra l'ammasso confuso di punti luminosi. Si augurava di non rivederla più.<br />
-- Che c'è? -- domandò Dee Sub Wun. -- Qualcosa che non va?<br />
-- Le stelle stanno morendo. La stella originale è morta.<br />
-- Che c'è di strano? Tutte devono morire.<br />
-- Ma quando tutta l'energia si sarà esaurita, moriranno anche nostri corpi, e tu ed io con loro.<br />
-- Ci vorranno miliardi di anni.<br />
-- Ma io non voglio che accada, nemmeno tra miliardi di anni. AC Universale! Come si può impedire che le stelle muoiano?<br />
Divertito, Dee Sub Wen osservò: -- Stai domandandogli come si potrebbe invertire l'andamento dell'entropia.<br />
PER ORA MANCANO DATI SUFFICIENTI, rispose l'AC Universale, PER UNA RISPOSTA SIGNIFICATIVA.<br />
Zee Prime lasciò che i suoi pensieri riaffluissero verso la sua vera Galassia. Non si curò più di Dee Sub Wun, il cui corpo poteva essere in attesa su una Galassia distante un trilione di anni luce, così come sulla stella accanto a quella di Zee Prime. Non aveva importanza.<br />
Desolato, Zee Prime cominciò a raccogliere idrogeno interstellare con il quale costruirsi una stellina tutta per sé. Se anche le stelle dovevano morire tutte, prima o poi, per ora era ancora possibile costruirne qualcuna.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">L'Uomo rifletteva tra sé e sé perché in un certo senso, mentalmente, l'Uomo era unico. Era formato da trilioni, trilioni e trilioni di corpi senza età, ciascuno al suo posto, ciascuno immobile e incorruttibile, ciascuno accudito da automi perfetti e altrettanto incorruttibili, mentre le menti di tutti quei corpi si fondevano liberamente l'una nell'altra, indistinguibili.<br />
-- L'Universo sta morendo -- disse l'Uomo.<br />
Guardò, intorno a sé, le Galassie sempre più fioche. Le stelle giganti, così spendaccione, si erano spente da un pezzo, laggiù nel buio del più oscuro passato remoto. Quasi tutte le stelle erano nane bianche, sul punto di spegnersi.<br />
Nuove stelle erano state costruite con la polvere interstellare, alcune per un processo naturale, altre dall'Uomo stesso, e anche quelle stavano per decadere. Era ancora possibile far cozzare tra loro delle nane bianche e, dalle possenti forze così sprigionate, far scaturire nuove stelle; ma una soltanto, ogni mille nane bianche distrutte e anche quelle poche, presto o tardi, avrebbero finito per decadere.<br />
-- Amministrata con estrema oculatezza, secondo i dettagli dell'AC Cosmico -- disse l'Uomo -- l'energia che ancora rimane nell'Universo durerà miliardi di anni.<br />
-- Ciò nonostante -- obiettò l'Uomo -- prima o poi tutto avrà una fine. Per quanto oculatamente amminstrata, per quanto sfruttata al massimo, l'energia, una volta spesa, è perduta per sempre, nessuno può sostituirla. L'entropia non può che aumentare, fino raggiungere un massimo.<br />
-- E possibile invertire l'entropia? -- domandò infine l'Uomo. - Sentiamo che cosa ne dice l'AC Cosmico.<br />
L'AC Cosmico li circondava, ma non nello spazio. Neppure un frammento di AC Cosmico si trovava nello spazio. Era nell'iperspazio, ed era fatto di qualcosa che non era né materia né energia. Il problema delle sue dimensioni e della sua natura non era più traducibile in termini che l'Uomo potesse comprendere.<br />
-- AC Cosmico -- invocò l'Uomo -- è possibile invertire l'entropia?<br />
FINORA, rispose l'AC Cosmico, NON ABBIAMO DATI SUFFIClENTI PER UNA RISPOSTA SIGNIFICATIVA.<br />
-- Raccogline altri -- ordinò l'Uomo.<br />
-- LO FARO', disse l'AC Cosmico. LO STO FACENDO DA CENTO MILIARDI DI ANNI. I MIEI PREDECESSORI E IO Cl SIAMO SENTITI FARE QUESTA DOMANDA MOLTE VOLTE. TUTTI I DATi CHE HO RIMANGONO INSUFFICIENTI.<br />
-- Verrà un tempo -- domandò l'Uomo -- in cui i dati saranno sufficienti, o questo problema è insolubile in tutte le circostanze possibili e immaginabili?<br />
NESSUN PROBLEMA E' INSOLUBILE IN TUTTE LE CIRCOSTANZE POSSIBILI E IMMAGINABILI, rispose l'AC Cosmico.<br />
-- Quando avrai i dati sufficienti per rispondere alla domanda? -- volle sapere l'Uomo.<br />
FINORA I DATI SONO INSUFFICIENTI PER UNA RISPOSTA SIGNIFICATIVA, rispose l'AC Cosmico.<br />
-- Continuerai a occupartcne? -- domandò l'Uomo.<br />
LO FARO', promise l'AC Cosmico.<br />
-- Aspetteremo -- disse l'Uomo.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">Le stelle e le Galassie morirono e si spensero, e lo spazio, dopo dieci trilioni d'anni di decadimento, divenne nero.<br />
Un individuo alla volta, l'Uomo si fuse con AC, e ciascun corpo fisico perdeva la sua idoneità mentale in un modo che, a conti fatti non si traduceva in una perdita ma in un guadagno.<br />
L'ultima mente dell'Uomo esitò, prima della fusione, contemplando uno spazio che comprendeva soltanto i fondi di un'ultima stella quasi spenta e nient'altro che materia incredibilmente rarefatta, agitata a casaccio da rimasugli finali di calore che calava, asintoticamente, verso lo zero assoluto.<br />
-- È questa la fine, AC? -- domandò l'Uomo. -- Non è possibile ritrasformare ancora una volta questo, caos nell'Universo? Non può invertire il processo?<br />
MANCANO ANCORA I DATI SUFFICIENTI PER UNA RISPOSTA SIGNIFICATIVA, disse AC.<br />
L'ultima mente dell'Uomo si fuse e soltanto AC esisteva, ormai nell'iperspazio.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">Materia ed energia erano terminate e, con esse, lo spazio e il tempo. Perfino AC esisteva unicamente in nome di quell'ultima domanda alla quale non c'era mai stata risposta dal tempo in cui un assistente semi-ubriaco, dieci trilioni d'anni prima, l'aveva rivolta a calcolatore che stava ad AC assai meno di quanto l'uomo stesse l'Uomo.<br />
Tutte le altre domande avevano avuto risposta e, finché quell'ultima non fosse stata anch'essa soddisfatta, AC non si sarebbe forse liberato della consapevolezza di sé.<br />
Tutti i dati raccolti erano arrivati alla fine, ormai. Da raccogliere non rimaneva più niente.<br />
Ma i dati raccolti dovevano ancora essere correlati e accostati secondo tutte le relazioni possibili.<br />
Un intervallo senza tempo venne speso a far questo.<br />
E accadde, così, che AC scoprisse come si poteva invertire l'andamento dell'entropia.<br />
Ma ormai non c'era nessuno cui AC potesse fornire la risposta all'ultima domanda. Pazienza! La risposta -- per dimostrazione -- avrebbe provveduto anche a questo.<br />
Per un altro intervallo senza tempo, AC pensò al modo migliore per riuscirci. Con cura, AC organizzò il programma.<br />
La coscienza di AC abbracciò tutto quello che un tempo era stato un Universo e meditò sopra quello che adesso era Caos. Un passo alla volta, così bisognava procedere.<br />
AC disse: SIA LA LUCE!<br />
E la luce fu...</span></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">Titolo originale: The Last Question<br />
Prima edizione: Science Fiction Quarterly, novembre 1956<br />
Traduzione di Hilia Brinis</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hollywood and Their Piles of Flop]]></title>
<link>http://randall120.wordpress.com/?p=174</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 16:55:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>randall120</dc:creator>
<guid>http://randall120.wordpress.com/?p=174</guid>
<description><![CDATA[I read an announcement this morning that a group was planning an adaptation of Asimov&#8217;s Founda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>I read an announcement this morning that a group was planning an adaptation of Asimov's Foundation. I cringed when I read that. It wasn't clear whether they meant the first book, Foundation, or were adapting the series and taking elements from all the books. Either way, I fear for the results.</p>
<p>Hollywood's track record for adapting literary science fiction is spotty at best.</p>
<p>I, Robot was ostensibly based on the Asimov collection of  stories. Not even close. The script was already written when they bought the rights to the book, just for the title, then patched Asimov's three laws of robotics into said script. Having seen the movie, I can promise you the robots violated the laws at every opportunity.</p>
<p>Bicentennial Man I haven't seen. I heard it was terrible. It was a hit at the box office, I understand, but that was undoubtedly because of Robin Williams' prescense and not because of the high quality SF. I suspect most of the people who saw the movie never read the Asimov story it was based on, or were even aware that it was an adaptation.</p>
<p>I recently saw A Sound of Thunder, based on the Ray Bradbury story of the same title. An awful movie, it would have fit right in to the SCI-FI channel's Saturday line-up of turgid thrillers, which is in fact where I saw it.</p>
<p>I Am Legend was the third adaptation of the classic novel. At least they used the title this time. Another Will Smith action movie, but the third miss out of three on getting it right.</p>
<p>I've also seen where there getting ready to screw up Dune for the third time. You see how much faith I have in Hollywood. They'll get it wrong once more.</p>
<p>I'm sure there have been adaptations of SF novels that have worked. But they escape me.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Scienza e coscienza]]></title>
<link>http://puntoggi.wordpress.com/?p=364</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 11:59:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>G.</dc:creator>
<guid>http://puntoggi.wordpress.com/?p=364</guid>
<description><![CDATA[
l&#8217;ultimo fine settimana, sul treno verso lei e ritorno, ho attaccato la lettura di un altro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://puntoggi.files.wordpress.com/2008/07/schrodinger.png"><img class="alignleft size-full wp-image-365" src="http://puntoggi.wordpress.com/files/2008/07/schrodinger.png" alt="" width="316" height="262" /></a></p>
<p>l'ultimo fine settimana, sul treno verso <em>lei</em> e ritorno, ho attaccato la lettura di un altro libro dell'ottimo piergiorgio odifreddi. questo libro si intitola<em> il vangelo secondo la scienza</em>. e questo titolo può essere quantomeno fuorviante. cioè, uno si potrebbe aspettare una contestazione scientifica del perché non è possibile resuscitare i morti o trasformare l'acqua in vino e farla franca coi nas. e invece no. il buon matematico impenitente passa al setaccio tutte le religioni affrontando in maniera scientifica temi del tipo la nascita dell'universo, il nulla, il tutto, l'eternità, l'anima, la coscienza e cose del genere. io ci capisco poco. perché so un cazzo di matematica e fisica (a parte qualche ridicola nozione) e so ancora meno di filosofia, e visto che viene ripercorso tutto lo scibile di questi concetti a partire dalle religioni orientali fino ai filosofi greci e financo quelli non greci, tipo tedeschi o francesi o altri posti tipo di dov'era, ad esempio, kierkegaard, insomma, devo rileggere ogni pagina almeno quattro volte. comunque, odifreddi ci prova a farmelo capire facile e, anche se con scarsi risultati, qualcosa arriva. una delle cose che mi ha colpito è che quando si tratta di dimensioni molto grandi (cosmologia) o molto piccole (meccanica quantistica) la scienza diventa letteralmente mistica e le premesse che utilizzano gli scienziati per condurre esperimenti e misurazioni fanno man bassa di concetti prettamente filosofici. che sperano siano giusti. se qualcosa va storto si vanno a rivedere le premesse e decidono se quel tal filosofo ha detto una cazzata o meno. e con questa semplificazione, mi aspetto una lettera di insulti da odifreddi e una di diffida dai suoi avvocati. comunque, vabbeh.<br />
un passo che mi ha lasciato brasato per circa 45 minuti, da milano a voghera, tipo, parla di un signore che si chiama <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Erwin_Schr%C3%B6dinger" target="_blank">schrodinger</a>, uno dei papà della fisica quantistica, premio nobel anche, per dire. qui si fa riferimento alle sue considerazioni sul concetto di coscienza, dal suo saggio <em>mente e materia</em>, dove dice che la sopravvivenza degli esseri viventi, non solo umani, è legata all'apprendimento per ripetizione e che tutti i processi diventano gradatamente inconsci man mano che si consolida la pratica, vedi il leggere e lo scrivere o il guidare la macchina. io ci aggiungerei anche i kata di shiatsu. qui cito testuale: <em>"la presenza, sia ontogenetica (nell'individuo), sia filogenetica (nella specie), della coscienza si può allora interpretare come un sintomo del fatto che l'apprendistato è ancora in corso e che non si è ancora raggiunto il perfetto controllo automatico della conoscenza necessaria alla sopravvivenza. in particolare, la tensione tra le pulsioni personali (io voglio) e i doveri sociali (tu devi) dimostrerebbe che l'uomo si trova in mezzo ad un guado evolutivo: egli sta ancora trasformandosi da un primitivo essere individualista a un superiore essere sociale, e solo a trasformazione completata diverrà parte di un organismo che potrà dirigerlo senza più richiedere la sua partecipazione cosciente (come già succede, ad esempio, per le api e le formiche). in altre parole, la coscienza può essere considerata il marchio d'infamia di un'evoluzione ancora imperfetta e in divenire, più che la medaglia al valore di un'evoluzione superiore e completata"</em> . e vattela a spendere! cioè, io sono anche affezionato, come tutti credo, alla mia coscienza e al mio supposto libero arbitrio e ai miei libri e al mio cane e cose individualiste così. però questa cosa che società laboriose e collettive come formiche e api siano in realtà ad uno stadio evolutivo più elevato del nostro, mi ha suscitato più di un pensiero.<br />
il primo è un'applicazione pratica di questa teoria, che isaac asimov descrive nel formidabile racconto <em>l'ultima domanda</em> e che, se trovo da qualche parte, pubblicherò per intero perché è una genialata senza senso. un altro pensiero è di tipo politico. e cioè che una società basata sull'individualismo è definita primitiva e, per contro, una società basata su cooperazione e lavoro per il bene della collettività è definita come ad uno stadio evolutivo superiore. la fisica quantistica è rivoluzionaria e comunista. bella lì.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Conflicto evitable Yo Robot]]></title>
<link>http://yorobots.wordpress.com/?p=84</link>
<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 18:02:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>yorobots</dc:creator>
<guid>http://yorobots.wordpress.com/?p=84</guid>
<description><![CDATA[El Conflicto evitable, (The Evitable Conflict en Inglés) es un Cuento o Relato Corto de Ciencia Fic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>El Conflicto evitable, (The Evitable Conflict en Inglés) es un Cuento o Relato Corto de Ciencia Ficción de Isaac Asimov. Apareció por primera vez en el ejemplar de Junio de 1950 de la revista Astounding Science Fiction y posteriormente apareció en las colecciones Yo, Robot (1950), The Complete Robot (1982), y Visiones de Robot (1990).</p>
<p>Historia:</p>
<p>Las "máquinas"; poderosas computadoras positrónicas que eran usadas para optimizar la economía mundial y la producción, empezaron a mandar instrucciones que aparentemente iban contra sus funciones. Aunque cada error es menor tomado individualmente, el hecho de que existan es alarmante. Stephen Byerley, ahora elegido co-ordenador del mundo, consulta los otros cuatro coordinadores regionales y entonces le pregunta a Susan Calvin por su opinión...<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/El_Conflicto_Evitable">Wikipedia</a></p>
<p><a href="http://yorobots.wordpress.com/2008/07/23/yo-robot-el-libro/">Yo Robot, El Libro </a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Evidencia Yo Robot]]></title>
<link>http://yorobots.wordpress.com/?p=81</link>
<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 17:58:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>yorobots</dc:creator>
<guid>http://yorobots.wordpress.com/?p=81</guid>
<description><![CDATA[Evidencia, (Evidence en Inglés), es un Cuento o Relato Corto de Ciencia Ficción. Fue publicado en ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Evidencia, (Evidence en Inglés), es un Cuento o Relato Corto de Ciencia Ficción. Fue publicado en el ejemplar de Septiembre de 1946 de la revista Astounding Science Fiction y reimpreso en las colecciones Yo, Robot (1950), The Complete Robot (1982), y Visiones de Robot (1990).<br />
Historia:</p>
<p>Stephen Byerley es un exitoso abogado humanitario que nunca va tras la pena de muerte. Trabaja en gran parte de la ciudad de Nueva York, pero Francis Quinn clama que Byerley es un robot humanoide, que es, una máquina construida para parecer humano. Siendo esto cierto, el complejo Frankenstein arruinaría la campaña de Byerley, porque sólo seres humanos están permitidos a asumir estos puestos. Quinn se acerca a la corporación Robots y Hombres Mecánicos de E.U. (U.S. Robots and Mechanical Men), la única fuente del mundo de cerebros robóticos positrónicos, e intenta persuadirlos de que Byerley debe de ser un robot, debido a que nadie lo ha visto comer o dormir, como aseguraba...<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Evidencia_%28Asimov%29">Wikipedia</a></p>
<p><a href="http://yorobots.wordpress.com/2008/07/23/yo-robot-el-libro/">Yo Robot, El Libro </a></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
